Categoria: Marketing Orgânico

Estratégias de marketing digital 100% orgânico: como crescer, engajar e conquistar clientes sem depender de tráfego pago ou anúncios patrocinados.
(Essa pode até ser uma categoria “guarda-chuva” pra reforçar seu posicionamento de marca — “marketing vivido, não fabricado”.)

  • Por que muitos pequenos prestadores ainda são difíceis de encontrar no Google?

    Por que muitos pequenos prestadores ainda são difíceis de encontrar no Google?

    Guia KM – Karen Mídia

    Tempo estimado de leitura: 10 minutos

    Você sabe que existe um eletricista no seu bairro. Um vizinho conhece uma costureira que trabalha há anos na região. Alguém tem o telefone de um bom encanador e outra pessoa conhece uma confeiteira que atende por encomenda. Esses profissionais existem, trabalham, possuem clientes e movimentam a economia local. No entanto, surge uma questão importante: uma pessoa que ainda não conhece nenhum deles conseguiria encontrá-los pesquisando no Google?

    Essa diferença entre existir em uma região e ser encontrado por quem ainda não conhece o profissional é uma das questões que motivaram a criação do Guia KM – Karen Mídia Digital. Muitos pequenos prestadores construíram sua clientela durante anos por meio de indicações. Um cliente recomenda para outro, o telefone é compartilhado em um grupo de WhatsApp e, assim, o profissional continua conquistando trabalhos. Esse modelo pode funcionar muito bem dentro de uma rede de contatos, mas apresenta uma limitação: quem está fora dessa rede pode não saber que aquele profissional existe.

    Por isso, quando falamos em Marketing Digital e Marketing Orgânico para pequenos negócios, não estamos falando apenas de redes sociais ou anúncios. Estamos falando também da construção de caminhos para que uma pessoa encontre uma empresa ou um profissional quando surge uma necessidade real.

    O profissional existe. Mas existe para quem?

    Imagine uma costureira que trabalha há quinze anos em um bairro de Aparecida de Goiânia. Os vizinhos conhecem seu trabalho, clientes antigos possuem seu telefone e novas pessoas chegam até ela por indicação. Para esse grupo, encontrá-la é fácil porque já existe uma relação, direta ou indireta, com a profissional.

    Agora imagine alguém que acabou de se mudar para a região e precisa fazer um ajuste em uma roupa. Essa pessoa provavelmente abrirá o Google e pesquisará algo como “costureira perto de mim”, “costureira em Aparecida de Goiânia” ou até pelo nome do bairro onde mora. Se aquela profissional não possui uma presença digital organizada que ajude a relacionar sua atividade à região onde trabalha, talvez ela não seja facilmente encontrada.

    A costureira continua existindo fisicamente, continua atendendo e continua sendo conhecida pelos clientes antigos. Entretanto, para uma pessoa que não sabe seu nome e procura apenas pelo serviço, sua presença pode ser praticamente inexistente no ambiente digital.

    Essa distinção ajuda a compreender uma das funções do Marketing Orgânico: fazer com que uma empresa ou profissional construa presença digital suficiente para ser descoberto também por pessoas que ainda não o conhecem.

    O próprio Google explica que as informações utilizadas nos Perfis de Empresas e nos resultados locais podem vir de diferentes fontes, incluindo dados fornecidos pelas próprias empresas, informações disponíveis publicamente na web, contribuições de usuários e outras fontes. Essas informações ajudam o Google a apresentar resultados locais relevantes na Pesquisa e no Maps. Suporte Google

    Portanto, quanto mais organizada e coerente for a presença de um negócio na internet, mais informações estarão disponíveis para que pessoas e mecanismos de busca compreendam aquela atividade.

    Quem conhece procura pelo nome. Quem não conhece procura pelo serviço

    Esse é um ponto fundamental.

    Se alguém já conhece Michelle Karen, pode abrir o Google e pesquisar diretamente por Michelle Karen. Nesse caso, a pessoa já sabe quem está procurando.

    Mas quem não conhece Michelle Karen não fará essa pesquisa.

    Essa pessoa pesquisará de acordo com a própria necessidade: música para casamento, música para eventos, professora de música, marketing digital, bolo caseiro ou qualquer outro produto ou serviço de que esteja precisando.

    É justamente aí que muda a lógica da busca.

    O pequeno prestador não precisa ser encontrado somente por quem já conhece seu nome. Ele precisa criar condições para também ser descoberto por alguém que procura aquilo que ele faz.

    Esse princípio está diretamente relacionado ao Marketing Digital e, principalmente, às estratégias de Marketing Orgânico, porque a intenção não é interromper uma pessoa com um anúncio, mas construir presença para aparecer quando existe uma procura relacionada ao serviço oferecido.

    Estar na internet não significa necessariamente ser encontrado

    Um profissional pode ter Instagram, WhatsApp e até mesmo um Perfil da Empresa no Google e, ainda assim, possuir uma presença digital pouco clara.

    Isso acontece quando as informações são incompletas, desatualizadas ou não explicam adequadamente o que aquela pessoa ou empresa oferece. Um perfil pode apresentar apenas um nome e telefone, por exemplo, sem informar claramente os serviços, horários, localização ou área de atendimento.

    Nesse sentido, o próprio Google orienta que empresas mantenham informações completas e precisas. De acordo com a documentação do Perfil da Empresa, negócios com dados completos têm maior probabilidade de aparecer nos resultados das pesquisas locais. Além disso, informações detalhadas ajudam o Google a compreender melhor a empresa e relacioná-la a pesquisas relevantes. Suporte Google

    Isso mostra por que estar na internet e possuir uma presença digital organizada são coisas diferentes.

    Para a Karen Mídia Digital, esse é um ponto importante quando falamos em Marketing Digital para pequenos negócios. Antes de pensar em estratégias complexas, muitas empresas precisam começar pelo básico: explicar claramente quem são, o que fazem, onde atendem e como podem ser contatadas.

    Por que informações completas fazem tanta diferença?

    Imagine encontrar apenas:

    Karen — (62) XXXXX-XXXX

    Para quem recebeu esse contato por indicação, talvez seja suficiente. A pessoa pode simplesmente enviar uma mensagem dizendo que recebeu o número de determinado conhecido.

    Mas, para quem encontrou aquela informação pela primeira vez, surgem várias dúvidas. Quem é Karen? O que ela faz? Em qual região trabalha? Quais serviços oferece? Existem fotos dos trabalhos? Possui Instagram ou site? Qual é o horário de atendimento?

    Agora imagine uma página explicando que Michelle Karen trabalha com música para eventos, produz bolos caseiros, tortas salgadas, bolos no pote e saladas, atua como professora de música na rede estadual de Educação de Goiás e também trabalha com Marketing Digital, além de apresentar as regiões atendidas e diferentes formas de contato.

    A diferença não está simplesmente em escrever mais. A diferença está em fornecer contexto.

    A documentação do Google Search Central segue uma lógica semelhante quando orienta proprietários de sites sobre dados estruturados de empresas locais. O Google permite informar elementos relacionados ao negócio, como horário de funcionamento e outras características da empresa, justamente para fornecer informações estruturadas sobre aquele estabelecimento ou serviço. Google for Developers

    Por isso, no Guia KM – Karen Mídia Digital, a proposta não é criar uma grande lista contendo apenas nomes e telefones. Queremos que cada cadastro ofereça informações capazes de ajudar o usuário a compreender quem é aquele profissional, o que oferece e onde atende.

    O que o Google considera nas pesquisas locais?

    Para entender por que alguns profissionais aparecem nas pesquisas e outros são mais difíceis de encontrar, é importante compreender como funciona a busca local.

    Segundo o Google, os resultados locais são baseados principalmente em relevância, distância e destaque. A relevância indica o quanto o Perfil da Empresa corresponde ao que a pessoa procura; a distância considera o quanto o negócio está distante do usuário ou da localização usada na pesquisa; e o destaque está relacionado ao quanto aquela empresa é conhecida, considerando também informações disponíveis na web, links e avaliações. Suporte Google

    Isso ajuda a explicar por que simplesmente repetir palavras-chave não resolve o problema. O Google precisa tentar identificar quais negócios correspondem à necessidade apresentada pelo usuário.

    Por esse motivo, uma estratégia de Marketing Orgânico deve trabalhar com informações reais e úteis. Se um profissional é eletricista, por exemplo, faz sentido explicar quais serviços elétricos realiza e em quais regiões atende. Se trabalha com confeitaria, é importante apresentar os produtos que realmente oferece. Se atua com música para eventos, deve deixar claro quais tipos de eventos atende.

    Não se trata de colocar palavras aleatórias em uma página para tentar aparecer no Google. Trata-se de explicar corretamente o negócio para pessoas e mecanismos de busca.

    E quando o profissional trabalha na casa do cliente?

    Essa situação é muito comum entre pequenos prestadores de serviços.

    Encanadores, eletricistas, pintores, profissionais de limpeza, pedreiros e diversos outros prestadores não precisam necessariamente possuir uma loja onde recebem clientes. Em muitos casos, são eles que se deslocam até o endereço do consumidor.

    O Google prevê justamente esse modelo. Segundo as diretrizes do Perfil da Empresa, negócios que visitam ou fazem entregas diretamente aos clientes podem ser classificados como empresas de serviço local. A própria documentação utiliza encanadores e serviços de limpeza como exemplos. Suporte Google

    Além disso, quando o profissional não recebe clientes em seu endereço comercial, o Google orienta que esse endereço não seja exibido publicamente e que seja utilizada uma área de cobertura. Suporte Google

    Esse ponto é especialmente importante porque muitos profissionais trabalham a partir de casa e acreditam que, por não possuírem uma loja, não podem desenvolver presença no Google. Dependendo da atividade e desde que sejam cumpridos os critérios de elegibilidade da plataforma, existem alternativas específicas para empresas que atendem no local do cliente.

    Onde atende pode ser tão importante quanto onde está

    Quando falamos em negócios locais, localização não significa apenas endereço.

    Um eletricista pode estar localizado no Retiro do Bosque e atender também Nova Olinda, Jardim Belo Horizonte e outras regiões próximas. Da mesma maneira, uma confeiteira pode produzir em casa e realizar entregas em vários bairros, enquanto um músico pode morar em Aparecida de Goiânia e realizar eventos também em Goiânia.

    Por isso, uma pergunta importante no Guia KM – Karen Mídia Digital é: quais regiões você atende?

    O Google também trabalha com esse conceito para empresas de serviço local. A plataforma informa que a definição da área de cobertura ajuda os clientes a saber onde uma empresa oferece seus produtos e serviços. Atualmente, essas áreas podem ser especificadas utilizando cidades, CEPs ou outras regiões atendidas. Suporte Google

    Assim, tanto para o usuário quanto para uma estratégia de Marketing Digital local, não basta saber apenas onde está o profissional. Em muitos casos, é necessário saber até onde ele vai.

    Por que tantos pequenos prestadores ainda não organizaram sua presença digital?

    Nem sempre é falta de interesse. Muitas vezes é falta de conhecimento, tempo ou orientação.

    Um eletricista estudou e aprendeu a trabalhar com eletricidade. Uma costureira desenvolveu suas habilidades com tecidos e roupas. Um pedreiro entende de construção. Uma confeiteira domina suas receitas e sua produção. Nenhum deles tem obrigação de compreender SEO, Perfil da Empresa no Google, criação de sites ou estratégias de Marketing Digital.

    Por isso, alguns pequenos prestadores ainda dependem quase exclusivamente das indicações. Outros possuem Instagram, mas não sabem como utilizar o Google. Alguns acreditam que precisam pagar para aparecer nas pesquisas locais e outros nem sabem que o Perfil da Empresa no Google pode ser utilizado gratuitamente por negócios elegíveis.

    É justamente nessa etapa que a Karen Mídia Digital pretende contribuir não apenas com a divulgação, mas também com informação.

    O Marketing Orgânico pode começar com ações relativamente simples: organizar informações, manter dados atualizados, criar uma presença coerente, apresentar os serviços corretamente e facilitar o contato. Com o tempo, outros recursos podem ser acrescentados, como conteúdo, site, SEO, redes sociais e outras estratégias de Marketing Digital.

    O Instagram sozinho é suficiente?

    O Instagram pode ser muito importante para pequenos negócios. Ele permite mostrar trabalhos, publicar fotos, apresentar produtos e criar relacionamento com clientes. Entretanto, depender exclusivamente de uma única plataforma significa limitar as possibilidades pelas quais alguém pode descobrir aquele profissional.

    Uma pessoa pode encontrar um negócio pelo Instagram, enquanto outra pesquisa diretamente no Google. Uma terceira recebe uma indicação pelo WhatsApp e outra pode procurar um prestador em um guia regional.

    Por isso, a estratégia não precisa ser Instagram ou Google ou site ou guia. Esses canais podem trabalhar de forma complementar.

    É justamente essa combinação que faz sentido dentro do Marketing Orgânico: construir diferentes pontos de presença para que o negócio tenha mais possibilidades de ser descoberto sem depender exclusivamente de mídia paga.

    Onde entra o Guia KM – Karen Mídia Digital?

    O Guia KM – Karen Mídia Digital foi criado para acrescentar mais um caminho entre quem procura um serviço e quem o oferece. O projeto faz parte da proposta da Karen Mídia Digital de aproximar o Marketing Digital e o Marketing Orgânico da realidade dos pequenos negócios, profissionais autônomos e prestadores de serviços de Aparecida de Goiânia e região.

