Categoria: Palavras-chave / Pesquisa de Busca

Como funciona a busca por palavras-chave e a intenção de pesquisa dos usuários no Google, e como isso influencia a visibilidade de um negócio local.

  • Guia KM: Encontre Empresas e Prestadores de Serviços perto de você

    Guia KM: Encontre Empresas e Prestadores de Serviços perto de você

    Tempo estimado de leitura: 10 minutos

    Como nasceu a ideia do Guia KM

    A ideia do Guia KM nasceu de uma dificuldade que eu mesma encontro no dia a dia. Quando preciso consertar alguma coisa em casa, como trocar uma válvula, arrumar o trilho do portão, consertar uma fechadura ou resolver algum problema elétrico, muitas vezes não consigo encontrar facilmente um profissional que trabalhe perto de onde moro. Acabo perguntando para amigos e conhecidos da região se alguém tem o contato de um encanador, eletricista, serralheiro ou outro prestador de confiança.

    E isso não significa que esses profissionais não existam no bairro. Muitos estão aqui, trabalham bem e são conhecidos por seus clientes, mas ainda não estão cadastrados no Google ou não possuem uma presença digital que facilite encontrá-los em uma pesquisa.

    Recentemente aconteceu algo parecido quando precisei de um luthier para consertar o jack do meu violão. Comecei a procurar e apareciam principalmente profissionais e estabelecimentos distantes de onde moro. Perguntei, pesquisei e demorei até descobrir que havia um profissional muito mais próximo que poderia fazer o serviço.

    Foi a partir de situações como essas que comecei a pensar: quantas pessoas estão procurando um profissional perto de casa e não conseguem encontrá-lo? E quantos bons prestadores estão perdendo clientes simplesmente porque quem precisa do serviço não sabe que eles existem?

    Como trabalho com marketing digital e SEO na Karen Mídia Digital, uma das possibilidades é orientar esses profissionais a criarem e organizarem o próprio Perfil da Empresa no Google, quando forem elegíveis. O cadastro é gratuito e pode ajudar um negócio local a ser encontrado na Pesquisa e no Google Maps.

    Mas percebi que poderíamos fazer algo além.

    Foi assim que surgiu a ideia do Guia KM: criar também um espaço regional para aproximar quem precisa de um produto ou serviço de quem já trabalha perto dali.

    A proposta é reunir prestadores de serviços e pequenos negócios de Aparecida de Goiânia e região, organizados de maneira que seja mais fácil encontrar quem oferece aquilo que estamos procurando.

    É uma conexão que, muitas vezes, ainda começa da maneira antiga:

    “Você conhece alguém aqui perto que faça esse serviço?”

    O Guia KM nasce justamente para ajudar a responder essa pergunta.

    O que é o Guia KM?

    O Guia KM é um guia digital regional criado pela Karen Mídia Digital para facilitar o encontro entre consumidores, profissionais autônomos, prestadores de serviços e pequenos negócios.

    Na página do Guia KM, o usuário pode pesquisar pelo nome de um profissional, atividade ou serviço e também utilizar filtros de categoria e bairro.

    A ideia é que alguém que precise de um serviço não tenha necessariamente que conhecer previamente o nome de uma empresa.

    Se precisar de um serralheiro, por exemplo, poderá procurar pelo serviço. Se está procurando uma confeiteira, poderá pesquisar pela atividade. Se quer descobrir empresas de determinado segmento, poderá utilizar as categorias.

    E queremos que essa estrutura se torne cada vez mais completa conforme novos parceiros forem cadastrados.

    O objetivo é muito simples: ajudar quem procura e dar visibilidade a quem oferece.

    Por que criar um guia de empresas e prestadores da própria região?

    Pense na quantidade de profissionais que trabalham dentro dos nossos bairros.

    Existem eletricistas, encanadores, serralheiros, pedreiros, pintores, costureiras, confeiteiras, fotógrafos, músicos, professores, profissionais de beleza, técnicos, mecânicos, luthiers, profissionais de eventos, tecnologia e inúmeras outras atividades.

    Muitos construíram sua clientela principalmente por indicação.

    Um cliente indica para outro. Um vizinho passa o telefone. Alguém pergunta em um grupo de WhatsApp. Um amigo lembra de um profissional que resolveu um problema parecido.

    Esse sistema funciona e provavelmente continuará funcionando.

    O problema é depender somente dele.

    Se ninguém do meu círculo de contatos conhece aquele profissional, talvez eu nunca descubra que ele trabalha a poucos quilômetros da minha casa.

    É exatamente aí que a presença digital pode diminuir essa distância.

    O profissional existe. O problema é encontrá-lo.

    Essa talvez seja a melhor maneira de explicar o problema que quero ajudar a resolver com o Guia KM.

    Quando procurei o luthier, o profissional que eu precisava já existia. Ele estava relativamente próximo. Tinha conhecimento para realizar o serviço.

    Eu simplesmente não conseguia encontrá-lo facilmente.

    Isso acontece com inúmeros pequenos negócios.

    Não é necessariamente falta de demanda e também não é falta de profissionais.

    Às vezes existe uma pessoa procurando exatamente por aquilo que outra pessoa oferece, mas as duas não conseguem se encontrar.

    A internet deveria facilitar essa conexão.

    Por que muitos pequenos prestadores ainda são difíceis de encontrar no Google?

    Ter competência profissional e ter presença digital são coisas diferentes.

    Uma pessoa pode trabalhar há anos como eletricista e nunca ter criado um Perfil da Empresa no Google. Uma confeiteira pode ter dezenas de clientes e trabalhar somente por indicação e WhatsApp. Um serralheiro pode ser conhecido em determinado bairro, mas praticamente não existe quando alguém pesquisa seu serviço na internet.

    Por isso, uma parte do trabalho da Karen Mídia Digital é justamente mostrar aos pequenos negócios que existem ferramentas gratuitas que podem ajudá-los.

    O Perfil da Empresa no Google, por exemplo, é gratuito. Para empresas elegíveis, ele permite gerenciar como o negócio aparece na Pesquisa Google e no Maps. O próprio Google recomenda manter informações completas e precisas para ajudar usuários a compreender melhor o negócio.

    O Guia KM não foi criado para substituir essa ferramenta.

    Pelo contrário.

    Uma das propostas é também incentivar os parceiros a desenvolverem sua própria presença digital.

    Guia KM e Perfil da Empresa no Google podem trabalhar juntos

    Eu quero que um profissional cadastrado no Guia KM compreenda que ele também pode construir seus próprios canais.

    Dependendo do negócio, podemos ter uma combinação como:

    Perfil da Empresa no Google + página no Guia KM + Instagram + WhatsApp + site próprio.

    Cada canal possui uma função.

    O Perfil da Empresa pode ajudar o profissional a aparecer na Pesquisa e no Google Maps. O Instagram pode apresentar seus trabalhos e criar relacionamento. O WhatsApp facilita o contato. Um site pode desenvolver conteúdos e páginas próprias. E o Guia KM cria mais um caminho para que alguém descubra aquele profissional.

    Não precisamos escolher apenas um.

    O objetivo é construir presença digital.

    O que o Google considera nas pesquisas locais?

    Quando falamos sobre encontrar negócios próximos, entramos diretamente no universo do SEO local.

    Segundo o Google, os resultados locais são baseados principalmente em três fatores: relevância, distância e destaque. A relevância procura identificar o quanto determinado resultado corresponde ao que a pessoa está buscando; a distância considera a proximidade entre o usuário e os possíveis resultados; e o destaque está relacionado a quanto uma empresa é conhecida, inclusive a partir de informações existentes sobre ela na web.

    Isso ajuda a entender por que simplesmente existir fisicamente em um bairro não significa necessariamente ser encontrado digitalmente naquele bairro.

    Precisamos fornecer informações que permitam compreender quem é aquele profissional, o que ele faz e onde atua.

    Essa lógica também orienta a estrutura do Guia KM.

    Por que colocar informações completas no cadastro?

    Imagine um cadastro contendo apenas:

    Michelle Karen
    (62) XXXXX-XXXX

    Para quem não conhece Michelle, essas informações dizem muito pouco.

    Agora imagine uma página que explique que Michelle Karen trabalha com música para eventos, produz bolos caseiros, tortas salgadas, bolos no pote e saladas, atua como professora de música na rede estadual de Educação de Goiás e também trabalha com Marketing Digital, além de informar a região atendida e disponibilizar diferentes formas de contato.

    A diferença é enorme.

    Não queremos cadastrar apenas nomes e telefones. Queremos criar informações realmente úteis, que permitam entender quem é aquele profissional, quais serviços ou produtos oferece e onde atua.

    Isso beneficia a pessoa que está procurando e também fornece aos mecanismos de busca mais contexto para compreender o conteúdo daquela página.

    E onde entram as palavras-chave?

    As palavras-chave entram naturalmente na descrição de cada negócio.

    Se uma profissional trabalha com confeitaria, por exemplo, não precisamos repetir “confeiteira em Aparecida de Goiânia” vinte vezes em sua página.

    Precisamos explicar claramente aquilo que ela realmente oferece.

    Ela pode trabalhar com bolos personalizados, bolos de aniversário, doces para festas, encomendas, kits ou outros produtos. Essas informações ajudam a página a representar melhor a atividade.

    É assim que gosto de trabalhar SEO na Karen Mídia Digital.

    Primeiro precisamos responder bem à necessidade de uma pessoa. Depois estruturamos essa informação para que os mecanismos de busca também consigam compreendê-la.

    Palavra-chave sem conteúdo útil não resolve o problema.

    A importância do bairro e da região

    Uma das características centrais do Guia KM é justamente sua proposta regional.

    Se precisar de alguém para fazer um pequeno reparo em casa, talvez não queira contratar um profissional que precise atravessar toda a cidade para chegar até mim.

    A proximidade pode significar facilidade de deslocamento, disponibilidade e até permitir descobrir profissionais que fazem parte da própria comunidade.

    Por isso, o Guia KM permite organizar e procurar negócios utilizando também informações relacionadas à localização.

    O projeto começa por Aparecida de Goiânia e região, justamente para desenvolver uma base local antes de pensar em uma expansão maior.

    Serviços perto de mim: uma necessidade cada vez mais presente

    Quando alguém pesquisa por um serviço local, geralmente existe uma necessidade concreta por trás daquela pesquisa.

    A pessoa não está necessariamente procurando conteúdo para ler. Pode estar com uma torneira vazando, um portão quebrado, um instrumento precisando de manutenção, procurando alguém para fazer um bolo ou precisando contratar determinado serviço para um evento.