    O Guia KM não substitui o Google, o Instagram, o WhatsApp ou um site próprio. Pelo contrário, esses canais podem se complementar. Um profissional pode possuir seu Perfil da Empresa no Google, divulgar trabalhos no Instagram, conversar com clientes pelo WhatsApp, ter um site e também estar presente no Guia KM.

    Além disso, a própria documentação do Google mostra que as informações utilizadas nos resultados locais podem vir de diferentes fontes, inclusive conteúdo público disponível na web. Suporte Google Por isso, construir uma presença digital coerente em diferentes canais faz sentido tanto para facilitar a descoberta pelo usuário quanto para consolidar informações sobre o negócio na internet.

    No Guia KM, queremos organizar informações sobre quem é o profissional, o que ele faz, quais produtos ou serviços oferece, quais regiões atende e como pode ser contatado. Paralelamente, a Karen Mídia Digital pode orientar profissionais elegíveis sobre a importância de estruturar também seu Perfil da Empresa no Google e desenvolver gradualmente outras ações de Marketing Digital.

    O Guia KM pode ajudar um profissional a aparecer no Google?

    Uma página pública e indexável na internet pode ser rastreada pelo Google, desde que esteja tecnicamente acessível e siga as diretrizes da Pesquisa. Entretanto, possuir uma página no Guia KM não significa automaticamente conquistar determinada posição nos resultados.

    O Google deixa claro que não existe uma forma de solicitar ou pagar por uma classificação local melhor e que relevância, distância e destaque estão entre os principais fatores utilizados nos resultados locais. Suporte Google

    Além disso, o Google Search Central explica que dados estruturados do tipo LocalBusiness podem fornecer ao mecanismo de busca informações sobre empresas locais. Esses dados não garantem posicionamento, mas ajudam a estruturar informações que podem ser utilizadas para compreender o conteúdo de uma página. Google for Developers

    Por isso, a estratégia do Guia KM – Karen Mídia Digital não será baseada em promessas de primeira posição no Google. O objetivo é construir páginas úteis, organizadas e informativas, dentro de uma estratégia mais ampla de Marketing Orgânico e presença digital local.

    O profissional existe. O problema é encontrá-lo.

    Voltamos, então, à questão que iniciou este artigo.

    Onde esse profissional existe e para quem ele existe?

    Ele existe no bairro, para os vizinhos que o conhecem, para clientes antigos e para quem recebeu seu contato por indicação. Entretanto, para uma pessoa que nunca ouviu seu nome e abre o Google procurando apenas por aquilo de que precisa, esse mesmo profissional pode ser muito mais difícil de encontrar.

    É essa distância que o Guia KM – Karen Mídia Digital pretende ajudar a diminuir.

    O pequeno prestador não precisa abandonar o boca a boca. Pelo contrário, as indicações continuam sendo importantes. O que podemos fazer é acrescentar novos caminhos para que outras pessoas também consigam encontrá-lo.

    É justamente nessa conexão entre negócios locais, Marketing Digital, Marketing Orgânico e presença no Google que a Karen Mídia Digital está desenvolvendo o Guia KM.

    O profissional já existe.

    O serviço já existe.

    A necessidade do consumidor também existe.

    Agora precisamos facilitar o encontro entre eles.

    Conheça o Guia KM – Karen Mídia Digital

    Perguntas frequentes

    Por que meu serviço não aparece quando alguém pesquisa no Google?

    Existem diferentes possibilidades. Informações incompletas, pouca presença digital, ausência de um Perfil da Empresa elegível e corretamente configurado ou falta de informações claras sobre atividade e região atendida podem dificultar a descoberta. Além disso, o Google utiliza principalmente relevância, distância e destaque para determinar os resultados locais. Suporte Google

    Preciso ter uma loja para aparecer no Google?

    Não necessariamente. O Google permite Perfis da Empresa para negócios de serviço local elegíveis que se deslocam até o cliente. Quando a empresa não recebe consumidores em seu endereço, a orientação é não exibir esse endereço e utilizar a área de cobertura. Suporte Google

    Por que devo informar os bairros ou regiões onde atendo?

    Porque essa informação ajuda o consumidor a saber se aquele profissional pode atendê-lo. No Perfil da Empresa, o Google também utiliza áreas de cobertura para que empresas de serviço local indiquem onde oferecem seus produtos ou serviços. Suporte Google

    Marketing Orgânico significa apenas SEO?

    Não. SEO pode fazer parte de uma estratégia de Marketing Orgânico, mas não é a única ação. Conteúdo, presença local, organização das informações do negócio e diferentes canais não pagos de descoberta também podem compor uma estratégia orgânica.

    O Guia KM substitui o Perfil da Empresa no Google?

    Não. O Guia KM – Karen Mídia Digital é mais um ponto de presença digital. Perfil da Empresa no Google, site, redes sociais, conteúdo, WhatsApp e o próprio Guia KM podem exercer funções diferentes e complementares dentro de uma estratégia de Marketing Digital.

    Estar no Guia KM garante aparecer no Google?

    Não. O Guia KM pode criar mais um ponto de presença digital para o profissional, mas não existe garantia de posicionamento. O próprio Google afirma que os resultados locais dependem principalmente de relevância, distância e destaque. Suporte Google

    Referências bibliográficas

    GOOGLE. Dicas para melhorar a classificação na pesquisa local no Google. Perfil da Empresa no Google Ajuda. Referência utilizada neste artigo para os fatores de relevância, distância e destaque, além da importância de manter informações comerciais completas e precisas. Suporte Google

    GOOGLE. Gerenciar as áreas de cobertura para empresas de serviço local e híbridas. Perfil da Empresa no Google Ajuda. Referência utilizada para explicar empresas que atendem no local do cliente e a utilização das áreas de cobertura. Suporte Google

    GOOGLE. Gerenciar seu endereço comercial. Perfil da Empresa no Google Ajuda. Referência utilizada para explicar a possibilidade de ocultar o endereço quando uma empresa de serviço local não recebe clientes naquele local. Suporte Google

    GOOGLE. Como o Google disponibiliza e usa informações nos Perfis de Empresas e nos resultados da pesquisa local. Perfil da Empresa no Google Ajuda. Referência utilizada para explicar de onde podem vir as informações comerciais utilizadas pelo Google nos resultados locais. Suporte Google

    GOOGLE. Dados estruturados de empresa local (LocalBusiness). Google Search Central. Referência utilizada para explicar como informações de empresas locais podem ser estruturadas em páginas da web. Google for Developers

    SEMRUSH. Materiais sobre SEO Local e Marketing Digital para pequenos negócios.

    AHREFS. Materiais sobre SEO Local, citações locais e presença digital.

    CLARKE, Adam. SEO: Learn Search Engine Optimization with Smart Internet Marketing Strategies. Referência complementar sobre SEO, relevância e estratégias de Marketing Orgânico.

    Categoria

    SEO Local

    Tags

    Guia KM, Karen Mídia Digital, Marketing Digital, Marketing Orgânico, prestadores de serviços, pequenos negócios, Perfil da Empresa no Google, Aparecida de Goiânia, profissionais locais, serviços perto de mim, SEO Local

    Links para Pesquisa

    Como encontrar prestadores de serviços do seu bairro?

    Entenda por que criamos um guia de serviços da sua região

    Guia KM: Encontre Empresas e Prestadores de Serviços perto de você

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    Michelle Karen | Fundadora da Karen Mídia Digital
    13 de outubro de 2026

  • Como encontrar prestadores de serviços do seu bairro?

    Como encontrar prestadores de serviços do seu bairro?

    Guia KM – Karen Mídia

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Quando precisamos de um produto ou serviço, nem sempre precisamos procurar longe. Muitas vezes, a solução está no mesmo bairro ou em uma região próxima. O problema é saber quem oferece aquele serviço e como encontrar essa pessoa.

    Em muitos bairros existem eletricistas, encanadores, serralheiros, costureiras, confeiteiras, profissionais de beleza, professores, pedreiros, pintores, músicos, profissionais de eventos, técnicos e diversos outros prestadores trabalhando diariamente.

    Eles atendem clientes. Recebem indicações. São conhecidos por algumas pessoas da vizinhança.

    Mas onde estão reunidas essas informações?

    Na maioria das vezes, não existe um lugar específico da região onde o morador possa pesquisar os diferentes profissionais que trabalham perto dele.

    Foi justamente essa lacuna que ajudou a dar origem ao Guia KM.

    O bairro tem profissionais. Mas existe um guia para encontrá-los?

    Essa é a pergunta central.

    Quando pensamos em comércio e prestação de serviços locais, normalmente pensamos nas empresas que conseguimos enxergar: a padaria da esquina, o supermercado, a farmácia, o salão com uma fachada na avenida.

    Mas existe uma quantidade muito maior de profissionais que não possuem necessariamente um estabelecimento aberto ao público.

    Uma confeiteira pode produzir dentro de casa. Uma costureira pode atender em seu próprio espaço. Um eletricista se desloca até o cliente. Um pedreiro trabalha diretamente nas obras. Um professor pode dar aulas particulares. Um músico pode trabalhar exclusivamente com eventos. Um profissional de marketing pode atender remotamente. Um serralheiro pode possuir sua oficina em uma rua que você nunca tenha percorrido.

    Esses profissionais fazem parte da economia daquela região, mas nem sempre são facilmente identificados por quem mora ali.

    É por isso que um guia regional pode ter uma função diferente de simplesmente apresentar estabelecimentos comerciais.

    Ele pode ajudar a mapear quem oferece o quê dentro de uma determinada região.

    Por que organizar os prestadores por bairro?

    Aparecida de Goiânia é uma cidade extensa e formada por muitos bairros e regiões.

    Para determinados serviços, saber que um profissional está em Aparecida de Goiânia ainda pode ser uma informação ampla demais.

    É diferente descobrir que existe um profissional que atende Retiro do Bosque, Nova Olinda, Jardim Belo Horizonte, Setor Planície, Expansul, Jardim Dom Bosco, Parque Itália, Parque Itamaraty, Parque Montreal, Jardim Repouso, Rosas dos Ventos ou outras regiões próximas.

    É nesse nível que o Guia KM pretende trabalhar.

    O objetivo não é apenas cadastrar:

    Eletricista — Aparecida de Goiânia.

    Queremos que seja possível compreender onde aquele profissional está e quais regiões ele atende.

    Assim, o usuário pode encontrar alguém que realmente faça sentido para sua necessidade.

    O profissional não precisa morar no mesmo bairro do cliente

    Existe uma diferença importante entre bairro onde o profissional está localizado e região onde ele presta atendimento.

    Um eletricista pode morar no Retiro do Bosque e atender também Nova Olinda, Jardim Belo Horizonte e bairros próximos.

    Uma confeiteira pode produzir em determinado bairro, mas realizar entregas em diferentes regiões.

    Um músico pode estar localizado em Aparecida de Goiânia e atender eventos em Goiânia e cidades próximas.

    Por isso, o Guia KM não deve limitar um profissional apenas ao endereço onde ele está.

    O mais importante é deixar claro onde aquele prestador efetivamente atende.

    Isso torna a informação muito mais útil para quem pesquisa.

    Por que não fazer apenas um grande guia de Goiânia e Aparecida?

    Porque quanto mais genérica é uma busca, maior pode ser a quantidade de resultados que não resolvem a necessidade específica do usuário.

    Imagine alguém no Retiro do Bosque com um problema simples no portão.

    Essa pessoa talvez não esteja procurando “o melhor serralheiro do estado de Goiás”.

    Ela precisa encontrar alguém que consiga atendê-la naquela região.

    Essa diferença parece pequena, mas é fundamental para entender o propósito de um guia regional.

    O Guia KM não nasce com a intenção de simplesmente reunir milhares de empresas de qualquer lugar. A proposta é começar construindo uma base útil para uma comunidade geograficamente próxima.

    Primeiro precisamos fazer sentido para quem está aqui.

    O bairro também é uma comunidade econômica

    Quando compramos de uma confeiteira da região, contratamos um profissional local ou descobrimos um pequeno comércio próximo, existe também uma circulação econômica dentro daquela comunidade.

    O dinheiro recebido por esses profissionais pode voltar para outros negócios da própria região. Além disso, existe um benefício prático para ambos os lados.

    O cliente encontra alguém próximo. O profissional pode reduzir grandes deslocamentos.Um pequeno negócio conquistar um consumidor que talvez nunca soubesse que ele existia.

    Isso não significa que devemos contratar alguém simplesmente porque está perto. Qualidade, preço, disponibilidade, experiência e confiança continuam fazendo parte da decisão.

    O Guia KM pretende facilitar a descoberta. A escolha continua sendo do consumidor.

    Por que não usar apenas grupos de WhatsApp?

    Os grupos de WhatsApp cumprem uma função importante nas comunidades.

    É muito comum alguém perguntar:

    “Alguém conhece um eletricista?”

    “Preciso de uma pessoa que conserte portão.”

    “Quem faz bolo aqui perto?”

    “Alguém tem contato de uma costureira?”

    E começam a aparecer números de telefone.

    O problema é que essa informação se perde rapidamente no meio das mensagens.

    Uma semana depois, outra pessoa pode precisar exatamente do mesmo serviço e fazer a mesma pergunta novamente.

    Além disso, muitas vezes recebemos apenas um número:

    Sim. Nesse trecho, troque por:

    Além disso, muitas vezes recebemos apenas um número:

    “Fala com a Karen: (62) XXXXX-XXXX.”