    Nesse momento, facilitar o encontro entre necessidade e solução tem valor real.

    É isso que quero que o Guia KM faça.

    O Guia KM pode aparecer no Google?

    Esse também é um dos objetivos do projeto.

    Queremos desenvolver o Guia KM utilizando boas práticas de SEO para que suas páginas possam ser rastreadas, compreendidas e indexadas pelo Google.

    Isso envolve trabalhar títulos, textos, categorias, páginas dos parceiros, links internos, informações geográficas, estrutura técnica e outros elementos.

    O Google também possui dados estruturados específicos para empresas locais. Por meio da marcação Local Business, por exemplo, um site pode fornecer informações organizadas sobre determinado negócio. A documentação do Google explica que esses dados podem incluir elementos como nome, endereço, telefone, horário de funcionamento e URL.

    Isso não significa que cadastrar um profissional no Guia KM garantirá determinada posição no Google.

    SEO não funciona assim.

    O próprio Google deixa claro que não existe uma forma de solicitar ou pagar por uma classificação local orgânica melhor. Nosso trabalho é construir uma estrutura tecnicamente adequada, oferecer informações úteis e desenvolver relevância ao longo do tempo.

    Quero que as pessoas também encontrem o próprio Guia KM

    Existe outro objetivo importante.

    Quero que uma pessoa possa pesquisar “Guia KM” no Google e encontrar o projeto. Para isso, precisamos construir a identidade digital desse nome. A página principal é uma parte desse processo. Este artigo é outra.

    À medida que produzirmos conteúdos relacionados, páginas de categorias e páginas de parceiros, o nome Guia KM estará associado a um contexto cada vez mais claro: um guia regional criado pela Karen Mídia Digital para conectar pessoas a empresas e prestadores de serviços.

    O Google utiliza diferentes informações disponíveis na web para compreender organizações e entidades. A documentação da Pesquisa Google também recomenda fornecer informações consistentes sobre uma organização, como nome, URL e outros dados que ajudem a identificá-la.

    Portanto, não quero apenas que o site tenha uma página chamada Guia KM. Quero construir Guia KM como uma identidade digital.

    O Guia KM também pode ajudar quem ainda não entende de marketing digital.

    Nem todo prestador de serviços sabe o que significa SEO.

    E tudo bem. Uma pessoa pode ser excelente no trabalho que realiza sem saber configurar um Perfil da Empresa, criar um site, escolher palavras-chave ou entender como o Google organiza os resultados.

    É justamente aí que a Karen Mídia Digital pode ajudar.

    O Guia KM pode ser uma porta de entrada para esse profissional perceber a importância de organizar sua presença na internet.

    Em alguns casos, o primeiro passo pode ser simplesmente criar seu cadastro no guia. Depois podemos orientá-lo sobre a importância do Perfil da Empresa no Google, das informações corretas, das avaliações, das fotografias, do site e de outras estratégias.

    Não quero apenas colocar empresas dentro de uma lista.

    Quero ajudar pequenos negócios a serem encontrados.

    Um guia que pode crescer junto com a região.

    Hoje o Guia KM está começando.

    Isso significa que ainda teremos novos profissionais, categorias, bairros e possibilidades conforme o projeto crescer. E existe uma participação que considero muito importante: a própria comunidade pode ajudar a encontrar esses profissionais.

    Na página do Guia KM existe uma área para quem não encontrou o profissional que procurava. A ideia é permitir que as pessoas indiquem ou convidem prestadores conhecidos para conhecerem o projeto.

    É exatamente o comportamento que deu origem ao guia.

    Em vez de a conversa terminar em:

    “Você tem o telefone de algum eletricista?”

    ela pode continuar:

    “Tenho. Vou convidá-lo para entrar no Guia KM também.”

    Aos poucos, construímos uma rede mais útil para todos.

    O pequeno negócio do bairro também precisa existir na internet

    Durante muito tempo, marketing digital pareceu algo reservado às grandes empresas. Não é.

    O profissional autônomo também precisa ser encontrado. O pequeno comércio também precisa aparecer. A pessoa que trabalha sozinha também pode construir sua presença digital. E não precisamos começar com estruturas enormes.

    Podemos começar organizando informações básicas, criando o Perfil da Empresa quando aplicável, mostrando corretamente os serviços oferecidos e criando pontos de presença na internet.

    O Guia KM entra justamente nesse processo.

    Do boca a boca para a busca digital

    Eu não acredito que a internet substituirá completamente a indicação. Quando alguém em quem confiamos recomenda um profissional, isso continua tendo enorme valor. O que podemos fazer é acrescentar uma nova possibilidade. Em vez de depender exclusivamente de conhecer alguém que conheça alguém, podemos construir uma estrutura onde os profissionais da nossa região estejam organizados e possam ser descobertos. Foi de uma necessidade simples do cotidiano que nasceu o projeto.

    Uma válvula para trocar. Um trilho de portão para consertar.

    Uma fechadura. Um problema elétrico. Um jack de violão.

    Situações pequenas que revelaram um problema maior: existem pessoas procurando e existem profissionais oferecendo, mas muitas vezes falta uma ponte entre eles.

    O Guia KM quer ser uma dessas pontes.

    Conheça o Guia KM

    Se você mora em Aparecida de Goiânia ou região e precisa encontrar um profissional, produto ou serviço, pode começar sua pesquisa pelo Guia KM.

    E se você é prestador de serviços ou possui um pequeno negócio na região, também pode solicitar seu cadastro para análise.

    Conheça o Guia KM

    A proposta está apenas começando, mas a ideia que orienta o projeto continuará sendo a mesma: ajudar quem procura a encontrar quem está perto.

    Perguntas frequentes

    O que é o Guia KM?

    O Guia KM é um guia digital regional criado pela Karen Mídia Digital para facilitar a descoberta de empresas, produtos e prestadores de serviços de Aparecida de Goiânia e região.

    Por que o Guia KM foi criado?

    O projeto nasceu da dificuldade de encontrar determinados prestadores próximos, mesmo quando esses profissionais já trabalham na região. A proposta é criar uma ponte digital entre quem procura e quem oferece produtos ou serviços.

    Quem pode se cadastrar no Guia KM?

    O Guia KM é voltado a prestadores de serviços e pequenos negócios das regiões atendidas pelo projeto. As informações enviadas passam por revisão antes da publicação.

    Preciso ter um Perfil da Empresa no Google para entrar no Guia KM?

    O Guia KM e o Perfil da Empresa são estruturas diferentes. Entretanto, a Karen Mídia Digital incentiva negócios elegíveis a também desenvolverem sua presença no Google, pois as duas estratégias podem se complementar.

    Estar no Guia KM garante aparecer no Google?

    Não. Nenhum cadastro isolado pode garantir determinada posição nos resultados orgânicos. O projeto será trabalhado com práticas de SEO para aumentar a capacidade de suas páginas serem encontradas e compreendidas pelos mecanismos de busca.

    Posso procurar profissionais por bairro?

    O Guia KM possui filtros de pesquisa que incluem categoria e bairro, justamente para facilitar a procura por negócios e serviços próximos.

    O Guia KM faz a contratação do profissional?

    Não. O guia facilita a descoberta e o contato. A negociação, contratação e pagamento são realizados diretamente entre cliente e prestador.

    O cadastro no Google é gratuito?

    Sim. A criação do Perfil da Empresa no Google é gratuita para negócios elegíveis. O Google informa que empresas podem criar ou reivindicar o perfil sem custo.

    Referências

    Google Business Profile Help. Dicas para melhorar sua classificação local no Google. Referência sobre relevância, distância, destaque e informações utilizadas nos resultados locais.

    Google Search Central. Dados estruturados de empresa local (Local Business). Documentação sobre informações estruturadas para negócios locais.

    Google Search Central. Dados estruturados de organização (Organization). Documentação sobre informações utilizadas para ajudar o Google a compreender e identificar organizações.

    Google Business Profile. Informações oficiais sobre criação e gerenciamento gratuito do Perfil da Empresa.

    Semrush. Materiais sobre SEO local, pesquisa de palavras-chave locais, citações e presença digital de empresas.

    Ahrefs. Materiais sobre Local SEO, Google Maps SEO, citações locais e otimização da presença de pequenos negócios.

    CLARKE, Adam. SEO: Learn Search Engine Optimization with Smart Internet Marketing Strategies. Referência complementar sobre fundamentos de SEO, relevância e autoridade digital.

    Links para Pesquisa

    Como conseguir mais clientes pelo Perfil da Empresa no Google? https://karenmidiadigital.com.br/blog/como-conseguir-mais-clientes-pelo-perfil-da-empresa-no-google/

    Como fazer SEO no Perfil da Empresa no Google?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/como-fazer-seo-no-perfil-da-empresa-no-google/

    Por que minha empresa não aparece no Google Maps mesmo estando cadastrada? https://karenmidiadigital.com.br/blog/por-que-minha-empresa-nao-aparece-no-google-maps-mesmo-estando-cadastrada/

    O que fazer com avaliações ruins no Google?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/o-que-fazer-com-avaliacoes-ruins-no-google/

    Não tenho empresa aberta. Posso aparecer no Google mesmo assim? https://karenmidiadigital.com.br/blog/nao-tenho-empresa-aberta-posso-aparecer-no-google-mesmo-assim/

    Michelle Karen | Fundadora da Karen Mídia Digital e do Guia KM
    11 de outubro de 2026

  • Pesquisa de palavras-chave e prompts: como descobrir o que as pessoas realmente perguntam às Inteligências Artificiais ?

    Pesquisa de palavras-chave e prompts: como descobrir o que as pessoas realmente perguntam às Inteligências Artificiais ?

    Terceiro artigo da Série: SEO com IA — o que significa essa fusão?

    Tempo estimado de leitura: 7 minutos

    Nos dois primeiros artigos desta série, eu percorri duas etapas importantes.

    Primeiro, mostrei como uma pergunta feita a uma Inteligência Artificial pode se desdobrar em diversas pesquisas menores antes que uma resposta seja construída.

    Depois, falei sobre a análise de lacunas da marca: descobrir onde os concorrentes aparecem, quais assuntos estão ocupando e onde a nossa marca ainda está ausente.

    Agora chegamos à terceira etapa:

    O que as pessoas realmente pesquisam — e perguntam — quando usam Inteligência Artificial?