    Quem é Karen? Quais serviços ela realiza? Em quais bairros atende?

    Tem fotos dos trabalhos? Possui Instagram? Tem Perfil da Empresa no Google?

    Qual é o horário de atendimento?

    É exatamente aí que um guia organizado pode ser mais útil.

    Transformar indicações dispersas em informações organizadas

    O Guia KM pretende organizar informações que hoje estão espalhadas.

    Algumas estão no WhatsApp e outras no Instagram.

    Algumas somente na agenda de clientes antigos e outras nem chegaram à internet.

    O objetivo é criar uma estrutura onde cada profissional possa ser apresentado com informações que realmente ajudem o consumidor a decidir se aquele serviço corresponde ao que procura.

    Não queremos substituir a indicação pessoal. Queremos evitar que a informação desapareça depois que a conversa terminar.

    Um guia regional também pode dar visibilidade a quem trabalha em casa

    Muitos pequenos negócios começam dentro da própria residência.

    Isso acontece com confeitaria, costura, artesanato, beleza, aulas, produção de alimentos e diversas outras atividades.

    Em alguns casos, esses profissionais não possuem uma fachada ou um ponto comercial para que alguém passe na rua e descubra o negócio.

    A presença digital se torna ainda mais importante.

    O Google permite que determinados negócios que atendem clientes diretamente, inclusive empresas de área de cobertura, tenham Perfil da Empresa mesmo sem exibir um endereço residencial ao público, desde que cumpram os critérios de elegibilidade da plataforma.

    O Guia KM acrescenta outra possibilidade: permitir que esse profissional informe as regiões em que trabalha ou atende, sem depender exclusivamente de uma loja física para ser descoberto.

    E quem ainda não aparece no Google?

    Esse é outro motivo para criar uma estrutura regional.

    Existem profissionais que ainda não possuem Perfil da Empresa, site ou qualquer trabalho de SEO.

    Alguns utilizam somente WhatsApp e Instagram. Outros trabalham praticamente apenas por indicação. Isso significa que, para alguém que já conhece aquele profissional, ele existe e pode ser facilmente contatado.

    Mas, para uma pessoa nova no bairro, ele pode ser praticamente invisível.

    O que a localização tem a ver com as pesquisas no Google?

    A localização possui um papel importante nas pesquisas locais.

    O próprio Google explica que seus resultados locais são baseados principalmente em relevância, distância e destaque. Quando a localização exata de uma empresa ou usuário não está disponível, o Google utiliza as informações que possui para estimar a distância.

    Isso demonstra por que informações geográficas são tão importantes quando estamos falando de negócios locais.

    Um guia que organiza profissionais por cidade, região, bairro e área de atendimento também fornece contexto para que o usuário compreenda onde aquele serviço está disponível.

    Um guia regional não é apenas um catálogo de empresas

    Esse é um ponto que quero deixar muito claro sobre o Guia KM.

    Não quero construir uma página enorme com centenas de nomes e telefones.

    Quero construir uma estrutura onde seja possível compreender:

    Quem é o profissional; o que ele faz; quais produtos ou serviços oferece; onde está; quais bairros ou regiões atende; como entrar em contato e onde encontrar mais informações sobre seu trabalho.

    É essa organização que transforma uma simples lista em um guia realmente útil.

    Cada bairro pode revelar profissionais que ainda não conhecemos

    Esse talvez seja um dos aspectos mais interessantes do projeto.

    À medida que o Guia KM crescer, poderemos descobrir quantos profissionais diferentes trabalham nas próprias regiões atendidas.

    Pode existir uma excelente confeiteira duas ruas depois da sua.

    Um eletricista no bairro vizinho. Uma costureira que atende há vinte anos e nunca apareceu para você em uma pesquisa. Um professor particular perto da sua casa. Um luthier que você só descobriria perguntando para alguém. Um profissional de manutenção que vive de indicações. Eles já estão trabalhando.

    O que ainda falta, em muitos casos, é tornar essas informações mais fáceis de encontrar.

    O Guia KM começa por Aparecida de Goiânia e região

    O Guia KM foi criado pela Karen Mídia Digital com foco inicial em Aparecida de Goiânia e região.

    Queremos cadastrar profissionais e negócios de diferentes bairros e, ao mesmo tempo, informar as regiões atendidas por cada parceiro.

    Conforme a base crescer, a pesquisa poderá se tornar cada vez mais útil.

    Quanto mais profissionais reais estiverem cadastrados com informações completas, maior será a possibilidade de alguém encontrar uma solução próxima para aquilo de que precisa.

    Do “você conhece alguém?” para “procura no Guia KM”

    Essa é uma mudança simples, mas resume bem o propósito do projeto.

    Hoje alguém pergunta:

    “Você conhece alguém que conserte isso?”

    Amanhã queremos que exista também a possibilidade:

    “Já procurou no Guia KM?”

    O boca a boca continua existindo.

    A indicação continua sendo importante.

    Mas agora podemos começar a construir uma memória digital dos profissionais e pequenos negócios da nossa região.

    É isso que um guia regional pode proporcionar.

    Não apenas uma lista de empresas, mas uma forma organizada de descobrir quem trabalha perto, o que oferece e onde atende.

    Conheça o Guia KM

    Perguntas frequentes

    Por que criar um guia específico para uma região?

    Porque muitas necessidades são locais. Para determinados serviços, encontrar alguém que atenda o próprio bairro ou bairros próximos pode ser mais útil do que receber resultados de regiões distantes.

    O Guia KM terá profissionais de diferentes bairros?

    Sim. A proposta é reunir prestadores e pequenos negócios de Aparecida de Goiânia e região e organizar informações sobre localização e áreas atendidas.

    O profissional precisa atender somente o bairro onde mora?

    Não. O cadastro pode informar as regiões efetivamente atendidas pelo profissional.

    O Guia KM substitui grupos de indicação?

    Não. Os grupos e indicações continuam sendo úteis. O Guia KM pretende organizar essas informações para que elas possam ser encontradas novamente sem depender de uma nova pergunta a cada necessidade.

    Por que cadastrar profissionais que ainda não aparecem no Google?

    Porque eles podem oferecer serviços relevantes na região mesmo sem possuir uma presença digital bem estruturada. O Guia KM cria mais um caminho para que sejam descobertos e também pode incentivá-los a desenvolver sua presença no Google.

    Um guia regional ajuda no SEO local?

    Uma estrutura regional bem organizada pode fornecer páginas e informações relacionadas a serviços, negócios e localidades. Entretanto, estar em um guia não garante posicionamento no Google. O SEO depende de vários fatores, e o próprio Google utiliza relevância, distância e destaque na classificação dos resultados locais.

    Referências

    Google Business Profile Help. Diretrizes para representar sua empresa no Google. Orientações sobre empresas com endereço físico e negócios de área de cobertura.

    Google Business Profile Help. Dicas para melhorar sua classificação local no Google. Documentação sobre relevância, distância e destaque nos resultados locais.

    Google Search Central. Dados estruturados de empresa local (LocalBusiness). Documentação sobre a organização de informações de negócios locais para a Pesquisa Google.

    Semrush. Materiais sobre SEO local, diretórios, citações locais e visibilidade de pequenos negócios.

    Ahrefs. Materiais sobre Local SEO, citações, Google Maps e presença de empresas nas pesquisas locais.

    CLARKE, Adam. SEO: Learn Search Engine Optimization with Smart Internet Marketing Strategies. Referência complementar sobre SEO, relevância e presença digital.

    Tags

    Guia KM, guia de empresas, prestadores de serviços, Aparecida de Goiânia, bairros de Aparecida de Goiânia, empresas locais, profissionais do bairro, serviços perto de mim, negócios locais, SEO local

    Links para Pesquisa

    Guia KM: encontre empresas e prestadores de serviços perto de você.

    Entenda porque criamos um Guia de serviços da sua região.

    Michelle Karen | Fundadora da Karen Mídia Digital e do Guia KM
    13 de outubro de 2026

  • Entenda por que criamos um guia de serviços da sua região.

    Entenda por que criamos um guia de serviços da sua região.

    Guia KM

    Tempo estimado de leitura: 8 minutos

    Às vezes, o profissional que você precisa está no seu próprio bairro. O problema é que você não sabe que ele existe.

    Foi justamente dessa dificuldade que nasceu o Guia KM, um projeto da Karen Mídia Digital criado para facilitar o encontro entre pessoas que procuram produtos ou serviços e profissionais, prestadores de serviços e pequenos negócios que atuam em Aparecida de Goiânia e região.

    A ideia não nasceu apenas de uma estratégia de marketing digital. Ela surgiu de situações comuns do meu próprio cotidiano.

    Quando preciso trocar uma válvula, consertar o trilho de um portão, arrumar uma fechadura ou resolver algum problema elétrico, nem sempre encontro rapidamente um profissional da minha região pela internet. Muitas vezes, preciso perguntar para amigos e conhecidos:

    “Você conhece um encanador por aqui?”

    “Tem o telefone de algum eletricista?”

    “Conhece alguém que conserte portão?”

    Recentemente aconteceu algo parecido quando precisei consertar o jack do meu violão. Procurei um luthier e encontrei indicações de lugares distantes de onde moro. Depois de pesquisar e perguntar, descobri que existia um profissional muito mais próximo.

    Foi aí que uma questão ficou ainda mais evidente para mim: o profissional pode estar perto, mas como alguém que não o conhece vai encontrá-lo?

    O que é o Guia KM?

    O Guia KM é um guia digital regional da Karen Mídia Digital criado para reunir, organizar e facilitar a descoberta de profissionais, prestadores de serviços e pequenos negócios.

    O objetivo é simples:

    ajudar quem procura e dar visibilidade a quem oferece.

    Em vez de o usuário precisar conhecer previamente o nome de uma empresa ou profissional, queremos que ele possa procurar por aquilo de que realmente precisa.

    Se precisa de um encanador, procure por encanador. Se precisar de alguém para consertar um portão, procure pelo serviço.

    Se procura uma confeiteira, eletricista, costureira, manicure, professor, luthier, profissional de marketing, músico para eventos ou outro prestador, a proposta é facilitar essa descoberta.

    O Guia KM começa por Aparecida de Goiânia e região, justamente porque queremos trabalhar a conexão local.

    Por que o Guia KM foi criado?

    Porque existe uma diferença enorme entre existir e ser encontrado.

    Um profissional pode trabalhar há vinte anos em determinado bairro, atender muito bem seus clientes e receber diversas indicações. Entretanto, para alguém que acabou de chegar à região ou simplesmente não pertence à sua rede de contatos, esse profissional pode ser praticamente desconhecido.

    É comum pequenos prestadores dependerem muito do boca a boca.

    Isso não é necessariamente ruim. A indicação continua sendo uma forma valiosa de conquistar clientes. O problema aparece quando ela é a única maneira de descobrir aquele profissional.

    Se eu não conheço ninguém que tenha o telefone dele, como vou encontrá-lo?

    O Guia KM nasce para criar mais uma possibilidade.

    Qual necessidade o Guia KM pretende atender?

    A necessidade é conectar duas pessoas que já podem estar muito próximas geograficamente, mas ainda estão distantes digitalmente.

    De um lado existe alguém procurando uma solução. Do outro existe alguém capaz de oferecê-la.

    Imagine uma pessoa com uma fechadura quebrada. Talvez exista um profissional a poucos bairros de distância capaz de resolver o problema naquele mesmo dia. Mas, se ele não aparece nas pesquisas e ninguém próximo possui seu contato, essa conexão não acontece.

    A pessoa acaba procurando profissionais em regiões mais distantes enquanto alguém próximo perde uma oportunidade de trabalho.

    O Guia KM foi pensado para diminuir justamente essa dificuldade.

    Para quem é o Guia KM?

    O Guia KM possui dois públicos que precisam um do outro. O primeiro é quem procura. São moradores e consumidores que precisam encontrar produtos, empresas ou serviços da região sem necessariamente conhecer previamente o nome do profissional.

    O segundo é quem oferece. São profissionais autônomos, prestadores de serviços e pequenos negócios que precisam ser descobertos por mais pessoas. O guia cria um ponto de encontro entre esses dois públicos.

    Para que serve o Guia KM?

    O Guia KM serve para facilitar uma busca que hoje ainda acontece, muitas vezes, em conversas particulares, grupos de WhatsApp e indicações entre conhecidos.

    Não queremos acabar com a indicação. Pelo contrário: ela pode continuar existindo.

    Queremos acrescentar outra alternativa. Quando alguém perguntar:

    “Você conhece alguém aqui perto que faça esse serviço?” Queremos que também exista a possibilidade de responder:

    “Procura no Guia KM.”

    Essa frase resume muito bem aquilo que queremos construir.

    Como funciona o Guia KM?

    A estrutura foi criada para que a pessoa possa pesquisar pelo que precisa.

    O usuário poderá encontrar profissionais e negócios por nome, atividade ou serviço, além de utilizar informações como categoria e bairro para refinar sua busca.

    Isso é importante porque nem sempre conhecemos o nome da empresa.

    Na verdade, em muitas situações, conhecemos apenas o problema. Não sabemos o nome do serralheiro. Sabemos que o portão precisa de conserto. Não sabemos o nome do encanador. Sabemos que existe um vazamento. Não conhecemos uma confeiteira específica. Sabemos que precisamos encomendar um bolo.

    A busca precisa começar pela necessidade do usuário.

    O Guia KM é somente uma lista de telefones?

    Não. Essa é uma diferença importante na proposta do projeto.