    Essa mudança é importante porque pesquisar no Google e conversar com uma IA não são exatamente a mesma coisa.

    No Google, alguém pode digitar:

    SEO pequenas empresas

    Em uma Inteligência Artificial, a mesma pessoa pode perguntar:

    Como uma pequena empresa pode começar a fazer SEO sem investir muito?

    Ou:

    Tenho uma pequena empresa em Goiânia e meu site não aparece no Google. O que devo melhorar primeiro?

    Ou ainda:

    Quais são as melhores estratégias para uma empresa local aparecer no Google e nas respostas de Inteligência Artificial?

    A intenção pode ser parecida.

    A forma de pesquisar mudou.

    E é justamente por isso que a pesquisa de palavras-chave continua importante, mas precisa conversar com a pesquisa de perguntas e prompts.

    As palavras-chave acabaram por causa da IA?

    Não.

    Esse é um ponto que considero importante deixar claro.

    SEO com IA não significa abandonar palavras-chave.

    Elas continuam ajudando a compreender os assuntos que as pessoas pesquisam, a intenção por trás dessas pesquisas e os tópicos que um site precisa desenvolver.

    O que mudou é que agora podemos partir de uma palavra-chave e expandi-la para perguntas muito mais específicas.

    Por exemplo:

    SEO

    pode se transformar em:

    • O que é SEO?
    • Como fazer SEO?
    • SEO funciona para pequenas empresas?
    • Quanto tempo demora para SEO dar resultado?
    • Quais são as melhores ferramentas de SEO?
    • Como fazer SEO para uma empresa local?
    • Vale a pena investir em SEO?
    • SEO ajuda a aparecer nas respostas de IA?

    Observe que não estamos falando de oito assuntos completamente diferentes.

    Estamos ampliando um tópico.

    Isso é especialmente importante quando lembramos do conceito de query fan-out, abordado no primeiro artigo desta série.

    Uma pergunta pode levar um sistema de IA a buscar diferentes informações relacionadas antes de construir sua resposta.

    Portanto:

    quanto melhor eu compreendo o tópico e as perguntas que existem ao redor dele, melhor consigo planejar meu conteúdo.

    O que são modificadores de palavras-chave?

    Uma maneira simples de expandir uma pesquisa é trabalhar com modificadores.

    São palavras ou expressões que transformam um assunto amplo em uma pesquisa mais específica.

    Alguns exemplos:

    • como fazer;
    • o que é;
    • vantagens;
    • benefícios;
    • passo a passo;
    • vale a pena;
    • quanto custa;
    • melhores;
    • principais;
    • avaliações;
    • para iniciantes;
    • para pequenas empresas.

    Vamos pegar uma palavra-chave como:

    Perfil da Empresa no Google

    Agora acrescentamos modificadores:

    Como criar um Perfil da Empresa no Google?

    Quais são os benefícios do Perfil da Empresa no Google?

    Perfil da Empresa no Google vale a pena para pequenas empresas?

    Quais são as melhores estratégias para otimizar um Perfil da Empresa no Google?

    Quanto custa criar um Perfil da Empresa no Google?

    Perceba o que aconteceu.

    Uma única palavra-chave começou a revelar diferentes intenções e possibilidades de conteúdo.

    E onde entram os prompts?

    Um prompt pode trazer muito mais contexto do que uma busca tradicional.

    Imagine uma pessoa pesquisando:

    site para empresa

    Agora compare com:

    Tenho uma pequena empresa de serviços e consigo clientes principalmente pelo Instagram. Vale a pena criar um site para aparecer no Google?

    A segunda pesquisa fornece muito mais informações.

    Sabemos que:

    • é uma pequena empresa;
    • trabalha com serviços;
    • utiliza Instagram;
    • quer conquistar clientes;
    • está considerando criar um site;
    • deseja aparecer no Google.

    Para uma estratégia de Marketing Digital, isso é extremamente valioso.

    Os prompts ajudam a revelar não apenas o que a pessoa procura, mas o problema, o contexto e muitas vezes a etapa da decisão em que ela se encontra.

    Como eu posso pesquisar palavras-chave e prompts?

    Eu começaria com as palavras centrais do negócio.

    No caso da Karen Mídia Digital, por exemplo:

    • SEO;
    • Marketing Digital;
    • posicionamento digital;
    • Inteligência Artificial;
    • criação de sites;
    • Perfil da Empresa no Google;
    • palavras-chave;
    • presença digital;
    • negócios locais;
    • mídia digital.

    Depois, começaria a expandir cada tópico.

    Uma estrutura simples seria:

    Palavra-chave + problema + público + intenção

    Por exemplo:

    SEO + aparecer no Google + pequenas empresas + como fazer

    Isso pode gerar:

    Como fazer SEO para uma pequena empresa aparecer no Google?

    Outro exemplo:

    Perfil da Empresa no Google + negócio local + vantagem

    Pode gerar:

    Quais são as vantagens do Perfil da Empresa no Google para um negócio local?

    E podemos continuar.

    Inteligência Artificial + Marketing Digital + pequena empresa:

    Como uma pequena empresa pode usar Inteligência Artificial no Marketing Digital?

    Site + negócio local + clientes:

    Um negócio local precisa de site para conseguir mais clientes?

    Agora começamos a construir não apenas uma lista de palavras-chave, mas um mapa de perguntas reais que podem se transformar em conteúdo.

    A intenção da pesquisa continua importante

    Nem toda pessoa que pesquisa está procurando a mesma coisa.

    Por isso, eu também separaria as ideias por intenção.

    Intenção informacional

    A pessoa quer aprender.

    Exemplos:

    O que é SEO?

    Como funciona o Perfil da Empresa no Google?

    O que é posicionamento digital?

    Intenção comercial

    A pessoa já está avaliando soluções.

    Exemplos:

    Melhores ferramentas de SEO para pequenas empresas

    Vale a pena contratar uma empresa de Marketing Digital?

    SEO ou Google Ads: qual escolher?

    Intenção local

    Existe uma localização envolvida na necessidade.

    Exemplos:

    Empresa de SEO em Goiânia

    Marketing Digital em Aparecida de Goiânia

    Como aparecer nas pesquisas locais do Google?

    Intenção transacional

    A pessoa está mais próxima de realizar uma ação ou contratar.

    Exemplos:

    Quanto custa criar um site para pequena empresa?

    Quanto custa contratar SEO?

    Empresa para otimizar Perfil da Empresa no Google

    Essa separação é importante porque nem todo conteúdo precisa cumprir a mesma função dentro da jornada do cliente.

    A IA consegue responder completamente à pergunta?

    Essa é outra pergunta que eu faria durante a pesquisa.

    Imagine alguém procurando:

    O que é SEO?

    Uma Inteligência Artificial consegue fornecer uma explicação bastante completa sem que a pessoa necessariamente precise visitar um site.

    Agora pense em:

    Qual empresa pode analisar por que meu negócio não aparece no Google?

    A situação muda.

    Existe uma necessidade mais específica e potencialmente comercial.

    Por isso, ao escolher um assunto, eu perguntaria:

    A IA consegue satisfazer plenamente essa intenção dentro da própria resposta?

    Se a resposta for sim, isso não significa que devemos abandonar aquele conteúdo.

    Significa que talvez o objetivo precise mudar.

    Em determinadas pesquisas, além de tentar conquistar o clique, precisamos trabalhar para que nossa marca seja uma das fontes, entidades ou referências utilizadas na construção da resposta.

    Então não devemos mais pensar apenas em cliques?

    Exatamente.

    O clique continua sendo extremamente importante.

    Tráfego orgânico continua importando.

    Conversões continuam importando.

    Posicionamento no Google continua importando.

    Porém, existe uma nova camada.

    Ser mencionado também pode ter valor.

    Imagine alguém perguntando repetidamente a diferentes ferramentas:

    Quais são as melhores estratégias de Marketing Digital para pequenas empresas?

    Se determinada marca começa a aparecer associada a esse assunto, existe construção de presença e reconhecimento.

    É por isso que SEO, AEO e estratégias voltadas à busca por IA precisam trabalhar em conjunto.

    Como transformar essa pesquisa em um calendário de conteúdo?

    Depois de levantar palavras-chave, modificadores, perguntas e prompts, eu organizaria tudo.

    Por exemplo:

    Tema principal: SEO

    Perguntas:

    • O que é SEO?
    • Como fazer SEO?
    • SEO funciona para pequenas empresas?
    • Como fazer SEO local?
    • Quanto custa SEO?
    • Quanto tempo SEO demora para funcionar?
    • Como SEO ajuda nas respostas de IA?

    Formatos possíveis:

    • artigo;
    • guia;
    • tutorial;
    • perguntas frequentes;
    • comparativo;
    • vídeo;
    • carrossel;
    • estudo de caso.

    Depois repetiria o processo para outros pilares.

    Dessa maneira, uma pesquisa de palavras-chave deixa de produzir apenas uma lista de termos.

    Ela começa a construir uma estratégia editorial.

    E isso também evita outro problema comum no Marketing Digital:

    produzir conteúdo simplesmente porque surgiu uma ideia naquele dia.

    Um prompt para começar sua própria pesquisa

    Uma pequena empresa pode utilizar a própria Inteligência Artificial para ajudar a organizar essa etapa.

    Um exemplo:

    Estou fazendo uma pesquisa de palavras-chave para uma empresa especializada em [SERVIÇO].

    Meu público é formado por [PÚBLICO].

    Liste palavras-chave principais relacionadas ao negócio e combine essas palavras com modificadores como: como fazer, o que é, vantagens, benefícios, passo a passo, vale a pena, quanto custa, melhores, principais, avaliações, para iniciantes e para pequenas empresas.

    Depois, transforme essas combinações em perguntas e prompts que uma pessoa poderia fazer no Google ou em uma Inteligência Artificial.

    Separe os resultados por intenção informacional, comercial, local e transacional.

    Por fim, sugira formatos de conteúdo adequados para cada intenção.

    Esse resultado não deve ser tratado como uma pesquisa pronta.

    Ele é um ponto de partida.

    Depois, as ideias precisam ser analisadas, comparadas com dados reais, concorrentes, resultados do Google e com as necessidades do público.

    Perguntas frequentes

    As palavras-chave ainda são importantes no SEO com IA?

    Sim. Elas continuam sendo fundamentais para compreender tópicos, intenção de busca e demanda. A diferença é que agora também precisamos observar perguntas mais longas, linguagem conversacional e prompts contextualizados.

    O que é um prompt na pesquisa por IA?

    É uma instrução ou pergunta enviada a uma Inteligência Artificial. Um prompt pode conter contexto, objetivo, restrições e detalhes que normalmente não aparecem em uma pesquisa curta tradicional.

    Devo criar um artigo para cada palavra-chave?

    Não necessariamente.

    Palavras diferentes podem fazer parte da mesma intenção e do mesmo tópico. Criar vários conteúdos quase idênticos pode fragmentar a estratégia.

    O objetivo é compreender o assunto como um todo.

    Posso usar Inteligência Artificial para fazer pesquisa de palavras-chave?

    Sim, principalmente para gerar ideias, modificadores, perguntas, agrupamentos e possibilidades de conteúdo.

    Entretanto, a IA não deve ser a única fonte da pesquisa. Dados de ferramentas de SEO, resultados do Google, concorrentes e comportamento real do público continuam importantes.

    É melhor escrever para o Google ou para a Inteligência Artificial?

    Essa separação pode levar a uma estratégia ruim.

    O conteúdo precisa ser útil para pessoas, compreensível para mecanismos de busca e estruturado de maneira que sistemas de IA também consigam interpretar suas informações.

    SEO continua sendo a base. A busca por IA amplia o ambiente em que esse conteúdo pode ser encontrado e utilizado.

    Conclusão

    A pesquisa de palavras-chave não morreu.

    Ela evoluiu.

    Agora, além de descobrir o que as pessoas pesquisam, precisamos compreender como elas perguntam, qual contexto fornecem e o que realmente querem resolver.

    Palavras-chave nos mostram os tópicos.

    Modificadores revelam novas intenções.

    Perguntas mostram dúvidas.

    Prompts acrescentam contexto.

    E, juntos, esses elementos ajudam a construir uma estratégia de conteúdo muito mais ampla para Google, Marketing Digital e mecanismos de busca baseados em Inteligência Artificial.

    Depois de compreender como a busca por IA funciona, analisar as lacunas da marca e descobrir quais palavras-chave, perguntas e prompts precisamos trabalhar, chegamos à próxima etapa:

    Como fazer para que a Inteligência Artificial encontre, compreenda e cite nosso conteúdo?

    Esse será o tema do próximo artigo da série:

    Como ser citado pelas Inteligências Artificiais?


    Michelle Karen, fundadora da Karen Mídia Digital.
    08 de agosto de 2026

  • Guia Completo de SEO: do básico à Inteligência Artificial

    Guia Completo de SEO: do básico à Inteligência Artificial

    Tempo estimado de leitura: 3 horas ( 20 páginas)

    Introdução

    Se você deseja entender como funciona o SEO e por que algumas empresas aparecem nas primeiras posições do Google enquanto outras passam despercebidas, este guia foi criado para você.

    Aqui você encontrará uma sequência de artigos organizada de forma lógica, desde os conceitos básicos até estratégias avançadas relacionadas à Inteligência Artificial, autoridade digital e posicionamento de marca.

    Independentemente de você estar começando ou já possuir um site, este guia servirá como um ponto de partida para compreender como construir uma presença digital sólida e conquistar mais visibilidade de forma orgânica.


    Módulo 1 — Fundamentos do SEO

    Antes de otimizar um site, é importante entender como os mecanismos de busca funcionam. Nesta etapa você aprenderá os conceitos fundamentais que servirão de base para todo os restante do guia.

    1. O que significa SEO e o que é? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=38
    2. Quais são os 4 pilares do SEO?https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=46
    3. Qual a diferença entre SEO e SEM?https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=48
    4. Como funciona a Pesquisa do Google?https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=52

    Módulo 2 — Colocando o SEO em prática

    Agora que você conhece os fundamentos, é hora de aprender como aplicar o SEO em um site, construir autoridade digital e produzir conteúdos confiáveis.

    1. Como fazer o SEO do meu site? Guia completo para melhorar seu posicionamento no Google https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=40
    2. Como o Google avalia a credibilidade de um site? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=72
    3. E-E-A-T: por que experiência e autoridade são importantes? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=76
    4. O que é autoridade digital e como construí-la para aparecer no Google e nas Inteligências Artificiais https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=70

    Módulo 3 — A nova era das buscas

    A evolução da Inteligência Artificial mudou a forma como as pessoas pesquisam e como os mecanismos de busca apresentam respostas. Nesta etapa você entenderá essas mudanças.

    1. A busca mudou: não se trata apenas de cliques https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=56
    2. AEO não substitui o SEO. https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=54
    3. Qual é a diferença entre SEO, AEO, GEO e LLMO? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=58
    4. Gemini, do Google: o que é e por que essa IA é importante? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=60

    Módulo 4 — SEO para Inteligência Artificial

    Conheça as estratégias que ajudam empresas a aparecerem nas respostas do Google AI Overviews, ChatGPT, Gemini e outros sistemas de IA.

    1. Como produzir conteúdo que o Google e as inteligências artificiais utilizam como referência? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=80
    2. Como as Inteligências Artificiais escolhem quais empresas citar nas respostas? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=28
    3. Como obter tráfego de buscas com IA e aumentar a visibilidade da sua marca? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=50
    4. Por que o posicionamento de marca agora é uma variável de busca da IA? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=90

    Módulo 5 — Estratégia e crescimento

    Depois de dominar os fundamentos técnicos, chegou o momento de transformar conhecimento em resultados por meio de uma estratégia consistente de posicionamento digital.

    1. Como criar uma estratégia de posicionamento digital para toda a jornada do cliente? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=68
    2. Seu cliente não compra de você na primeira visita. https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=66
    3. Onde seus clientes procuram informações antes de comprar? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=64
    4. Seu site é sua vitrine digital? https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=84

    Módulo 6 – Estudos de Caso

    Depois de compreender os fundamentos do SEO, da Inteligência Artificial e das estratégias de posicionamento digital, é hora de ver como esses conceitos são aplicados em projetos reais.

    Nesta etapa, você encontrará experiências, aprendizados e decisões tomadas durante o desenvolvimento de sites e estratégias de SEO, mostrando como a teoria se transforma em resultados na prática.

    21. Depois de desenvolver sete sites, entendi: https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=5


    Michelle Karen, 31 de julho de 2026.

  • Por que os sinais externos ganharam tanta importância

    Outro aspecto que passou a influenciar significativamente as respostas das Inteligências Artificiais é a reputação construída fora do próprio site.

    Durante muitos anos, bastava que uma empresa publicasse conteúdos relevantes e realizasse um bom trabalho de SEO para conquistar posições nos mecanismos de busca. Atualmente, embora esses fatores continuem sendo fundamentais, eles representam apenas parte da construção da autoridade digital.

    Os modelos de IA também analisam o que outras pessoas, empresas e organizações dizem sobre determinada marca.

    Em outras palavras, a Inteligência Artificial procura validar as informações presentes no site por meio de sinais externos de confiança.

    Entre esses sinais estão:

    • avaliações de clientes;

    • entrevistas concedidas;

    • participações em eventos;

    • publicações em portais especializados;

    • estudos de caso;

    • backlinks provenientes de sites confiáveis;

    • menções espontâneas;

    • participação em podcasts;

    • artigos assinados;

    • comentários positivos em comunidades técnicas;

    • citações em universidades, associações e organizações do setor.

    Quanto maior for a quantidade de evidências apontando para a mesma percepção sobre uma empresa, maior tende a ser a confiança construída pelos modelos de Inteligência Artificial.

    Esse comportamento é semelhante ao de uma pessoa pesquisando antes de contratar um serviço.

    Ela dificilmente toma uma decisão baseada apenas no site da empresa.

    Normalmente procura avaliações, busca referências, consulta redes sociais, verifica recomendações e tenta confirmar se aquela marca realmente possui credibilidade.

    A Inteligência Artificial segue uma lógica semelhante, porém em uma escala muito maior.

    Como fortalecer o posicionamento da marca perante a IA

    A boa notícia é que existem diversas ações capazes de aumentar significativamente a clareza da marca para os modelos de Inteligência Artificial.

    Essas estratégias não devem ser vistas como ações isoladas, mas como parte de um ecossistema de posicionamento digital.

    Entre as principais práticas estão:

    • definir claramente a proposta de valor da empresa;

    • utilizar a mesma comunicação em todos os canais digitais;

    • manter o site institucional constantemente atualizado;

    • produzir conteúdos aprofundados e originais;

    • demonstrar experiência prática por meio de projetos reais;

    • publicar estudos de caso;

    • conquistar avaliações autênticas de clientes;

    • manter o Perfil da Empresa no Google atualizado com informações completas;

    • fortalecer o perfil da empresa e dos profissionais no LinkedIn;

    • produzir vídeos educativos no YouTube;

    • participar de entrevistas, eventos e palestras;

    • conquistar backlinks de qualidade;

    • responder dúvidas frequentes do público;

    • utilizar dados estruturados (Schema.org) sempre que possível;

    • revisar periodicamente as informações publicadas para garantir consistência.

    Cada uma dessas ações contribui para fortalecer os chamados Brand Signals e aumentar a capacidade dos mecanismos de IA de compreender exatamente quem é a empresa e quais problemas ela resolve.


    Como medir a presença da marca nas respostas das IAs

    Até pouco tempo, medir resultados significava acompanhar posições no Google, volume de tráfego e quantidade de palavras-chave ranqueadas.

    Entretanto, esse cenário começou a mudar.

    A Ahrefs lançou o Brand Radar AI Responses, um recurso desenvolvido para analisar como as marcas aparecem nas respostas geradas por Inteligências Artificiais. Em vez de medir apenas o posicionamento de páginas nos mecanismos de busca, essa funcionalidade identifica quais empresas são citadas pelos modelos de IA em diferentes temas, permitindo acompanhar a visibilidade de uma marca nesse novo ambiente de pesquisa.

    Na prática, o Brand Radar AI Responses ajuda empresas e profissionais de marketing a entender se sua marca está sendo mencionada pelas Inteligências Artificiais, em quais assuntos ela aparece, com que frequência é citada e quais concorrentes também estão sendo utilizados como referência. Essas informações oferecem uma nova perspectiva sobre autoridade digital, complementando as métricas tradicionais de SEO.

    Esse tipo de análise representa uma nova etapa da mensuração de desempenho digital.