    Uma lista contendo apenas nome e telefone resolve pouco para quem não conhece aquele profissional.

    Queremos que os cadastros forneçam informações capazes de ajudar uma pessoa a compreender quem é o profissional, o que ele oferece, onde atende e como entrar em contato.

    Isso também cria páginas mais informativas na internet.

    O próprio Google recomenda informações completas e detalhadas sobre negócios porque elas ajudam o mecanismo de busca a compreender melhor uma empresa e relacioná-la a pesquisas relevantes. Suporte Google

    A documentação do Google sobre empresas locais também mostra a importância de informações estruturadas como nome, endereço, telefone, URL, horários e outras características aplicáveis ao negócio. Google for Developers

    No Guia KM, queremos aplicar esse princípio respeitando as características de cada parceiro.

    O Guia KM substitui o Google?

    Não. Essa também não é a proposta. A Karen Mídia Digital continuará incentivando profissionais elegíveis a criarem e manterem corretamente seu Perfil da Empresa no Google.

    O cadastro no Guia KM representa mais um ponto de presença digital, não uma substituição do Google, do site, das redes sociais ou de outros canais.

    Um profissional pode estar no Guia KM e também possuir Perfil da Empresa no Google, Instagram, WhatsApp e site próprio. Esses canais podem trabalhar juntos.

    Por que começar por Aparecida de Goiânia e região?

    Porque a proposta do Guia KM é regional.

    Antes de tentar reunir milhares de empresas de diferentes cidades, queremos desenvolver uma estrutura que seja útil para pessoas que estão próximas umas das outras.

    É no bairro e nas regiões vizinhas que muitas necessidades cotidianas acontecem.

    É onde alguém precisa de uma costureira. De um eletricista.

    De um pedreiro. De uma confeiteira. De um professor. De um profissional para um evento. De alguém que faça manutenção. De um luthier. De inúmeros outros produtos e serviços. E também é nesses bairros que existem pessoas trabalhando todos os dias, muitas vezes sem serem encontradas por quem mora relativamente perto.

    O Guia KM também ajuda o profissional a começar sua presença digital

    Existe ainda outro propósito por trás do projeto.

    Como a Karen Mídia Digital trabalha com SEO, sites, Perfil da Empresa no Google e posicionamento digital, quero que o Guia KM também seja uma oportunidade de mostrar aos pequenos prestadores que eles podem ocupar espaço na internet.

    Nem todo profissional precisa começar contratando uma grande estrutura digital.

    Às vezes, o primeiro passo é simplesmente organizar suas informações.

    Depois pode vir o Perfil da Empresa no Google.

    As fotos. As avaliações. As redes sociais. Um site. Conteúdo. SEO. Cada negócio possui seu momento. O importante é começar a deixar de depender exclusivamente da pergunta:

    “Alguém tem o telefone de quem faz isso?”

    O que queremos construir com o Guia KM?

    Queremos construir um guia que seja realmente útil para a região.

    Isso significa que o crescimento não depende apenas da quantidade de cadastros, mas da qualidade das informações e da capacidade de ajudar alguém a encontrar aquilo de que precisa.

    Quanto mais profissionais de diferentes atividades e bairros participarem, maior poderá ser a utilidade do guia para a comunidade.

    E existe um efeito interessante nisso. O consumidor encontra uma solução próxima. O pequeno prestador ganha visibilidade. O negócio do bairro pode conquistar novos clientes. E parte dessas relações comerciais permanece circulando dentro da própria região.

    Guia KM: ajudar quem procura e dar visibilidade a quem oferece

    No fim, o Guia KM nasceu de uma situação muito simples. Eu precisava encontrar profissionais próximos e nem sempre conseguia. Se essa dificuldade acontece comigo, provavelmente acontece com outras pessoas.

    E se existem pessoas procurando, também existem profissionais que gostariam de ser encontrados. Foi dessa conexão que nasceu o projeto.

    O Guia KM é um guia regional da Karen Mídia Digital criado para aproximar essas duas pontas.

    Comida, produtos e serviços do seu bairro em um só lugar.

    Conheça o Guia KM

    Perguntas frequentes

    O que significa Guia KM?

    Guia KM é o nome do guia digital regional desenvolvido pela Karen Mídia Digital para conectar consumidores a profissionais, prestadores de serviços e pequenos negócios.

    Qual é o objetivo do Guia KM?

    O objetivo é ajudar pessoas a encontrarem produtos e serviços da região e, ao mesmo tempo, aumentar a visibilidade dos profissionais e pequenos negócios que os oferecem.

    Onde funciona o Guia KM?

    O projeto começa atendendo Aparecida de Goiânia e região.

    Preciso saber o nome do profissional para pesquisar?

    Não. Uma das propostas do Guia KM é justamente permitir que o usuário procure pelo nome, atividade ou serviço de que necessita.

    O Guia KM faz a contratação ou recebe o pagamento?

    Não. O guia facilita a descoberta e o contato. A negociação e o pagamento acontecem diretamente entre cliente e parceiro.

    O Guia KM substitui o Perfil da Empresa no Google?

    Não. O Guia KM é mais um ponto de presença digital. A Karen Mídia Digital também incentiva negócios elegíveis a criarem e manterem corretamente seu Perfil da Empresa no Google.

    Referências

    Google Business Profile Help. Dicas para melhorar a classificação na pesquisa local no Google. Documentação sobre informações completas, relevância, distância e destaque nos resultados locais. Suporte Google

    Google Search Central. Dados estruturados de empresa local (Local Business). Documentação sobre a organização das informações referentes a negócios locais. Google for Developers

    Google Search Central. Dados estruturados da organização (Organization). Orientações sobre informações que ajudam o Google a compreender e diferenciar organizações na Pesquisa. Google for Developers

    Semrush. Materiais sobre SEO local, citações locais, diretórios e presença digital de pequenos negócios.

    Ahrefs. Materiais sobre SEO local, presença de empresas na web, citações e otimização para pesquisas locais.

    CLARKE, Adam. SEO: Learn Search Engine Optimization with Smart Internet Marketing Strategies. Referência complementar sobre SEO, relevância e construção de presença digital.

    Links para Pesquisa

    Guia KM: encontre empresas e prestadores de serviços perto de você.

    Como conseguir mais clientes pelo Perfil da Empresa no Google?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/como-conseguir-mais-clientes-pelo-perfil-da-empresa-no-google/

    Como fazer SEO no Perfil da Empresa no Google?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/como-fazer-seo-no-perfil-da-empresa-no-google/

    Por que minha empresa não aparece no Google Maps mesmo estando cadastrada? https://karenmidiadigital.com.br/blog/por-que-minha-empresa-nao-aparece-no-google-maps-mesmo-estando-cadastrada/

    Não tenho empresa aberta. Posso aparecer no Google mesmo assim?

    Michelle Karen | Fundadora da Karen Mídia Digital
    13 de outubro de 2026

  • Guia KM: Encontre Empresas e Prestadores de Serviços perto de você

    Guia KM: Encontre Empresas e Prestadores de Serviços perto de você

    Tempo estimado de leitura: 10 minutos

    Como nasceu a ideia do Guia KM

    A ideia do Guia KM nasceu de uma dificuldade que eu mesma encontro no dia a dia. Quando preciso consertar alguma coisa em casa, como trocar uma válvula, arrumar o trilho do portão, consertar uma fechadura ou resolver algum problema elétrico, muitas vezes não consigo encontrar facilmente um profissional que trabalhe perto de onde moro. Acabo perguntando para amigos e conhecidos da região se alguém tem o contato de um encanador, eletricista, serralheiro ou outro prestador de confiança.

    E isso não significa que esses profissionais não existam no bairro. Muitos estão aqui, trabalham bem e são conhecidos por seus clientes, mas ainda não estão cadastrados no Google ou não possuem uma presença digital que facilite encontrá-los em uma pesquisa.

    Recentemente aconteceu algo parecido quando precisei de um luthier para consertar o jack do meu violão. Comecei a procurar e apareciam principalmente profissionais e estabelecimentos distantes de onde moro. Perguntei, pesquisei e demorei até descobrir que havia um profissional muito mais próximo que poderia fazer o serviço.

    Foi a partir de situações como essas que comecei a pensar: quantas pessoas estão procurando um profissional perto de casa e não conseguem encontrá-lo? E quantos bons prestadores estão perdendo clientes simplesmente porque quem precisa do serviço não sabe que eles existem?

    Como trabalho com marketing digital e SEO na Karen Mídia Digital, uma das possibilidades é orientar esses profissionais a criarem e organizarem o próprio Perfil da Empresa no Google, quando forem elegíveis. O cadastro é gratuito e pode ajudar um negócio local a ser encontrado na Pesquisa e no Google Maps.

    Mas percebi que poderíamos fazer algo além.

    Foi assim que surgiu a ideia do Guia KM: criar também um espaço regional para aproximar quem precisa de um produto ou serviço de quem já trabalha perto dali.

    A proposta é reunir prestadores de serviços e pequenos negócios de Aparecida de Goiânia e região, organizados de maneira que seja mais fácil encontrar quem oferece aquilo que estamos procurando.

    É uma conexão que, muitas vezes, ainda começa da maneira antiga:

    “Você conhece alguém aqui perto que faça esse serviço?”

    O Guia KM nasce justamente para ajudar a responder essa pergunta.

    O que é o Guia KM?

    O Guia KM é um guia digital regional criado pela Karen Mídia Digital para facilitar o encontro entre consumidores, profissionais autônomos, prestadores de serviços e pequenos negócios.

    Na página do Guia KM, o usuário pode pesquisar pelo nome de um profissional, atividade ou serviço e também utilizar filtros de categoria e bairro.

    A ideia é que alguém que precise de um serviço não tenha necessariamente que conhecer previamente o nome de uma empresa.

    Se precisar de um serralheiro, por exemplo, poderá procurar pelo serviço. Se está procurando uma confeiteira, poderá pesquisar pela atividade. Se quer descobrir empresas de determinado segmento, poderá utilizar as categorias.

    E queremos que essa estrutura se torne cada vez mais completa conforme novos parceiros forem cadastrados.

    O objetivo é muito simples: ajudar quem procura e dar visibilidade a quem oferece.

    Por que criar um guia de empresas e prestadores da própria região?

    Pense na quantidade de profissionais que trabalham dentro dos nossos bairros.

    Existem eletricistas, encanadores, serralheiros, pedreiros, pintores, costureiras, confeiteiras, fotógrafos, músicos, professores, profissionais de beleza, técnicos, mecânicos, luthiers, profissionais de eventos, tecnologia e inúmeras outras atividades.

    Muitos construíram sua clientela principalmente por indicação.

    Um cliente indica para outro. Um vizinho passa o telefone. Alguém pergunta em um grupo de WhatsApp. Um amigo lembra de um profissional que resolveu um problema parecido.

    Esse sistema funciona e provavelmente continuará funcionando.

    O problema é depender somente dele.

    Se ninguém do meu círculo de contatos conhece aquele profissional, talvez eu nunca descubra que ele trabalha a poucos quilômetros da minha casa.

    É exatamente aí que a presença digital pode diminuir essa distância.

    O profissional existe. O problema é encontrá-lo.

    Essa talvez seja a melhor maneira de explicar o problema que quero ajudar a resolver com o Guia KM.

    Quando procurei o luthier, o profissional que eu precisava já existia. Ele estava relativamente próximo. Tinha conhecimento para realizar o serviço.

    Eu simplesmente não conseguia encontrá-lo facilmente.

    Isso acontece com inúmeros pequenos negócios.

    Não é necessariamente falta de demanda e também não é falta de profissionais.

    Às vezes existe uma pessoa procurando exatamente por aquilo que outra pessoa oferece, mas as duas não conseguem se encontrar.

    A internet deveria facilitar essa conexão.

    Por que muitos pequenos prestadores ainda são difíceis de encontrar no Google?

    Ter competência profissional e ter presença digital são coisas diferentes.

    Uma pessoa pode trabalhar há anos como eletricista e nunca ter criado um Perfil da Empresa no Google. Uma confeiteira pode ter dezenas de clientes e trabalhar somente por indicação e WhatsApp. Um serralheiro pode ser conhecido em determinado bairro, mas praticamente não existe quando alguém pesquisa seu serviço na internet.

    Por isso, uma parte do trabalho da Karen Mídia Digital é justamente mostrar aos pequenos negócios que existem ferramentas gratuitas que podem ajudá-los.

    O Perfil da Empresa no Google, por exemplo, é gratuito. Para empresas elegíveis, ele permite gerenciar como o negócio aparece na Pesquisa Google e no Maps. O próprio Google recomenda manter informações completas e precisas para ajudar usuários a compreender melhor o negócio.

    O Guia KM não foi criado para substituir essa ferramenta.

    Pelo contrário.

    Uma das propostas é também incentivar os parceiros a desenvolverem sua própria presença digital.

    Guia KM e Perfil da Empresa no Google podem trabalhar juntos

    Eu quero que um profissional cadastrado no Guia KM compreenda que ele também pode construir seus próprios canais.

    Dependendo do negócio, podemos ter uma combinação como:

    Perfil da Empresa no Google + página no Guia KM + Instagram + WhatsApp + site próprio.

    Cada canal possui uma função.

    O Perfil da Empresa pode ajudar o profissional a aparecer na Pesquisa e no Google Maps. O Instagram pode apresentar seus trabalhos e criar relacionamento. O WhatsApp facilita o contato. Um site pode desenvolver conteúdos e páginas próprias. E o Guia KM cria mais um caminho para que alguém descubra aquele profissional.