    Além de verificar se um conteúdo aparece nas páginas de resultados, agora também é possível observar se uma marca está sendo citada por sistemas generativos. Isso permite avaliar se o trabalho de produção de conteúdo, fortalecimento da autoridade e posicionamento da marca está contribuindo para aumentar sua presença nas respostas fornecidas por ferramentas como Google AI Overviews, ChatGPT, Gemini e Perplexity.

    Essa mudança tende a transformar a maneira como empresas avaliam sua presença online nos próximos anos.

    Da mesma forma que o SEO evoluiu ao longo das últimas décadas, os indicadores relacionados às buscas por IA também deverão ganhar cada vez mais importância.


    O futuro pertence às marcas que constroem confiança

    A evolução da Inteligência Artificial não elimina os fundamentos do SEO.

    Na realidade, ela amplia esses fundamentos.

    Boas práticas técnicas continuam indispensáveis.

    Conteúdo de qualidade continua sendo essencial.

    Experiência do usuário permanece importante.

    Backlinks ainda representam sinais relevantes.

    Entretanto, agora existe uma camada adicional.

    A marca precisa ser facilmente compreendida.

    Ela precisa transmitir confiança.

    Precisa manter consistência em todos os pontos de contato.

    Precisa demonstrar experiência real.

    Precisa produzir conhecimento útil.

    Precisa construir reputação continuamente.

    Empresas que enxergarem essa transformação antes da concorrência estarão mais preparadas para conquistar espaço não apenas nas páginas de resultados do Google, mas também nas respostas produzidas por modelos de Inteligência Artificial.

    Conclusão

    Durante muitos anos, o principal objetivo das estratégias digitais foi conquistar posições nos mecanismos de busca.

    Hoje, esse objetivo continua relevante, mas já não é suficiente.

    A nova geração de buscadores baseada em Inteligência Artificial procura compreender empresas, profissionais e marcas de maneira muito mais profunda.

    Isso significa que fatores como posicionamento, reputação, autoridade digital, consistência da comunicação e experiência prática passaram a influenciar diretamente a forma como essas tecnologias selecionam as empresas que serão citadas em suas respostas.

    O SEO continua sendo indispensável.

    Entretanto, ele deixa de atuar sozinho.

    Branding, SEO, GEO e LLMO tornam-se estratégias complementares para fortalecer a presença digital de uma empresa em um ambiente onde a confiança vale tanto quanto a otimização técnica.

    Como destaca o Google Search Central, conteúdos úteis, produzidos para pessoas e baseados em experiência real tendem a oferecer mais valor aos usuários. Da mesma forma, a Semrush demonstra que o posicionamento de marca passou a influenciar as buscas baseadas em IA, enquanto a Ahrefs já disponibiliza ferramentas para acompanhar quais marcas aparecem nas respostas desses sistemas. Neil Patel e Adam Clarke também reforçam que autoridade digital é construída por meio de consistência, qualidade e produção contínua de conteúdo relevante.

    Em um cenário onde a Inteligência Artificial responde milhões de perguntas diariamente, as empresas que comunicarem com clareza quem são, o que fazem e por que merecem confiança terão maiores chances de serem citadas, recomendadas e reconhecidas como referência.

    Mais do que otimizar páginas, o desafio agora é construir uma marca que seja facilmente compreendida tanto pelas pessoas quanto pelas Inteligências Artificiais.

    Leia também

    • O que é SEO e quais são os seus quatro pilares?https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=46

    • Como o Google avalia a credibilidade de um site?https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=72

    • E-E-A-T: por que experiência, especialização, autoridade e confiança são importantes?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=76

    • Como produzir conteúdo que o Google e as Inteligências Artificiais utilizam como referência?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=80

    • Como as Inteligências Artificiais escolhem quais empresas citar nas respostas?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=28

    • AEO não substitui o SEO: entenda as diferenças.

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=54

    • SEO, AEO, GEO e LLMO: qual é a diferença?https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=58

    • A busca mudou: não se trata apenas de cliques.

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/?p=56

    Referências

    Ahrefs. Brand Radar API – AI Responses. https://docs.ahrefs.com/pt/api/reference/brand-radar/get-ai-responses

    Semrush. Por que o posicionamento de marca agora é uma variável de busca da IA. https://www.semrush.com/blog/brand-positioning-is-an-ai-search-variable/

    Google Search Central. Creating helpful, reliable, people-first content. https://developers.google.com/search/docs

    Neil Patel. Artigos sobre SEO, autoridade digital e posicionamento de marca.

    Adam Clarke. SEO 2026. Guia completo de otimização para mecanismos de busca.

    Michelle Karen, 31 de julho de 2026

  • Branding, SEO, GEO e LLMO agora trabalham juntos

    Durante muitos anos, branding e SEO foram tratados como estratégias independentes. Enquanto o branding buscava fortalecer a identidade e a percepção da marca, o SEO concentrava seus esforços em melhorar o posicionamento das páginas nos mecanismos de busca.

    Entretanto, esse cenário mudou.

    Com a evolução das buscas baseadas em Inteligência Artificial, essas duas áreas passaram a atuar de forma complementar. Afinal, não basta apenas que uma página seja encontrada. É preciso que a empresa seja compreendida e considerada confiável pelos modelos de IA.

    Nesse contexto, surgem também conceitos como GEO (Generative Engine Optimization) e LLMO (Large Language Model Optimization).

    O GEO reúne práticas voltadas para aumentar a probabilidade de uma empresa aparecer nas respostas produzidas por mecanismos generativos, enquanto o LLMO busca estruturar conteúdos para que grandes modelos de linguagem compreendam melhor o contexto, a especialidade e a autoridade de uma marca.

    Na prática, SEO continua sendo responsável por facilitar a descoberta do conteúdo. Já GEO e LLMO ampliam essa estratégia para que a empresa também seja reconhecida e recomendada pelas Inteligências Artificiais.

    Essas disciplinas não competem entre si. Pelo contrário, elas se complementam e fortalecem uma presença digital cada vez mais consistente.

    O poder dos Brand Signals

    Outro conceito que ganhou destaque é o de Brand Signals, ou sinais de marca.

    Segundo a Semrush, o posicionamento de marca tornou-se uma variável relevante para as buscas baseadas em IA porque esses sistemas procuram evidências consistentes sobre a identidade de uma empresa antes de utilizá-la como referência.

    Esses sinais podem incluir:

    • frequência com que a marca é mencionada na internet;

    • consistência da comunicação em diferentes canais;

    • avaliações positivas de clientes;

    • presença em sites reconhecidos;

    • entrevistas e participações em eventos;

    • artigos publicados;

    • backlinks provenientes de fontes confiáveis;

    • autoridade dos profissionais que representam a empresa;

    • citações espontâneas em comunidades e fóruns.

    Quanto maior for a quantidade de sinais coerentes, maior tende a ser a confiança dos modelos de IA naquela marca.

    É importante destacar que esses sinais não substituem um bom conteúdo. Eles funcionam como elementos complementares que ajudam a Inteligência Artificial a validar aquilo que a empresa afirma sobre si mesma.

    A consistência vale mais do que a quantidade

    Muitas empresas acreditam que publicar centenas de artigos ou manter perfis em todas as redes sociais é suficiente para conquistar autoridade.

    Na prática, isso nem sempre acontece.

    Imagine duas empresas concorrentes.

    A primeira publica conteúdos diariamente, mas utiliza descrições diferentes em cada plataforma. Em seu site, afirma ser especializada em marketing digital. No LinkedIn, apresenta-se como agência de publicidade. Já no Perfil da Empresa no Google destaca apenas a criação de sites.

    Embora todas essas atividades possam fazer parte do negócio, a falta de uma mensagem central dificulta a compreensão da marca.

    Agora imagine uma segunda empresa.

    Ela utiliza exatamente a mesma proposta de valor em seu site, blog, Perfil da Empresa no Google, LinkedIn, YouTube e demais canais digitais. Seus conteúdos abordam os mesmos temas, demonstram experiência prática, apresentam estudos de caso e mantêm uma identidade visual consistente.

    Qual dessas empresas será mais fácil de ser compreendida por um modelo de Inteligência Artificial?

    Muito provavelmente, a segunda.

    Isso acontece porque a IA procura padrões consistentes. Quando encontra informações alinhadas em diferentes fontes, aumenta sua confiança de que aquela empresa realmente possui autoridade no assunto.

    E-E-A-T continua sendo um dos pilares da credibilidade

    Mesmo com todas as mudanças trazidas pela Inteligência Artificial, as diretrizes do Google continuam reforçando a importância do E-E-A-T.

    Esse conceito representa quatro elementos fundamentais:

    • Experience (Experiência);

    • Expertise (Especialização);

    • Authoritativeness (Autoridade);

    • Trustworthiness (Confiabilidade).

    O Google Search Central explica que conteúdos úteis são aqueles produzidos para pessoas, demonstrando conhecimento real sobre o tema abordado.

    Isso significa que artigos escritos apenas para repetir palavras-chave tendem a perder relevância ao longo do tempo.

    Por outro lado, conteúdos que apresentam exemplos práticos, dados confiáveis, análises aprofundadas e experiência de mercado oferecem muito mais valor para os leitores e também para os sistemas de Inteligência Artificial.

    Neil Patel também reforça esse entendimento ao afirmar que autoridade digital não é construída da noite para o dia. Ela resulta da produção contínua de conteúdo relevante, da conquista de confiança do público e da capacidade de resolver problemas reais de maneira consistente.

    O conteúdo continua sendo o principal ativo

    Apesar das mudanças, uma verdade permanece.

    O conteúdo continua sendo o principal ativo de qualquer estratégia de posicionamento digital.

    Entretanto, ele precisa evoluir.

    Hoje, um bom artigo deve responder perguntas reais, oferecer profundidade, apresentar fontes confiáveis e demonstrar conhecimento prático.

    Além disso, precisa estar integrado ao restante do ecossistema digital da empresa.

    Quando um conteúdo é reforçado por vídeos, estudos de caso, avaliações positivas, páginas institucionais bem estruturadas e perfis atualizados, a Inteligência Artificial encontra muito mais evidências para compreender a especialidade daquela marca.

    Adam Clarke, autor do livro SEO 2026, destaca que o futuro da otimização para mecanismos de busca depende cada vez mais da capacidade de produzir conteúdos realmente úteis, organizados e voltados para responder às necessidades do usuário, em vez de apenas atender aos algoritmos.

    Essa visão se conecta diretamente ao novo cenário das buscas por IA.

    Hoje, criar conteúdo de qualidade já não significa apenas conquistar posições no Google. Significa construir conhecimento suficiente para que uma marca seja reconhecida, compreendida e recomendada pelos modelos de Inteligência Artificial.

    Continua… Na Parte 3 veremos como fortalecer o posicionamento da marca na prática, quais ações aumentam as chances de ser citado pelas IAs e por que reputação digital se tornou um dos ativos mais valiosos para empresas que desejam crescer organicamente.

    Michelle Karen ,31 de julho de 2026.

  • Por que o posicionamento de marca agora é uma variável de busca da IA

    Durante muitos anos, conquistar visibilidade nos mecanismos de busca dependia principalmente de uma boa estratégia de SEO. Produzir conteúdos relevantes, utilizar palavras-chave de forma natural, melhorar a velocidade do site, conquistar backlinks de qualidade e oferecer uma excelente experiência ao usuário eram fatores suficientes para aumentar significativamente as chances de aparecer entre os primeiros resultados do Google.

    Entretanto, a passaram a interpretar as informações de uma maneira muito mais ampla do que os buscadores tradicionais.

    Hoje, não basta apenas ter páginas bem posicionadas.

    É necessário que a Inteligência Artificial compreenda quem é a empresa, qual problema ela resolve, qual é sua especialidade e por que ela merece ser considerada uma referência naquele assunto.

    Em outras palavras, além da otimização técnica, o posicionamento de marca tornou-se uma variável importante para a visibilidade nas respostas geradas por IA.

    Segundo a Semrush, o posicionamento de marca passou a influenciar diretamente a forma como os mecanismos de busca baseados em Inteligência Artificial interpretam empresas, tornando a consistência da identidade digital um fator estratégico para conquistar espaço nas respostas generativas. Esse movimento mostra que branding e SEO deixaram de atuar separadamente e passaram a trabalhar de forma complementar.

    A busca deixou de analisar apenas páginas

    Durante muito tempo, os mecanismos de busca foram desenvolvidos para organizar páginas da internet.

    Quando um usuário pesquisava por um determinado assunto, o algoritmo analisava centenas de fatores para decidir quais páginas eram mais relevantes para responder àquela consulta.

    Essa lógica continua existindo.

    No entanto, quando falamos de Inteligência Artificial, o processo vai além.

    Os modelos de linguagem não procuram apenas documentos. Eles procuram compreender contextos, relacionamentos e entidades.

    Isso significa que a IA tenta responder perguntas como:

    Quem é essa empresa?

    O que ela realmente faz?

    Em quais assuntos ela demonstra experiência?

    Quem cita essa marca?

    Ela possui sinais suficientes de confiança para ser recomendada?

    Essas respostas não são encontradas em apenas uma página do site. Elas são construídas a partir de centenas de sinais distribuídos pela internet.

    É justamente por isso que empresas com excelente conteúdo, mas sem uma identidade digital consistente, podem deixar de ser citadas pelas Inteligências Artificiais.

    O posicionamento da marca passou a influenciar as respostas da IA

    Essa transformação representa uma das maiores mudanças já vistas no SEO.

    Se antes bastava otimizar uma página para uma palavra-chave específica, agora é necessário construir uma presença digital coerente em diversos canais.

    A Inteligência Artificial procura identificar padrões.

    Quando encontra a mesma mensagem no site institucional, no blog, no Perfil da Empresa no Google (antigo Google Meu Negócio), no LinkedIn, no YouTube e em outros canais relevantes, ela passa a compreender com muito mais clareza qual é o posicionamento daquela empresa.

    Por outro lado, quando cada plataforma apresenta descrições diferentes, públicos distintos ou mensagens contraditórias, a IA encontra dificuldades para formar uma representação confiável da marca.

    Consequentemente, a empresa pode perder oportunidades de aparecer nas respostas geradas por esses modelos.

    A própria documentação do Google Search Central reforça que conteúdos úteis, confiáveis e criados para pessoas continuam sendo fundamentais para que os sistemas do Google compreendam a qualidade de um site. Além disso, o conceito de E-E-A-T — Experiência, Especialização, Autoridade e Confiabilidade — tornou-se um dos pilares para avaliar a credibilidade das informações disponibilizadas na web.

    A IA trabalha com entidades, não apenas com palavras-chave

    Uma das maiores diferenças entre os buscadores tradicionais e os modelos de Inteligência Artificial está na forma como eles interpretam as informações.

    Durante muitos anos, grande parte das estratégias de SEO concentrou esforços na otimização de palavras-chave.

    Esse trabalho continua importante.

    Contudo, os modelos modernos passaram a compreender algo muito maior: entidades.

    Uma entidade pode representar uma empresa, uma pessoa, uma marca, um produto, uma organização ou até mesmo um local físico.

    Em vez de analisar apenas uma sequência de palavras, a IA procura entender as relações existentes entre essas entidades.

    Por exemplo, quando alguém pesquisa por uma agência especializada em SEO em Goiânia, a Inteligência Artificial pode relacionar informações encontradas no site da empresa, em seu Perfil da Empresa no Google, em artigos publicados, em entrevistas, em avaliações de clientes e até mesmo em menções feitas por terceiros.

    Quanto mais consistentes forem essas conexões, maior será a confiança do modelo em recomendar aquela marca.

    Essa é uma mudança significativa em relação ao SEO tradicional, pois demonstra que não basta criar conteúdos isolados. É necessário construir uma identidade digital sólida e coerente.

    Como os modelos de IA constroem confiança

    Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a Inteligência Artificial não toma decisões com base em apenas uma fonte.

    Ela reúne informações provenientes de diversos ambientes digitais para formar uma compreensão probabilística sobre determinada empresa.

    Entre os principais sinais analisados estão:

    • Site institucional.
    • Blog.
    • Perfil da Empresa no Google.
    • LinkedIn.
    • YouTube.
    • Redes sociais.
    • Diretórios empresariais.
    • Avaliações de clientes.
    • Artigos publicados.
    • Estudos de caso.
    • Entrevistas.
    • Parcerias.
    • Menções espontâneas.
    • Citações em sites especializados.

    Segundo a Ahrefs, esse novo cenário é tão relevante que a empresa desenvolveu o Brand Radar AI Responses, uma solução capaz de acompanhar quais marcas aparecem nas respostas geradas por Inteligências Artificiais. Isso demonstra que a presença em ambientes de IA passou a ser um indicador mensurável, semelhante ao acompanhamento tradicional de palavras-chave e posicionamento orgânico.

    Na prática, isso significa que a disputa por visibilidade deixou de acontecer apenas nas páginas de resultados do Google. Agora, ela também acontece dentro das respostas produzidas por sistemas de Inteligência Artificial.

    Essa mudança exige uma nova forma de pensar o posicionamento digital.

    Na Parte 2, veremos como branding, SEO, GEO e LLMO passaram a trabalhar juntos, por que os Brand Signals ganharam tanta importância e quais estratégias podem aumentar significativamente as chances de uma empresa ser citada pelas Inteligências Artificiais.

    Continua…

    Michelle Karen, 31 de julho de 2026.

  • Como produzir conteúdo que o Google e as inteligências artificiais utilizam como referência?

    A forma como as pessoas pesquisam mudou. Antes, o objetivo de muitas empresas era aparecer na primeira página do Google e conquistar cliques. Isso continua importante. No entanto, uma nova etapa passou a fazer parte da estratégia digital: produzir conteúdo que possa ser encontrado, compreendido e utilizado como referência em respostas geradas por inteligências artificiais.

    Hoje, alguém pode pesquisar no Google, perguntar ao Gemini, conversar com o ChatGPT, buscar sugestões no Perplexity ou utilizar o Copilot para tomar uma decisão. Em vez de abrir diversos links, essa pessoa pode receber uma resposta direta, acompanhada de explicações, recomendações e fontes.

    Por isso, o objetivo não é apenas aparecer na busca. É fazer com que o conteúdo seja claro, útil, confiável e relevante a ponto de ser considerado uma boa fonte de informação.

    O objetivo mudou: não é apenas aparecer no Google

    A busca não se trata apenas de cliques. Ela também envolve presença, autoridade, confiança e visibilidade em diferentes ambientes digitais.

    De acordo com a OpenAI, o ChatGPT já atende mais de 900 milhões de usuários ativos semanalmente. Esse crescimento mostra que as ferramentas de inteligência artificial passaram a fazer parte da rotina de quem pesquisa, compara produtos, busca serviços, aprende e toma decisões.

    Portanto, a pergunta deixa de ser apenas como aparecer na primeira página do Google. Ela passa a ser como fazer o Google, o ChatGPT, o Gemini, o Copilot e outras ferramentas reconhecerem meu conteúdo como uma fonte útil.

    Esse movimento está ligado ao AEO, Answer Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de resposta. Segundo a Semrush, AEO reúne práticas voltadas para ampliar a visibilidade de uma marca em respostas produzidas por inteligência artificial, como as do Google e do ChatGPT.

    A Ahrefs também explica que o AEO busca tornar o conteúdo visível e útil para sistemas que fornecem respostas diretas, incluindo ferramentas de IA, assistentes de voz e recursos de busca generativa.

    AEO não substitui SEO

    Embora a busca tenha mudado, SEO continua sendo a base.

    Se o seu site não possui uma estrutura organizada, não carrega corretamente, não está indexado e não responde às buscas do público, as inteligências artificiais também terão dificuldade para localizar e compreender suas páginas.

    Adam Clarke, no livro SEO 2026, reforça que uma estratégia de SEO depende de fundamentos como conteúdo relevante, experiência do usuário, arquitetura do site, pesquisa de palavras-chave e autoridade. Esses princípios continuam importantes porque ajudam os mecanismos de busca a entenderem cada página e a avaliarem sua utilidade.

    Além disso, a própria documentação do Google orienta criadores a produzirem conteúdo útil, confiável e criado prioritariamente para pessoas. Ou seja, criar conteúdo apenas para manipular posições não gera valor sustentável. O conteúdo precisa resolver uma dúvida real.

    A Ahrefs destaca que GEO, AEO e LLMO estão relacionados à busca por visibilidade nas respostas produzidas por IA. Porém, a empresa também defende que boas práticas de SEO continuam contribuindo diretamente para esse resultado.

    Portanto, SEO não ficou para trás. Ele se tornou a estrutura que sustenta a presença da marca no Google e nas novas experiências de busca com IA.

    O que são AEO, GEO e LLMO

    AEO significa Answer Engine Optimization. É a prática de organizar conteúdos para que eles possam responder perguntas de forma direta e objetiva.