    Não precisamos escolher apenas um.

    O objetivo é construir presença digital.

    O que o Google considera nas pesquisas locais?

    Quando falamos sobre encontrar negócios próximos, entramos diretamente no universo do SEO local.

    Segundo o Google, os resultados locais são baseados principalmente em três fatores: relevância, distância e destaque. A relevância procura identificar o quanto determinado resultado corresponde ao que a pessoa está buscando; a distância considera a proximidade entre o usuário e os possíveis resultados; e o destaque está relacionado a quanto uma empresa é conhecida, inclusive a partir de informações existentes sobre ela na web.

    Isso ajuda a entender por que simplesmente existir fisicamente em um bairro não significa necessariamente ser encontrado digitalmente naquele bairro.

    Precisamos fornecer informações que permitam compreender quem é aquele profissional, o que ele faz e onde atua.

    Essa lógica também orienta a estrutura do Guia KM.

    Por que colocar informações completas no cadastro?

    Imagine um cadastro contendo apenas:

    Michelle Karen
    (62) XXXXX-XXXX

    Para quem não conhece Michelle, essas informações dizem muito pouco.

    Agora imagine uma página que explique que Michelle Karen trabalha com música para eventos, produz bolos caseiros, tortas salgadas, bolos no pote e saladas, atua como professora de música na rede estadual de Educação de Goiás e também trabalha com Marketing Digital, além de informar a região atendida e disponibilizar diferentes formas de contato.

    A diferença é enorme.

    Não queremos cadastrar apenas nomes e telefones. Queremos criar informações realmente úteis, que permitam entender quem é aquele profissional, quais serviços ou produtos oferece e onde atua.

    Isso beneficia a pessoa que está procurando e também fornece aos mecanismos de busca mais contexto para compreender o conteúdo daquela página.

    E onde entram as palavras-chave?

    As palavras-chave entram naturalmente na descrição de cada negócio.

    Se uma profissional trabalha com confeitaria, por exemplo, não precisamos repetir “confeiteira em Aparecida de Goiânia” vinte vezes em sua página.

    Precisamos explicar claramente aquilo que ela realmente oferece.

    Ela pode trabalhar com bolos personalizados, bolos de aniversário, doces para festas, encomendas, kits ou outros produtos. Essas informações ajudam a página a representar melhor a atividade.

    É assim que gosto de trabalhar SEO na Karen Mídia Digital.

    Primeiro precisamos responder bem à necessidade de uma pessoa. Depois estruturamos essa informação para que os mecanismos de busca também consigam compreendê-la.

    Palavra-chave sem conteúdo útil não resolve o problema.

    A importância do bairro e da região

    Uma das características centrais do Guia KM é justamente sua proposta regional.

    Se precisar de alguém para fazer um pequeno reparo em casa, talvez não queira contratar um profissional que precise atravessar toda a cidade para chegar até mim.

    A proximidade pode significar facilidade de deslocamento, disponibilidade e até permitir descobrir profissionais que fazem parte da própria comunidade.

    Por isso, o Guia KM permite organizar e procurar negócios utilizando também informações relacionadas à localização.

    O projeto começa por Aparecida de Goiânia e região, justamente para desenvolver uma base local antes de pensar em uma expansão maior.

    Serviços perto de mim: uma necessidade cada vez mais presente

    Quando alguém pesquisa por um serviço local, geralmente existe uma necessidade concreta por trás daquela pesquisa.

    A pessoa não está necessariamente procurando conteúdo para ler. Pode estar com uma torneira vazando, um portão quebrado, um instrumento precisando de manutenção, procurando alguém para fazer um bolo ou precisando contratar determinado serviço para um evento.

    Nesse momento, facilitar o encontro entre necessidade e solução tem valor real.

    É isso que quero que o Guia KM faça.

    O Guia KM pode aparecer no Google?

    Esse também é um dos objetivos do projeto.

    Queremos desenvolver o Guia KM utilizando boas práticas de SEO para que suas páginas possam ser rastreadas, compreendidas e indexadas pelo Google.

    Isso envolve trabalhar títulos, textos, categorias, páginas dos parceiros, links internos, informações geográficas, estrutura técnica e outros elementos.

    O Google também possui dados estruturados específicos para empresas locais. Por meio da marcação Local Business, por exemplo, um site pode fornecer informações organizadas sobre determinado negócio. A documentação do Google explica que esses dados podem incluir elementos como nome, endereço, telefone, horário de funcionamento e URL.

    Isso não significa que cadastrar um profissional no Guia KM garantirá determinada posição no Google.

    SEO não funciona assim.

    O próprio Google deixa claro que não existe uma forma de solicitar ou pagar por uma classificação local orgânica melhor. Nosso trabalho é construir uma estrutura tecnicamente adequada, oferecer informações úteis e desenvolver relevância ao longo do tempo.

    Quero que as pessoas também encontrem o próprio Guia KM

    Existe outro objetivo importante.

    Quero que uma pessoa possa pesquisar “Guia KM” no Google e encontrar o projeto. Para isso, precisamos construir a identidade digital desse nome. A página principal é uma parte desse processo. Este artigo é outra.

    À medida que produzirmos conteúdos relacionados, páginas de categorias e páginas de parceiros, o nome Guia KM estará associado a um contexto cada vez mais claro: um guia regional criado pela Karen Mídia Digital para conectar pessoas a empresas e prestadores de serviços.

    O Google utiliza diferentes informações disponíveis na web para compreender organizações e entidades. A documentação da Pesquisa Google também recomenda fornecer informações consistentes sobre uma organização, como nome, URL e outros dados que ajudem a identificá-la.

    Portanto, não quero apenas que o site tenha uma página chamada Guia KM. Quero construir Guia KM como uma identidade digital.

    O Guia KM também pode ajudar quem ainda não entende de marketing digital.

    Nem todo prestador de serviços sabe o que significa SEO.

    E tudo bem. Uma pessoa pode ser excelente no trabalho que realiza sem saber configurar um Perfil da Empresa, criar um site, escolher palavras-chave ou entender como o Google organiza os resultados.

    É justamente aí que a Karen Mídia Digital pode ajudar.

    O Guia KM pode ser uma porta de entrada para esse profissional perceber a importância de organizar sua presença na internet.

    Em alguns casos, o primeiro passo pode ser simplesmente criar seu cadastro no guia. Depois podemos orientá-lo sobre a importância do Perfil da Empresa no Google, das informações corretas, das avaliações, das fotografias, do site e de outras estratégias.

    Não quero apenas colocar empresas dentro de uma lista.

    Quero ajudar pequenos negócios a serem encontrados.

    Um guia que pode crescer junto com a região.

    Hoje o Guia KM está começando.

    Isso significa que ainda teremos novos profissionais, categorias, bairros e possibilidades conforme o projeto crescer. E existe uma participação que considero muito importante: a própria comunidade pode ajudar a encontrar esses profissionais.

    Na página do Guia KM existe uma área para quem não encontrou o profissional que procurava. A ideia é permitir que as pessoas indiquem ou convidem prestadores conhecidos para conhecerem o projeto.

    É exatamente o comportamento que deu origem ao guia.

    Em vez de a conversa terminar em:

    “Você tem o telefone de algum eletricista?”

    ela pode continuar:

    “Tenho. Vou convidá-lo para entrar no Guia KM também.”

    Aos poucos, construímos uma rede mais útil para todos.

    O pequeno negócio do bairro também precisa existir na internet

    Durante muito tempo, marketing digital pareceu algo reservado às grandes empresas. Não é.

    O profissional autônomo também precisa ser encontrado. O pequeno comércio também precisa aparecer. A pessoa que trabalha sozinha também pode construir sua presença digital. E não precisamos começar com estruturas enormes.

    Podemos começar organizando informações básicas, criando o Perfil da Empresa quando aplicável, mostrando corretamente os serviços oferecidos e criando pontos de presença na internet.

    O Guia KM entra justamente nesse processo.

    Do boca a boca para a busca digital

    Eu não acredito que a internet substituirá completamente a indicação. Quando alguém em quem confiamos recomenda um profissional, isso continua tendo enorme valor. O que podemos fazer é acrescentar uma nova possibilidade. Em vez de depender exclusivamente de conhecer alguém que conheça alguém, podemos construir uma estrutura onde os profissionais da nossa região estejam organizados e possam ser descobertos. Foi de uma necessidade simples do cotidiano que nasceu o projeto.

    Uma válvula para trocar. Um trilho de portão para consertar.

    Uma fechadura. Um problema elétrico. Um jack de violão.

    Situações pequenas que revelaram um problema maior: existem pessoas procurando e existem profissionais oferecendo, mas muitas vezes falta uma ponte entre eles.

    O Guia KM quer ser uma dessas pontes.

    Conheça o Guia KM

    Se você mora em Aparecida de Goiânia ou região e precisa encontrar um profissional, produto ou serviço, pode começar sua pesquisa pelo Guia KM.

    E se você é prestador de serviços ou possui um pequeno negócio na região, também pode solicitar seu cadastro para análise.

    Conheça o Guia KM

    A proposta está apenas começando, mas a ideia que orienta o projeto continuará sendo a mesma: ajudar quem procura a encontrar quem está perto.

    Perguntas frequentes

    O que é o Guia KM?

    O Guia KM é um guia digital regional criado pela Karen Mídia Digital para facilitar a descoberta de empresas, produtos e prestadores de serviços de Aparecida de Goiânia e região.

    Por que o Guia KM foi criado?

    O projeto nasceu da dificuldade de encontrar determinados prestadores próximos, mesmo quando esses profissionais já trabalham na região. A proposta é criar uma ponte digital entre quem procura e quem oferece produtos ou serviços.

    Quem pode se cadastrar no Guia KM?

    O Guia KM é voltado a prestadores de serviços e pequenos negócios das regiões atendidas pelo projeto. As informações enviadas passam por revisão antes da publicação.

    Preciso ter um Perfil da Empresa no Google para entrar no Guia KM?

    O Guia KM e o Perfil da Empresa são estruturas diferentes. Entretanto, a Karen Mídia Digital incentiva negócios elegíveis a também desenvolverem sua presença no Google, pois as duas estratégias podem se complementar.

    Estar no Guia KM garante aparecer no Google?

    Não. Nenhum cadastro isolado pode garantir determinada posição nos resultados orgânicos. O projeto será trabalhado com práticas de SEO para aumentar a capacidade de suas páginas serem encontradas e compreendidas pelos mecanismos de busca.

    Posso procurar profissionais por bairro?

    O Guia KM possui filtros de pesquisa que incluem categoria e bairro, justamente para facilitar a procura por negócios e serviços próximos.

    O Guia KM faz a contratação do profissional?

    Não. O guia facilita a descoberta e o contato. A negociação, contratação e pagamento são realizados diretamente entre cliente e prestador.

    O cadastro no Google é gratuito?

    Sim. A criação do Perfil da Empresa no Google é gratuita para negócios elegíveis. O Google informa que empresas podem criar ou reivindicar o perfil sem custo.

    Referências

    Google Business Profile Help. Dicas para melhorar sua classificação local no Google. Referência sobre relevância, distância, destaque e informações utilizadas nos resultados locais.

    Google Search Central. Dados estruturados de empresa local (Local Business). Documentação sobre informações estruturadas para negócios locais.

    Google Search Central. Dados estruturados de organização (Organization). Documentação sobre informações utilizadas para ajudar o Google a compreender e identificar organizações.

    Google Business Profile. Informações oficiais sobre criação e gerenciamento gratuito do Perfil da Empresa.

    Semrush. Materiais sobre SEO local, pesquisa de palavras-chave locais, citações e presença digital de empresas.

    Ahrefs. Materiais sobre Local SEO, Google Maps SEO, citações locais e otimização da presença de pequenos negócios.

    CLARKE, Adam. SEO: Learn Search Engine Optimization with Smart Internet Marketing Strategies. Referência complementar sobre fundamentos de SEO, relevância e autoridade digital.

    Links para Pesquisa

    Como conseguir mais clientes pelo Perfil da Empresa no Google? https://karenmidiadigital.com.br/blog/como-conseguir-mais-clientes-pelo-perfil-da-empresa-no-google/

    Como fazer SEO no Perfil da Empresa no Google?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/como-fazer-seo-no-perfil-da-empresa-no-google/

    Por que minha empresa não aparece no Google Maps mesmo estando cadastrada? https://karenmidiadigital.com.br/blog/por-que-minha-empresa-nao-aparece-no-google-maps-mesmo-estando-cadastrada/

    O que fazer com avaliações ruins no Google?

    https://karenmidiadigital.com.br/blog/o-que-fazer-com-avaliacoes-ruins-no-google/

    Não tenho empresa aberta. Posso aparecer no Google mesmo assim? https://karenmidiadigital.com.br/blog/nao-tenho-empresa-aberta-posso-aparecer-no-google-mesmo-assim/

    Michelle Karen | Fundadora da Karen Mídia Digital e do Guia KM
    11 de outubro de 2026

  • Como fazer SEO no Perfil da Empresa no Google?

    Como fazer SEO no Perfil da Empresa no Google?

    Criar um Perfil da Empresa no Google é relativamente simples. O problema é que muitas empresas fazem o cadastro, colocam algumas informações e depois abandonam o perfil.

    E é justamente aí que uma grande oportunidade de SEO local começa a ser desperdiçada.