    GEO significa Generative Engine Optimization. O foco está em aumentar as chances de uma marca ser mencionada ou utilizada como fonte por mecanismos generativos, como ChatGPT, Gemini, Perplexity e recursos de IA do Google.

    LLMO significa Large Language Model Optimization. Esse conceito está ligado à otimização de informações para modelos de linguagem de grande porte, que interpretam contexto, relações entre palavras e intenção de busca.

    Neil Patel explica que AEO prioriza clareza, estrutura, autoridade e precisão para que sistemas de IA consigam transformar o conteúdo em uma resposta confiável. Dessa forma, não se trata apenas de incluir uma palavra-chave em um texto. É necessário explicar bem o assunto.

    Como produzir conteúdo que pode ser escolhido como referência

    O primeiro passo é responder perguntas reais.

    Em vez de criar textos genéricos, desenvolva conteúdos que resolvam dúvidas específicas do seu público. Uma empresa pode produzir artigos como:

    Como fazer meu negócio aparecer no Google?

    Como conseguir mais avaliações no Perfil da Empresa no Google?

    O que é SEO e por que ele é importante para pequenas empresas?

    Como criar um site que transmite confiança?

    Essas perguntas acompanham a forma como as pessoas pesquisam. Além disso, são mais fáceis de serem transformadas em respostas diretas por mecanismos de busca e ferramentas de IA.

    A Semrush recomenda que os conteúdos sejam organizados para responder às dúvidas com clareza, utilizando títulos objetivos, explicações diretas, subtítulos e informações que aprofundem o tema. Dessa forma, o leitor encontra o que precisa e o mecanismo de busca entende melhor a página.

    Também é importante colocar a resposta principal logo no início. Depois, o conteúdo pode apresentar contexto, exemplos, etapas e orientações práticas.

    Experiência e autoridade tornam o conteúdo mais valioso

    As inteligências artificiais encontram muitas informações parecidas na internet. Por isso, conteúdos superficiais e repetidos tendem a gerar menos valor.

    O que diferencia uma marca é sua experiência real.

    Se você trabalha com SEO, mostre análises, projetos, aprendizados, estratégias e resultados possíveis. Se atua com música, apresente sua formação, seus eventos, seu repertório e sua experiência profissional. Se possui um negócio local, explique como atende, quais regiões atende e quais necessidades resolve.

    O Google destaca que conteúdos devem demonstrar experiência, especialização, autoridade e confiança. Embora esses fatores não sejam uma fórmula isolada de posicionamento, eles ajudam a avaliar se uma página oferece informação útil e confiável.

    Neil Patel também aponta que a autoridade é construída quando o conteúdo apresenta informações corretas, fontes verificáveis, organização e profundidade. Por isso, citar referências reais, mostrar autoria e manter as informações atualizadas fortalecem a presença digital.

    Não produza apenas mais do mesmo

    A inteligência artificial consegue resumir conteúdos que repetem o que já existe. Portanto, copiar ideias ou produzir textos genéricos não é uma estratégia suficiente.

    A Ahrefs orienta que as marcas produzam conteúdos que ofereçam valor real, com informações originais, exemplos, experiência, dados, análises e contexto próprio.

    Uma empresa em Goiânia, por exemplo, pode criar um artigo sobre como melhorar a presença local no Google, considerando o Perfil da Empresa no Google, o Google Maps, as avaliações, o atendimento pelo WhatsApp e a realidade dos consumidores da região. Esse contexto local torna o conteúdo mais útil do que uma explicação ampla e sem conexão com a realidade.

    Além disso, cada página precisa ter um objetivo claro. Um artigo deve responder uma pergunta principal com profundidade, sem misturar assuntos demais.

    Organização também ajuda os mecanismos a entenderem o conteúdo

    Um texto bem escrito precisa ser bem organizado.

    Utilize títulos que antecipem o assunto, subtítulos objetivos, parágrafos curtos, imagens relevantes e links internos para outros conteúdos do seu site. Dessa maneira, a leitura se torna mais fácil e a relação entre os temas fica mais clara.

    Os dados estruturados também podem ajudar. Segundo o Google Search Central, eles fornecem informações explícitas sobre o significado do conteúdo da página. Por exemplo, podem indicar se uma página é um artigo, produto, serviço, evento, empresa local ou seção de perguntas frequentes.

    Entretanto, dados estruturados não garantem destaque. Eles fazem parte de uma estratégia técnica que precisa acompanhar conteúdo de qualidade, site acessível e informações verdadeiras.

    Como medir o resultado

    O retorno de uma estratégia de AEO não deve ser medido apenas por uma posição no Google.

    É importante acompanhar impressões, cliques, páginas mais acessadas, buscas que levam pessoas ao site, contatos recebidos, aumento de pesquisas pela marca e qualidade do tráfego. O Google Search Console ajuda a visualizar parte desses dados.

    Além disso, vale pesquisar perguntas relacionadas ao seu nicho em ferramentas de IA. Observe se o conteúdo está atualizado, se responde bem ao tema e se oferece uma explicação mais útil do que as páginas concorrentes.

    Como destaca Neil Patel, visibilidade em IA precisa estar conectada a resultados reais. Ser mencionado pode aumentar a presença da marca, mas a estratégia também deve gerar confiança, contatos, oportunidades e vendas.

    Conclusão

    Produzir conteúdo para o Google e para as inteligências artificiais não significa abandonar o SEO. Significa ampliar a estratégia.

    O conteúdo precisa ser útil para pessoas, organizado para os mecanismos de busca e profundo o bastante para demonstrar experiência e confiança. Quando uma marca responde perguntas reais, apresenta informações verificáveis e constrói autoridade de forma consistente, aumenta suas chances de aparecer em buscas tradicionais e em respostas geradas por IA.

    A nova meta não é apenas conquistar cliques. É se tornar uma referência.

    Referências

    Google Search Central. Conteúdo útil, confiável e criado para pessoas
    https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/creating-helpful-content

    Google Search Central. Guia de otimização para recursos de IA na busca
    https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/ai-optimization-guide

    Ahrefs. Answer Engine Optimization
    https://ahrefs.com/blog/answer-engine-optimization/

    Ahrefs. GEO, AEO e LLMO
    https://ahrefs.com/blog/geo-is-just-seo/

    Semrush. O que é AEO e como aplicar
    https://www.semrush.com/blog/answer-engine-optimization/

    Neil Patel. O que é AEO e como aplicar
    https://neilpatel.com/br/blog/aeo/

    Adam Clarke. SEO 2026: Learn Search Engine Optimization with Smart Internet Marketing Strategies. 2026. ISBN 9798267680936.

    Michelle Karen , 16 de julho de 2026

  • Seu cliente não compra de você na primeira visita.

    Você sabe em qual etapa está perdendo vendas?

    Muitas empresas acreditam que a decisão de compra acontece no momento em que o cliente entra em contato. No entanto, na maioria das vezes, esse processo começa muito antes. Antes de comprar, as pessoas pesquisam, comparam opções, leem avaliações, assistem a vídeos, visitam sites e buscam referências em diferentes canais.

    Por isso, entender a jornada do cliente tornou-se essencial para quem deseja fortalecer o posicionamento digital.

    O que é a jornada do cliente?

    A jornada do cliente representa todo o caminho percorrido por uma pessoa desde o momento em que identifica uma necessidade até a decisão de compra e o relacionamento após a venda.

    Além disso, cada etapa oferece oportunidades para construir confiança e demonstrar autoridade. Empresas que acompanham essa jornada conseguem responder melhor às dúvidas do público e criar conexões mais sólidas.

    As principais etapas da jornada

    Embora existam diferentes modelos, a jornada costuma ser dividida em cinco fases.

    Descoberta

    Nesta etapa, o cliente percebe que possui um problema ou necessidade. Ainda assim, muitas vezes ele não conhece a solução. Por esse motivo, realiza pesquisas amplas no Google, em vídeos, nas redes sociais e, atualmente, também em Inteligências Artificiais.

    Produzir conteúdos educativos nessa fase aumenta significativamente as chances de sua empresa ser encontrada.

    Consideração

    Depois disso, o cliente começa a comparar alternativas. Nesse momento, ele procura informações mais detalhadas, lê artigos, consulta avaliações, visita sites e busca empresas que demonstrem experiência no assunto.

    É justamente nessa etapa que um blog atualizado, um site bem estruturado e um perfil ativo no Google Business Profile fazem diferença.

    Decisão

    Quando chega o momento da decisão, fatores como credibilidade, avaliações positivas, facilidade de contato e confiança passam a ter um peso ainda maior.

    Portanto, não basta apenas aparecer nos resultados de pesquisa. É preciso transmitir segurança para que o cliente escolha sua empresa.

    Compra

    A compra representa apenas uma parte da jornada. Um bom atendimento e uma experiência positiva aumentam as chances de fidelização e de novas oportunidades de negócio.

    Relacionamento

    Entretanto, a jornada não termina quando acontece a venda.

    Um cliente satisfeito pode voltar a comprar, indicar sua empresa, deixar avaliações positivas, compartilhar seu conteúdo e fortalecer sua marca. Consequentemente, essa etapa também influencia o posicionamento digital, pois avaliações e recomendações aumentam a credibilidade da empresa perante pessoas e mecanismos de busca.

    Como acompanhar toda essa jornada?

    Uma estratégia eficiente precisa estar presente em diferentes canais.

    Seu site representa sua principal fonte de autoridade, pois é nele que você controla totalmente seu conteúdo.

    O blog responde às dúvidas reais das pessoas e, além de contribuir para o SEO, aumenta as chances de seu conteúdo ser utilizado por Inteligências Artificiais como fonte de informação.

    O Google Business Profile fortalece sua presença nas pesquisas locais por meio de avaliações, fotos, publicações e informações atualizadas.

    O YouTube ajuda a responder perguntas frequentes em vídeo, ampliando o alcance da sua marca.

    O LinkedIn fortalece a autoridade profissional, especialmente para empresas que prestam serviços.

    Já Instagram, Facebook e TikTok ampliam a divulgação da marca e ajudam a manter o relacionamento com o público. Ainda assim, dificilmente substituem um site bem estruturado.

    O conteúdo é o ponto de conexão

    Independentemente da plataforma utilizada, existe algo em comum entre todas elas: o conteúdo.

    É por meio dele que você responde dúvidas, ensina, demonstra experiência, constrói confiança e fortalece sua autoridade.