    Tenho observado isso não apenas nos estudos sobre SEO, mas também em uma pesquisa de campo que comecei a realizar na minha própria região.

    Em uma amostra inicial de aproximadamente 120 empresas localizadas em uma área de apenas três a quatro quarteirões, observei que mais de 60% não davam continuidade adequada à presença no Google. Em aproximadamente 32% dos casos analisados, sequer encontrei uma presença identificável da empresa no Google.

    É importante deixar claro: esses números são da minha pesquisa local e não representam uma estatística sobre as empresas brasileiras.

    Mas o que encontrei me chamou bastante a atenção.

    As empresas estão fisicamente ali.

    As portas estão abertas.

    Existem produtos, serviços, clientes, promoções e uma rotina acontecendo todos os dias.

    Mas, quando olhamos para o Google, em muitos casos parece que nada está acontecendo.

    E foi daí que surgiu uma pergunta:

    Será que os pequenos empresários realmente entendem a importância de continuar trabalhando o Perfil da Empresa no Google depois de criá-lo?

    O que é SEO no Perfil da Empresa no Google?

    SEO no Perfil da Empresa no Google é o trabalho de otimizar e manter as informações de um negócio relevantes, completas e atualizadas para aumentar sua presença nas pesquisas locais e, ao mesmo tempo, oferecer informações úteis para quem procura aquele produto ou serviço.

    Não significa simplesmente colocar várias palavras-chave na descrição.

    Também não significa fazer uma postagem por dia e esperar chegar à primeira posição.

    SEO local envolve um conjunto de ações.

    O próprio Google explica que seus resultados locais são baseados principalmente em três fatores:

    relevância, distância e destaque.

    A relevância está relacionada ao quanto determinado perfil corresponde àquilo que a pessoa está procurando.

    A distância considera a proximidade entre o potencial cliente e os resultados disponíveis.

    Já o destaque está relacionado ao quanto uma empresa é conhecida, considerando diferentes sinais disponíveis para o Google.

    Portanto, não existe uma configuração mágica que coloque uma empresa automaticamente em primeiro lugar.

    O erro de criar o perfil e depois abandonar

    Essa é uma situação que tenho encontrado frequentemente.

    A empresa cria o Perfil da Empresa no Google.

    Adiciona endereço.

    Telefone.

    Horário.

    Algumas fotos.

    E pronto.

    Meses depois, praticamente nada mudou.

    Só que a própria empresa mudou.

    Entraram novos produtos.

    Surgiram novos serviços.

    A equipe mudou.

    A fachada mudou.

    Foram realizadas campanhas.

    Clientes deixaram avaliações.

    A empresa participou de eventos.

    Talvez até os horários tenham mudado.

    O negócio continua funcionando, mas sua presença no Google ficou parada no tempo.

    O Google recomenda justamente que as empresas mantenham suas informações completas e atualizadas, verifiquem seus dados, mantenham horários corretos, respondam avaliações e adicionem fotos e vídeos.

    Por isso, eu vejo o Perfil da Empresa como algo que precisa de continuidade.

    Gosto de pensar nele como um Instagram dentro do Google

    Essa é uma comparação que utilizo para tornar o assunto mais simples para quem não trabalha com Marketing Digital.

    Pense no Perfil da Empresa no Google quase como um Instagram da sua empresa dentro do Google.

    As duas plataformas não são iguais e possuem objetivos diferentes.

    Mas a comparação ajuda a entender uma coisa:

    o perfil não precisa ser estático.

    Podemos acrescentar fotos da rotina da empresa.

    Mostrar produtos.

    Apresentar serviços.

    Publicar novidades.

    Divulgar campanhas.

    Apresentar ofertas quando aplicável.

    Comunicar eventos e outras informações relevantes para os clientes.

    O próprio Perfil da Empresa oferece recursos para publicação de atualizações, ofertas e eventos diretamente no Google Search e no Maps.

    Imagine uma confeitaria.

    Ela pode mostrar um bolo que acabou de produzir.

    Uma loja pode apresentar produtos.

    Um restaurante pode mostrar pratos e ambiente.

    Um salão pode apresentar serviços.

    Uma empresa pode comunicar uma novidade.

    Isso ajuda a pessoa que encontrou aquele negócio a entender melhor o que encontrará ali.

    Antes de pensar no algoritmo, pense em quem está pesquisando

    Para mim, esse é um ponto fundamental.

    Às vezes falamos tanto sobre SEO que esquecemos quem está do outro lado.

    Uma pessoa pega o celular e pesquisa algo como:

    confeitaria perto de mim

    dentista em Aparecida de Goiânia

    empresa de Marketing Digital

    restaurante próximo

    salão de beleza no meu bairro

    Ela provavelmente está procurando uma solução.

    Quando encontra um Perfil da Empresa no Google, pode querer saber:

    Onde fica?

    Está aberto?

    Tem telefone?

    Tem WhatsApp?

    Quais serviços oferece?

    Como é o lugar?

    Existem fotos recentes?

    O que outros clientes estão dizendo?

    Como chegar?

    Essas informações ajudam na decisão.

    O objetivo do SEO local não deveria ser apenas aparecer. Deveria ser aparecer com informações suficientes para ajudar o cliente a decidir.

    Como fazer SEO no Perfil da Empresa no Google na prática?

    Eu começaria pela base.

    1. Preencha corretamente as informações da empresa

    Nome, categoria, endereço ou área de atendimento, horário, telefone, site quando houver e demais informações disponíveis precisam representar o negócio corretamente.

    Informações completas ajudam o Google a compreender melhor a empresa e também facilitam a vida de quem está pesquisando.

    O próprio Google afirma que empresas com informações completas e precisas têm maior probabilidade de aparecer em resultados de pesquisas locais relevantes.

    2. Escolha a categoria correta

    A categoria ajuda a explicar ao Google o que aquela empresa é.

    Isso parece um detalhe pequeno, mas não é.

    Uma empresa precisa selecionar uma categoria principal que represente seu negócio e utilizar categorias adicionais quando forem realmente aplicáveis.

    Não adianta escolher categorias apenas porque parecem ter muitas pesquisas.

    A informação precisa representar aquilo que a empresa realmente oferece.

    3. Descreva seus produtos e serviços

    Se uma pessoa está pesquisando por determinado serviço, o Google precisa conseguir compreender que sua empresa trabalha com aquilo.

    Por isso, produtos e serviços devem ser apresentados de maneira clara.

    Aqui entram também as palavras-chave.

    Mas não estou falando em repetir uma expressão vinte vezes.

    Estou falando em escrever naturalmente sobre aquilo que a empresa realmente faz.

    Uma empresa de Marketing Digital pode falar sobre SEO.

    Uma confeitaria pode apresentar bolos.

    Um salão pode apresentar seus serviços.

    Um profissional pode explicar sua especialidade.

    Palavra-chave precisa existir dentro de um contexto real.

    4. Mantenha fotos atuais

    Esse é um dos pontos que mais observo quando faço pesquisas locais.

    Existem empresas com pouquíssimas fotos.

    Outras possuem imagens antigas.

    E algumas deixam praticamente toda a apresentação visual nas mãos das fotos publicadas por clientes.

    A empresa pode assumir um papel ativo nessa apresentação.

    Mostre a fachada.

    O ambiente.

    Produtos.

    Serviços.

    Equipe, quando fizer sentido.

    Novidades.

    Rotina.

    O Google recomenda adicionar fotos e vídeos ao Perfil da Empresa justamente para mostrar produtos, serviços e contar a história do negócio.

    Eu gosto de pensar:

    se alguém nunca entrou na minha empresa, o que gostaria de ver antes de decidir ir até lá?

    Essa pergunta ajuda bastante na escolha das imagens.

    5. Utilize as postagens

    Esse recurso ainda é subutilizado por muitas empresas.

    O Perfil da Empresa permite criar publicações que podem apresentar atualizações, ofertas e eventos.

    Isso abre várias possibilidades.

    Uma empresa pode comunicar uma campanha.

    Apresentar uma novidade.

    Divulgar um evento.

    Mostrar um novo produto.

    Informar algo importante para os clientes.

    Mas existe um cuidado:

    não existe fundamento para prometer que publicar todos os dias fará uma empresa subir automaticamente no ranking.

    Eu prefiro trabalhar com a ideia de constância e utilidade.

    Publique porque existe algo relevante para mostrar ao cliente, não apenas porque alguém disse que o algoritmo exige determinada quantidade de posts.

    6. Trabalhe as avaliações

    As avaliações também fazem parte da presença local.

    O Google afirma que mais avaliações e classificações positivas podem ajudar no destaque local de uma empresa.

    Mas existe algo além do SEO.

    Eu, como cliente, também olho avaliações.

    Provavelmente você também.

    Queremos saber o que outras pessoas experimentaram antes de tomar uma decisão.

    Por isso, a empresa pode incentivar clientes reais a deixarem avaliações e, principalmente, responder aquilo que recebe.

    Avaliação não deveria ser vista apenas como uma estrelinha.

    Ela é parte da reputação digital do negócio.

    7. Responda às avaliações

    Responder demonstra que existe alguém acompanhando aquele espaço.

    Isso vale tanto para elogios quanto para críticas.

    O próprio Google recomenda responder às avaliações e afirma que isso demonstra que a empresa valoriza os clientes e o feedback recebido.

    Uma resposta educada também será lida por futuros clientes.

    Às vezes estamos respondendo a uma pessoa, mas outras cinquenta poderão ler aquela conversa depois.

    8. Não tente enganar o Google com palavras-chave

    SEO não significa repetir palavras.

    Também não recomendo alterar artificialmente o nome da empresa para acrescentar serviços, bairros e várias palavras-chave que não fazem parte do nome real do negócio.

    O objetivo é ajudar o Google a compreender:

    quem é a empresa;

    onde ela atende;

    o que oferece;

    e para quais pesquisas ela é relevante.

    Quanto mais coerentes forem as informações, melhor será a estrutura da presença digital.

    SEO local também acontece fora do Perfil da Empresa

    Aqui existe uma distinção importante.

    O Perfil da Empresa no Google é uma parte da estratégia de SEO local.

    Não é a estratégia inteira.

    A Ahrefs inclui dentro do SEO local elementos como pesquisa de palavras-chave locais, otimização do Perfil da Empresa, avaliações, citações locais, links e otimização do próprio site.

    Isso significa que podemos ter:

    Perfil da Empresa no Google.

    Site.

    Conteúdo.

    Menções em outros sites.

    Redes sociais.

    Avaliações.

    Informações consistentes sobre a empresa em diferentes lugares.

    Tudo isso começa a formar uma presença digital mais ampla.

    Mas site, domínio e hospedagem merecem uma conversa própria.

    Não vou aprofundar esses assuntos aqui porque quero manter este artigo focado em uma pergunta:

    como melhorar o SEO do Perfil da Empresa no Google?

    O que minha pesquisa de campo começou a mostrar

    Essa talvez seja a parte que mais tem chamado minha atenção.

    Comecei a realizar uma pesquisa local pensando em futuras visitas e prospecção.

    Não percorri uma cidade inteira.

    Nem sequer uma avenida inteira.

    Minha análise inicial abrangeu aproximadamente três a quatro quarteirões, com cerca de 120 empresas pesquisadas.

    Utilizei observação local, pesquisas no Google, análise de fotos e ferramentas digitais, incluindo Inteligência Artificial e Apify, como apoio ao levantamento.

    O que encontrei foi uma diferença grande entre a existência física das empresas e sua presença digital.

    Mais de 60% dos negócios observados não apresentavam continuidade adequada no Google segundo os critérios do meu levantamento.

    E aproximadamente 32% não possuíam presença identificável no Google durante a pesquisa.

    Novamente: esses percentuais representam essa amostra específica, não o mercado brasileiro.

    Mas eles levantam uma questão interessante.

    Quantas empresas possuem bons produtos e bons serviços, mas estão deixando de ser encontradas simplesmente porque sua presença digital não acompanha aquilo que acontece no mundo físico?

    É exatamente isso que quero continuar investigando.

    SEO local não é apenas para grandes empresas

    Talvez seja justamente o contrário.

    Uma pequena empresa depende muito da região onde atua.

    Uma padaria não precisa necessariamente aparecer para uma pessoa do outro lado do Brasil.

    Ela precisa ser encontrada por quem está próximo e procurando aquilo que oferece.

    O mesmo vale para restaurantes, lojas, profissionais liberais, clínicas, salões, oficinas e inúmeros negócios locais.

    É aí que o SEO local ganha força.

    A pergunta deixa de ser apenas “como aparecer no Google?” e passa a ser “como aparecer para a pessoa certa, na região certa, quando ela precisa do que eu ofereço?”.

    Perguntas frequentes

    Preciso pagar para fazer SEO no Perfil da Empresa no Google?

    Criar e manter um Perfil da Empresa no Google não exige pagamento ao Google. Entretanto, uma empresa pode fazer a gestão por conta própria ou contratar um profissional para desenvolver sua estratégia e otimização.

    Postar todos os dias melhora minha posição?

    O Google não estabelece uma regra dizendo que determinada frequência de postagem garante posições melhores. O mais importante é manter informações úteis, corretas e atualizadas.

    Colocar palavras-chave ajuda?

    Informações claras sobre produtos, serviços, categoria e atuação ajudam o Google a compreender a relevância do negócio. Isso é diferente de repetir palavras-chave artificialmente.

    Avaliações ajudam no SEO local?

    O Google informa que a quantidade de avaliações e as classificações positivas podem contribuir para o destaque local. Além disso, avaliações ajudam potenciais clientes a conhecer experiências anteriores.

    Preciso ter um site para ter Perfil da Empresa no Google?

    Não necessariamente. O Perfil da Empresa e o site são recursos diferentes. Entretanto, um site pode fazer parte de uma estratégia mais ampla de presença digital e SEO local.

    Posso pagar para ficar em primeiro no Google Maps?

    Não. O Google afirma que não existe uma forma de solicitar ou pagar por uma classificação local melhor.

    Conclusão

    SEO no Perfil da Empresa no Google não começa com um truque.

    Também não termina depois que o cadastro foi criado.

    É um trabalho de continuidade.

    Informações corretas.

    Fotos.

    Serviços.

    Produtos.

    Avaliações.

    Respostas.

    Publicações.

    Consistência.

    Relevância.

    E, principalmente, pensar na pessoa que está pesquisando.

    Minha pesquisa de campo ainda está em andamento, mas uma coisa já ficou muito clara para mim:

    existe uma diferença enorme entre uma empresa existir e uma empresa ser encontrada.

    O negócio pode estar funcionando todos os dias.

    Pode possuir ótimos produtos.

    Pode atender muito bem.

    Mas o cliente que ainda não conhece aquela empresa precisa primeiro encontrá-la.

    É justamente aí que o SEO local e o Perfil da Empresa no Google começam a fazer sentido.

    Não apenas para o Google.

    Para o cliente que está procurando exatamente aquilo que aquela empresa oferece.


    Referências e fontes consultadas

    Google Business Profile Help — documentação oficial sobre como melhorar a classificação local no Google, informações do perfil, avaliações, fotos e fatores de relevância, distância e destaque.

    Google Business Profile Help — documentação oficial sobre publicações, atualizações, ofertas e eventos no Perfil da Empresa.

    Ahrefs — guia de SEO local, incluindo otimização do Google Business Profile, palavras-chave locais, avaliações, citações, links e otimização do site.

    AlsoAsked — a pergunta “Como fazer SEO no Google Meu Negócio?” foi identificada no mapa de perguntas utilizado como base para esta pauta.


    Palavras – Chave: SEO LOCAL • PERFIL DA EMPRESA NO GOOGLE • GOOGLE MAPS • MARKETING DIGITAL • PEQUENAS EMPRESAS.

    Michelle Karen, 09 de Agosto de 2026.

  • Como medir o que está funcionando no SEO com IA?

    Como medir o que está funcionando no SEO com IA?

    Série: SEO com IA — o que significa essa fusão?
    Artigo 5

    Nos artigos anteriores desta série, passamos por quatro etapas importantes.

    Primeiro, entendemos como funciona a busca por Inteligência Artificial.

    Depois, analisamos as lacunas da marca e observamos onde os concorrentes aparecem enquanto nossa empresa ainda está ausente.

    No terceiro artigo, entramos na pesquisa de palavras-chave e prompts.

    No quarto, falamos sobre como aumentar as chances de uma marca ser mencionada ou citada pelas Inteligências Artificiais.

    Agora chegamos à última etapa:

    Como saber se tudo isso está realmente funcionando?

    Essa talvez seja uma das perguntas mais importantes de toda a série.

    Porque produzir conteúdo, fazer SEO, atualizar páginas, trabalhar menções externas e ampliar a presença digital é importante.

    Mas, se não medimos nada, acabamos trabalhando no escuro.

    A pergunta central que anotei para este artigo foi:

    O que está acontecendo com a minha marca em relação à Inteligência Artificial?

    É isso que precisamos descobrir.

    SEO com IA também precisa de métricas

    No SEO tradicional, já estamos acostumados a observar indicadores como:

    • impressões;
    • cliques;
    • posições;
    • palavras-chave;
    • tráfego orgânico;
    • conversões.

    Com o crescimento das buscas e respostas produzidas por Inteligência Artificial, novos sinais começam a entrar nessa análise.

    Agora também precisamos observar:

    As IAs estão enviando pessoas para o meu site?

    Minha marca está sendo mencionada?

    Meu site está sendo citado como fonte?

    Os rastreadores relacionados a ferramentas de IA estão acessando minhas páginas?

    Novos clientes estão dizendo que chegaram até mim pelo ChatGPT, Gemini, Perplexity ou outras ferramentas?

    É aqui que a medição de SEO com IA começa.

    1. Tráfego de referência vindo de Inteligência Artificial

    O primeiro indicador das minhas anotações é o tráfego de referência vindo de IA.

    Isso acontece quando alguém faz uma pesquisa em um assistente de Inteligência Artificial, encontra uma fonte ou link e acessa o site da empresa.

    Esse acesso pode aparecer nas ferramentas de análise como tráfego de referência.

    A própria OpenAI informa que publishers que permitem o acesso do OAI-SearchBot podem acompanhar tráfego proveniente do ChatGPT por ferramentas como o Google Analytics. A OpenAI também utiliza parâmetros de referência que ajudam a identificar esse tráfego. (OpenAI Help Center)

    Isso significa que uma empresa pode começar a responder perguntas como:

    Quantas pessoas chegaram ao meu site por meio do ChatGPT?

    Quais páginas elas acessaram?

    Essas pessoas permaneceram no site?

    Entraram em contato?

    Visitaram páginas de serviços?

    O número de visitas sozinho não conta toda a história.

    Precisamos entender também a qualidade desse tráfego.

    Tráfego de IA ainda é pequeno, mas está crescendo

    Aqui existe um cuidado importante.

    Não devemos imaginar que a Inteligência Artificial já substituiu o Google como principal fonte de tráfego.

    Não substituiu.

    Dados publicados pela Ahrefs em 2026 mostram que o tráfego de chatbots de IA ainda representa uma parcela pequena do tráfego total da web analisada, embora esteja crescendo rapidamente. Em uma análise com dezenas de milhares de sites, os chatbots de IA representavam cerca de 0,28% do tráfego em março de 2026, enquanto o Google mantinha uma participação muito maior. (Ahrefs)

    Isso é importante porque evita dois extremos.

    Não devemos ignorar a IA.

    Mas também não devemos agir como se o SEO tradicional tivesse deixado de existir.

    SEO continua sendo a base.

    2. Observe quais páginas recebem visitas vindas das IAs

    Não basta saber que houve dez, cinquenta ou cem visitas.

    Precisamos descobrir:

    Quais conteúdos estão atraindo essas visitas?

    Pode ser que determinado artigo tenha começado a receber acessos recorrentes vindos do ChatGPT.

    Talvez outro apareça em pesquisas relacionadas ao Gemini.

    Ou um guia específico esteja sendo usado como referência em algum tipo de consulta.

    Esse padrão ajuda a entender quais assuntos possuem maior potencial.

    A Ahrefs destaca justamente a possibilidade de acompanhar o tráfego proveniente do ChatGPT e analisar quais páginas recebem esses acessos. (Ahrefs)

    A partir daí, podemos tomar decisões melhores.

    Se determinada página está atraindo visitantes por meio de IA, talvez seja interessante:

    • atualizá-la;
    • aprofundar o tema;
    • criar conteúdos complementares;
    • melhorar seus links internos;
    • trabalhar perguntas relacionadas;
    • criar um vídeo sobre o mesmo assunto.

    A medição passa a orientar a produção.

    3. Atividade dos bots de IA no site

    O segundo indicador que deixei anotado para este artigo foi:

    atividade de bots de IA no site.

    Isso significa verificar se determinados rastreadores estão acessando o site e quais páginas visitam.

    No artigo anterior, falamos sobre bots e configurações de robots.txt.

    Agora o objetivo é outro.

    Queremos observar a atividade.

    Por exemplo:

    um rastreador está acessando o site?

    Quais páginas ele visita?

    Com qual frequência?

    Existem áreas importantes que nunca são acessadas?

    Essas informações podem aparecer em logs do servidor e em ferramentas técnicas especializadas.

    Mas existe um ponto importante:

    um bot visitar uma página não significa que essa página será citada.

    O rastreamento é apenas uma parte do processo.

    Não devemos confundir acesso técnico com resultado de visibilidade.

    4. Search Console também entra nessa medição

    O Google Search Console continua sendo uma ferramenta fundamental.

    Ele mostra como o Google rastreia, indexa e apresenta um site nos resultados de pesquisa. (Google for Developers)

    E em 2026 o Google passou a oferecer relatórios específicos para recursos generativos na Pesquisa, incluindo visibilidade em AI Overviews, AI Mode e recursos generativos do Discover. (Google for Developers)

    Isso é uma mudança importante.

    Agora o proprietário de um site pode observar com mais clareza como sua presença está acontecendo dentro dos recursos de IA do próprio Google.

    Portanto, eu incluiria o Search Console na rotina de medição de SEO com IA.

    Não apenas para analisar posições tradicionais.

    Mas também para acompanhar a evolução da visibilidade em recursos generativos.

    5. Menções da marca também são uma métrica

    Nem toda presença em IA resulta em clique.

    Esse é um ponto essencial.

    Uma pessoa pode perguntar:

    Qual empresa trabalha com determinado serviço?

    E a IA pode mencionar algumas marcas diretamente na resposta.

    Nesse caso, talvez o usuário nem clique em um site naquele momento.

    Mesmo assim, houve exposição da marca.

    Por isso, uma estratégia de SEO com IA também pode acompanhar:

    • quantas vezes a empresa é mencionada;
    • em quais temas aparece;
    • quais concorrentes aparecem junto;
    • em quais plataformas;
    • com qual contexto.

    Ferramentas como Ahrefs e Semrush já trabalham com análises de visibilidade em ambientes de IA.

    A Semrush, por exemplo, destaca que as métricas tradicionais de SEO precisam ser complementadas por indicadores de visibilidade nas respostas produzidas por sistemas de IA. (Semrush)

    6. Não olhe apenas para volume. Observe o contexto

    Uma empresa pode ser mencionada dez vezes e outra cinquenta.

    Isso não significa automaticamente que a segunda está melhor posicionada.

    Precisamos observar:

    Em quais perguntas a marca aparece?

    Ela aparece como recomendação?

    Como fonte?

    Em uma comparação?

    Relacionada ao serviço que realmente vende?

    Imagine que a Karen Mídia Digital seja mencionada em várias respostas relacionadas a Marketing Digital, mas nunca em consultas sobre SEO ou presença no Google.

    Existe visibilidade.

    Mas também existe uma lacuna.

    Por isso, a medição precisa acompanhar volume e contexto.

    7. Pergunte ao cliente como ele chegou até você

    Esse é um dos pontos mais simples das minhas anotações e, ao mesmo tempo, um dos mais importantes.

    A pergunta é:

    Como você ficou sabendo de nós?

    Ela pode aparecer:

    • em formulários;
    • no WhatsApp;
    • em uma conversa comercial;
    • no processo de orçamento;
    • em pesquisas com clientes.

    E eu acrescentaria algumas opções:

    Google
    Instagram
    LinkedIn
    Indicação
    ChatGPT
    Gemini
    Perplexity
    YouTube
    Outro

    Por quê?

    Porque nem toda descoberta deixa um caminho técnico perfeito nos sistemas de análise.

    Uma pessoa pode descobrir uma empresa no ChatGPT.

    Depois fechar a página.

    Dias mais tarde pesquisar diretamente o nome no Google.

    Por fim entrar em contato pelo WhatsApp.

    No Analytics, talvez o ChatGPT nem apareça como responsável pela conversão.

    Mas quando perguntamos:

    Como você conheceu a empresa?

    A resposta pode revelar todo o caminho.

    A origem declarada pelo cliente é uma métrica valiosa

    Esse tipo de dado é chamado de autodeclaração de origem.

    Ele não substitui Analytics, Search Console ou outras ferramentas.

    Ele complementa.

    Isso é especialmente importante em jornadas mais longas.

    Imagine:

    A pessoa vê sua empresa no ChatGPT.

    Depois encontra um artigo.

    Mais tarde vê um post no LinkedIn.

    Uma semana depois pesquisa sua marca no Google.

    Finalmente entra em contato pelo WhatsApp.

    Qual canal gerou o cliente?

    A resposta mais correta provavelmente é:

    a jornada inteira.

    É por isso que Marketing Digital não pode ser analisado olhando apenas para o último clique.

    8. Medir desde o primeiro dia

    Uma das orientações centrais que deixei anotada foi:

    configurar a medição desde o início da estratégia.

    Isso evita um problema bastante comum.

    A empresa trabalha durante seis meses e depois pergunta:

    Funcionou?

    Mas não possui dados anteriores para comparar.

    Por isso, antes de começar uma estratégia de SEO com IA, eu registraria:

    • tráfego atual;
    • principais páginas;
    • consultas atuais;
    • menções conhecidas;
    • presença em respostas de IA;
    • contatos recebidos;
    • origem declarada dos clientes.

    Esse é o ponto de partida.

    Depois podemos comparar evolução.

    9. Não abandone as métricas tradicionais

    Existe outro erro possível.

    Começar a acompanhar IA e abandonar todas as métricas antigas.

    Não faz sentido.

    O Google afirma oficialmente que as práticas fundamentais de SEO continuam relevantes para seus recursos generativos, porque AI Overviews e AI Mode continuam ligados aos sistemas centrais da Pesquisa. (Google for Developers)

    Portanto, eu continuaria acompanhando:

    SEO técnico.

    Indexação.

    Impressões.

    Cliques.

    Posições.

    Palavras-chave.

    Tráfego orgânico.