    Neil Patel costuma reforçar que o marketing de conteúdo funciona porque cria relacionamento antes mesmo da venda. Empresas que educam seu público tendem a conquistar mais autoridade e confiança ao longo do tempo.

    Da mesma forma, SEO, AEO, GEO e LLMO trabalham juntos. Hoje já não faz sentido escolher apenas uma dessas estratégias.

    O SEO ajuda seu site a aparecer na Pesquisa do Google.

    O AEO melhora a presença em respostas para pesquisas conversacionais.

    O GEO busca aumentar a visibilidade em mecanismos baseados em Inteligência Artificial.

    O LLMO organiza o conteúdo para que modelos de linguagem compreendam melhor as informações.

    Na prática, todas essas estratégias possuem um objetivo em comum: produzir conteúdos úteis, claros, organizados e confiáveis.

    Minha experiência durante os estudos

    Enquanto estudava materiais da Google Search Central, Ahrefs, Semrush, Neil Patel e o livro SEO 2026, percebi que todas essas fontes apontam para a mesma direção.

    O foco deixou de ser apenas ranquear páginas. O objetivo passou a ser responder às dúvidas das pessoas da melhor maneira possível.

    Foi justamente por isso que decidi transformar meus estudos em artigos publicados neste blog. Além de organizar meu aprendizado, também consigo compartilhar conhecimento com outras pessoas que desejam melhorar seu posicionamento digital.

    Conclusão

    Criar uma estratégia de posicionamento digital não significa apenas aparecer no Google.

    Significa acompanhar toda a jornada do cliente, desde a primeira dúvida até o momento em que ele decide confiar na sua empresa.

    Quanto mais útil, consistente e confiável for seu conteúdo, maiores serão as chances de ser encontrado tanto pelos mecanismos de pesquisa quanto pelas Inteligências Artificiais.

    O posicionamento digital deixou de ser uma ação isolada. Hoje, ele é um processo contínuo de construção de autoridade.

    Referências

    Google Search Central. SEO Starter Guide. Disponível em: https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/seo-starter-guide

    Ahrefs. SEO Basics: Complete Beginner’s Guide.

    Semrush. Content Marketing Guide.

    Patel, Neil. Content Marketing Guide.

    Clarke, Adam. SEO 2026.


    Michelle Karen , 10 de julho de 2026.

  • Onde seus clientes procuram informações antes de comprar?

    Nos últimos artigos, vimos como funciona a Pesquisa do Google, o que é SEO e por que o posicionamento digital é importante para empresas que desejam ser encontradas. No entanto, existe uma pergunta que todo empresário deveria fazer antes de criar qualquer estratégia de marketing:

    Onde meus clientes realmente procuram informações antes de comprar?

    Durante muito tempo, acreditou-se que bastava estar presente nas redes sociais para conquistar clientes. Entretanto, o comportamento do consumidor mudou. Hoje, as pessoas pesquisam em diferentes plataformas, com objetivos diferentes, antes de tomar uma decisão.

    Entender essa jornada é um dos primeiros passos para construir uma estratégia de posicionamento digital consistente.

    Google continua sendo um dos principais canais de pesquisa

    Quando alguém precisa encontrar um produto, um serviço ou uma empresa, normalmente o primeiro lugar onde procura é o Google.

    É nele que as pessoas pesquisam por:

    • empresas próximas;
    • avaliações;
    • preços;
    • comparações;
    • soluções para problemas;
    • informações antes da compra.

    Por isso, ter um site bem estruturado e produzir conteúdo relevante continua sendo uma das estratégias mais importantes para conquistar tráfego orgânico.

    O YouTube também faz parte dessa jornada

    Muitas pessoas enxergam o YouTube apenas como uma plataforma de vídeos. Porém, ele também é um dos maiores mecanismos de busca do mundo.

    Inclusive, todas as pesquisas que realizei para escrever este artigo foram feitas no YouTube, utilizando principalmente os canais da Ahrefs, Semrush, Brian Dean e outros especialistas em SEO.

    Isso mostra que o YouTube não serve apenas para entretenimento. Ele também é uma excelente fonte de aprendizado e pesquisa.

    Se a sua empresa produz conteúdo em vídeo, ela aumenta as oportunidades de ser encontrada por pessoas que ainda estão pesquisando antes de comprar.

    ChatGPT e outras Inteligências Artificiais

    Além do Google e do YouTube, muitas pessoas já utilizam ferramentas de Inteligência Artificial para pesquisar informações.

    No entanto, é importante lembrar que essas plataformas costumam utilizar conteúdos publicados na internet para construir suas respostas.

    Ou seja, quanto mais conteúdo relevante e confiável sua empresa produzir, maiores serão as chances de ser encontrada também nesses novos mecanismos de busca.

    Reddit e comunidades especializadas

    Outra fonte importante de informação são as comunidades online.

    Plataformas como o Reddit ajudam as pessoas a descobrir experiências reais, opiniões, dúvidas e recomendações de outros usuários.

    Além disso, essas comunidades permitem entender quais perguntas seu público realmente faz e quais problemas deseja resolver.

    O papel do seu site

    Depois que o cliente encontra sua empresa, ele precisa de um lugar para conhecer melhor o seu trabalho.

    É exatamente aí que entra o site.

    O site funciona como a base da sua presença digital. Nele, você pode apresentar seus serviços, sua história, seus diferenciais e, principalmente, publicar conteúdos que respondam às dúvidas do seu público por meio de um blog.

    Com o tempo, esse conjunto de conteúdos contribui para aumentar sua autoridade e melhorar seu posicionamento nos mecanismos de busca.

    Conclusão

    Antes de investir tempo e dinheiro em qualquer estratégia digital, faça uma pergunta simples:

    Onde seus clientes realmente procuram informações antes de comprar?

    A resposta dificilmente será apenas “Instagram” ou “Facebook”.

    Hoje, a jornada de pesquisa pode passar pelo Google, YouTube, ChatGPT, Reddit e pelo próprio site da empresa.

    Quanto mais presente sua marca estiver nesses canais, produzindo conteúdo útil e relevante, maiores serão as oportunidades de ser encontrada por novos clientes.

    Nos próximos artigos, continuarei compartilhando os aprendizados obtidos durante meus estudos sobre SEO, comportamento de busca e posicionamento digital, sempre com base em fontes reconhecidas mundialmente.

    Referências

    • Google Search Central. Creating helpful, reliable, people-first content.
    • Ahrefs. SEO Starter Guide e materiais sobre Keyword Research.
    • Semrush Academy. Cursos sobre SEO e Marketing Digital.
    • Brian Dean (Backlinko). Guias sobre SEO e Search Intent.
    • Adam Clarke. SEO 2026.

    Michelle Karen , 07 de julho de 2026

  • A busca mudou: não se trata apenas de cliques

    Veja como ChatGPT, Google AI Overviews, Gemini e outras plataformas estão transformando a forma como as pessoas pesquisam e como isso impacta empresas e criadores de conteúdo.

    Será que a IA vai acabar com o SEO? O que acontece quando você começa a otimizar seu conteúdo de forma intencional? Como escolher as plataformas certas para publicar? Como a IA decide quem recomendar? Como a busca por IA funciona na prática?

    Além disso, como a IA encontra conteúdo, decide quais informações utilizar e como a visibilidade nas respostas de IA se apresenta para diferentes tipos de negócios? Se você não entender como a busca por IA funciona, todas as dicas de otimização que ouvir parecerão apenas uma lista aleatória de táticas.

    Como a IA encontra, avalia e indexa o conteúdo?

    De onde a IA obtém as informações?

    A IA utiliza duas fontes principais de informação, que funcionam de maneiras diferentes. A primeira são os dados de treinamento. Trata-se de uma grande coleção de textos com os quais o modelo foi originalmente treinado, incluindo livros, sites, PDFs, conteúdos de redes sociais e transcrições de vídeos do YouTube.

    Quando você faz uma pergunta ao ChatGPT e recebe uma resposta imediatamente, parte dessa resposta pode vir desses dados de treinamento. No entanto, esses dados não são atualizados continuamente. Por isso, se você publicou um conteúdo na semana passada, a IA provavelmente ainda não o conhece por meio dos dados de treinamento.

    A segunda fonte é a recuperação em tempo real.

    Nesse caso, a IA consulta páginas da web durante a geração da resposta, recuperando informações atualizadas por meio de um processo secundário. Por que isso é importante? Porque existem duas maneiras de influenciar o que a IA diz sobre a sua marca.

    A primeira é ser amplamente mencionada na internet. A segunda é garantir que o seu conteúdo possa ser encontrado quando a IA realizar pesquisas em tempo real. Afinal, nós já conhecemos boa parte desse processo: isso é SEO.

    Além disso, bom posicionamento nos mecanismos de busca, obtenção de backlinks e produção de conteúdo de qualidade aumentam significativamente as chances de o seu conteúdo ser recuperado e utilizado pela IA durante essas consultas.

    Um único prompt pode gerar de 9 a 11 consultas adicionais, algumas chegando a 28 pesquisas. Já o modo de pesquisa avançada do ChatGPT pode realizar centenas de buscas para responder a uma única pergunta.

    Resumindo, se o seu conteúdo estiver bem posicionado para essas consultas específicas do seu nicho, sua marca terá muito mais chances de ser incluída na resposta final da IA.

    Essa é uma das grandes mudanças em relação ao SEO tradicional. Na busca por IA, não basta ranquear para uma única palavra chave. É necessário demonstrar autoridade sobre todo um tópico.

    Por fim, no relatório Brand Radar, da Ahrefs, é possível visualizar as consultas derivadas, também chamadas de branching queries, geradas para prompts do ChatGPT e do Perplexity. Essas consultas são sintéticas, geradas pela própria IA durante o processo de resposta e podem variar de uma pesquisa para outra.

    Portanto, elas devem ser vistas como uma janela para entender quais tópicos a IA considera relevantes para responder a uma determinada pergunta.

    Nota da autora: Este artigo faz parte do meu Diário de Estudos sobre SEO, AEO e Inteligência Artificial. O conteúdo foi elaborado com base em cursos, livros, documentações oficiais e pesquisas técnicas, sendo apresentado com minhas interpretações e aplicações práticas.

    Fontes e links para estudo:

    https://www.youtube.com/@AhrefsCom

    Instagram: @Ahrefs

    Google Search Central: Princípios básicos da SEO

    SEO 2026: Learn Search Engine Optimization with Smart Internet Marketing Strategies, Adam Clarke

    Michelle Karen, 6 de julho de 2026.