    Conversões.

    Perfil da Empresa no Google (Google Meu Negócio).

    E acrescentaria as novas métricas de IA.

    Não é substituição. É expansão.

    10. Atualizar conteúdos também faz parte da medição

    Outro passo das minhas anotações é:

    atualizar conteúdos antigos.

    Mas atualização também deve ser medida.

    Depois de revisar uma página, observe:

    Ela começou a receber mais impressões?

    Mais visitas?

    Passou a aparecer para outras consultas?

    Recebeu tráfego vindo de IA?

    Começou a ser citada?

    Gerou contatos?

    Assim começamos a entender quais mudanças realmente produzem resultados.

    Um painel simples para pequenas empresas

    Para uma pequena empresa, eu não começaria com dezenas de indicadores.

    Criaria um painel simples.

    Google

    Impressões
    Cliques
    Consultas
    Páginas mais acessadas

    Inteligência Artificial

    Tráfego vindo de ChatGPT e outras plataformas
    Menções conhecidas
    Citações conhecidas
    Principais temas nos quais a marca aparece

    Conversões

    Formulários
    WhatsApp
    Pedidos de orçamento
    Ligações

    Origem declarada

    Como você conheceu a empresa?

    Esse painel já responde muita coisa.

    E aquela estatística do ChatGPT crescendo 85%?

    Nas minhas anotações originais, deixei registrado que o vídeo da Ahrefs mencionava crescimento de 85% do ChatGPT desde janeiro e que ele estaria gerando mais tráfego do que Reddit ou LinkedIn.

    Também deixei uma observação clara:

    a data e a metodologia precisariam ser verificadas antes da publicação.

    Conferindo a Ahrefs, encontrei uma publicação posterior que sustenta parte dessa anotação: a empresa registrou crescimento de aproximadamente 85% no tráfego de IA atribuído ao ChatGPT desde janeiro e apontou o ChatGPT como principal fonte de tráfego entre os chatbots analisados. (Ahrefs)

    Mas prefiro usar esse número apenas como retrato daquele estudo e daquele período.

    Estatísticas de IA envelhecem muito rápido.

    O mais importante para uma empresa é medir os próprios dados.

    Cinco passos para começar

    Nas minhas anotações, a estratégia final ficou resumida em cinco ações:

    1. Fazer uma verificação técnica rápida.

    Confira indexação, robots.txt, rastreamento e possíveis problemas técnicos.

    2. Configurar as medições desde o primeiro dia.

    Analytics, Search Console e demais indicadores precisam existir antes da comparação.

    3. Perguntar aos novos contatos como conheceram a marca.

    Inclua ChatGPT, Gemini, Perplexity e outras IAs entre as possíveis respostas.

    4. Atualizar conteúdos antigos.

    Principalmente páginas importantes para os temas em que a empresa deseja construir autoridade.

    5. Construir uma estratégia personalizada de AEO ou SEO com IA.

    Porque copiar uma estratégia pronta dificilmente considera as particularidades de cada marca.

    Perguntas frequentes

    Como saber se o ChatGPT está enviando pessoas para meu site?

    É possível analisar tráfego de referência em plataformas como Google Analytics. A OpenAI também informa que links provenientes do ChatGPT podem ser identificados por parâmetros de referência. (OpenAI Help Center)

    Search Console mostra dados de IA?

    O Google lançou em 2026 relatórios dedicados à visibilidade em recursos generativos, incluindo AI Overviews e AI Mode. (Google for Developers)

    Uma menção sem clique possui valor?

    Pode possuir.

    Uma marca pode ser apresentada como recomendação ou referência dentro de uma resposta mesmo sem gerar um clique imediato.

    Por isso, tráfego e visibilidade precisam ser analisados separadamente.

    Como descobrir se clientes chegaram pela Inteligência Artificial?

    Pergunte.

    Adicionar “ChatGPT”, “Gemini” ou “outra IA” à pergunta “Como você ficou sabendo de nós?” pode revelar jornadas que não ficam claras apenas nos relatórios técnicos.

    Preciso usar ferramentas caras?

    Não para começar.

    Google Analytics, Search Console, testes manuais e uma planilha já permitem construir uma primeira visão.

    Ferramentas especializadas podem ampliar a análise posteriormente.

    SEO ainda precisa ser medido?

    Sim.

    A própria documentação atual do Google reforça que as boas práticas fundamentais de SEO continuam relevantes para seus recursos de busca generativa. (Google for Developers)

    Conclusão: SEO e IA não são concorrentes

    Chegamos ao final desta série.

    E talvez a conclusão mais importante seja justamente a que anotei desde o início:

    SEO e Inteligência Artificial não são estratégias concorrentes.

    O SEO continua construindo:

    autoridade;

    relevância;

    conteúdo;

    estrutura;

    visibilidade;

    presença nos mecanismos de busca.

    O AEO e o SEO com IA ampliam essa base para novos ambientes.

    Ambientes em que uma marca pode ser:

    encontrada;

    compreendida;

    mencionada;

    utilizada como fonte;

    citada.

    Mas existe algo que conecta tudo isso:

    medição.

    Porque não adianta perguntar apenas:

    Minha marca está aparecendo?

    Precisamos perguntar:

    Onde ela aparece?

    Para quais assuntos?

    Quem está chegando até mim?

    Quais conteúdos estão funcionando?

    Quais concorrentes continuam aparecendo onde minha empresa não aparece?

    E o que os dados estão me dizendo que devo fazer agora?

    Para pequenas empresas, profissionais autônomos, prestadores de serviços e negócios locais, esse é um ponto especialmente importante.

    Não precisamos seguir cada nova tendência do Marketing Digital sem direção.

    Precisamos construir uma estratégia.

    Medir.

    Aprender.

    Ajustar.

    E continuar.

    SEO cria a base. A Inteligência Artificial amplia as possibilidades. Os dados mostram se estamos realmente avançando.


    Referências e fontes consultadas

    Ahrefs — materiais e estudos sobre tráfego proveniente de ChatGPT e outros assistentes de IA, AI Search e medição de visibilidade. (Ahrefs)

    Google Search Central — documentação oficial sobre Search Console, SEO e otimização para recursos generativos da Pesquisa Google. (Google for Developers)

    Google Search Central — Search Generative AI Performance Reports — documentação sobre os novos relatórios de desempenho para AI Overviews, AI Mode e recursos generativos. (Google for Developers)

    OpenAI — documentação oficial para publishers e desenvolvedores sobre OAI-SearchBot e acompanhamento de tráfego de referência proveniente do ChatGPT. (OpenAI Help Center)

    Semrush — estudos sobre crescimento do tráfego proveniente de IA, ChatGPT e novas métricas de visibilidade em AI Search. (Semrush)



    Michelle Karen, 09 de agosto de 2026.

  • Como ser citado pelas Inteligências Artificiais?

    Como ser citado pelas Inteligências Artificiais?

    Série: SEO com IA — o que significa essa fusão?
    Artigo 4

    Nos artigos anteriores desta série, percorremos três etapas.

    Primeiro, entendemos como funciona a busca por Inteligência Artificial e como uma pergunta pode gerar diversas consultas antes da construção de uma resposta.

    Depois, fizemos a análise de lacunas da marca: onde meus concorrentes aparecem e minha empresa não?

    No terceiro artigo, entramos na pesquisa de palavras-chave e prompts, buscando entender o que as pessoas realmente perguntam às Inteligências Artificiais.

    Agora chegamos a uma das perguntas mais importantes desta série:

    Como fazer uma marca ser citada pelas Inteligências Artificiais?

    Quando alguém pergunta ao ChatGPT, Gemini, Perplexity ou a outro sistema sobre determinado produto, empresa ou serviço, diferentes fontes podem participar da construção daquela resposta.

    Isso cria uma nova preocupação para quem trabalha com SEO, Marketing Digital e posicionamento de marca.

    Antes, nosso objetivo estava muito concentrado em aparecer nos resultados de pesquisa e conquistar o clique.

    Agora também precisamos pensar:

    Minha marca está presente nas fontes e nos conteúdos que ajudam as Inteligências Artificiais a construir suas respostas?

    E não existe um truque para conseguir isso.

    Ser citado começa muito antes da citação.

    Começa na construção da presença digital.

    Ser citado começa pelo conteúdo do próprio site

    A primeira pergunta que eu faria é:

    Meu site realmente possui informações que merecem ser utilizadas como referência?

    Muitas empresas possuem um site, mas isso não significa que tenham construído autoridade sobre os assuntos relacionados ao seu mercado.

    Às vezes encontramos páginas com duas ou três frases sobre um serviço.

    Em outros casos, existem dezenas de artigos, mas vários estão desatualizados ou tratam os assuntos superficialmente.

    Por isso, produzir cada vez mais conteúdo não deve ser o único objetivo.

    Precisamos pensar em qualidade, profundidade, clareza e atualização.

    Conteúdo atualizado importa

    Um dos pontos que anotei durante o estudo que deu origem a esta série foi a importância da atualização.

    A orientação da Ahrefs que serviu de base para minhas anotações chama atenção especialmente para conteúdos que permanecem períodos longos sem revisão.

    Mas atualizar não significa simplesmente abrir um artigo antigo, trocar a data e publicá-lo novamente.

    É preciso verificar:

    • se as informações continuam corretas;
    • se as ferramentas mencionadas ainda existem;
    • se os exemplos ainda fazem sentido;
    • se os links continuam funcionando;
    • se existem novas informações;
    • se alguma recomendação ficou ultrapassada;
    • se aquele conteúdo ainda responde à intenção da pesquisa.

    A própria Ahrefs tem chamado atenção para a relação entre freshness, rankings e visibilidade em respostas produzidas por IA.

    Conteúdo atualizado não significa conteúdo com uma data nova. Significa informação que continua útil.

    Não escreva apenas para aumentar o número de palavras

    Durante muito tempo, criou-se no SEO uma associação entre conteúdos extensos e conteúdos melhores.

    Mas tamanho não substitui qualidade.

    Um artigo de 3.000 palavras pode dizer muito pouco.

    Enquanto isso, uma resposta com alguns parágrafos pode solucionar exatamente a dúvida de quem pesquisou.

    Nas minhas anotações, a orientação macro ficou resumida em três pontos:

    manter o conteúdo focado, manter o conteúdo atualizado e utilizar formatos que possam ser interpretados e reutilizados com clareza.

    É isso que devemos buscar.

    O formato do conteúdo também importa

    Alguns formatos ajudam a organizar melhor a informação.

    Entre os que anotei durante o estudo estão:

    • listas;
    • melhores opções;
    • principais ferramentas;
    • principais estratégias;
    • avaliações;
    • comparativos;
    • perguntas e respostas.

    Isso não significa transformar todos os artigos em listas.

    Significa estruturar a informação.

    Por exemplo, um artigo sobre SEO para pequenas empresas pode conter:

    O que é SEO para pequenas empresas?

    5 erros de SEO que pequenas empresas cometem

    Principais ferramentas para começar

    SEO ou tráfego pago: qual escolher?

    Perguntas frequentes

    Agora temos diferentes blocos de informação dentro do mesmo tópico.

    E isso nos leva a uma técnica interessante.

    BLUF: entregue a resposta primeiro

    BLUF significa Bottom Line Up Front.

    A lógica é simples:

    primeiro a resposta. Depois a explicação.

    Imagine que alguém pergunte:

    O que é SEO local?

    Eu poderia começar falando sobre a história do Google, sobre como os mecanismos de busca evoluíram e somente depois explicar o conceito.

    Ou poderia começar assim:

    SEO local é o conjunto de estratégias utilizadas para melhorar a visibilidade de uma empresa em pesquisas relacionadas a determinada localização.

    Pronto.

    A pergunta foi respondida.

    Agora eu posso aprofundar.

    Essa estrutura facilita a leitura e deixa muito claro qual informação aquela seção está entregando. A técnica BLUF aparece entre as quatro orientações específicas registradas nas minhas anotações para esta etapa da série.

    Conteúdo atômico: cada seção precisa funcionar sozinha

    Outro conceito que anotei foi o conteúdo atômico.

    Imagine um artigo dividido em dez seções.

    Cada seção deve conseguir transmitir sua ideia principal mesmo quando analisada separadamente.

    Por exemplo:

    Quem pode criar um Perfil da Empresa no Google?

    A resposta precisa estar naquela seção.

    O leitor não deveria precisar voltar cinco parágrafos para entender do que estou falando.

    Isso também é importante porque os sistemas podem processar partes de uma página, e o autor não controla exatamente em qual contexto determinado fragmento será utilizado.

    Por isso:

    uma seção = uma ideia clara.

    Escreva utilizando entidades claras

    Aqui entramos em outro ponto interessante: entidades.

    Uma entidade pode ser uma pessoa, empresa, organização, lugar, produto ou conceito identificável.

    Nas minhas anotações, separei alguns exemplos relacionados à própria Karen Mídia Digital:

    • Karen Mídia Digital;
    • SEO;
    • Marketing Digital;
    • Perfil da Empresa no Google;
    • Google Meu Negócio;
    • Google Search Console;
    • Goiânia;
    • Aparecida de Goiânia;
    • pequenas empresas;
    • negócios locais.

    Mas isso não significa simplesmente repetir esses termos no artigo.

    O que importa é estabelecer relações entre eles.

    Por exemplo:

    A Karen Mídia Digital trabalha com SEO e estratégias de Marketing Digital voltadas ao fortalecimento da presença online de pequenas empresas e negócios locais.

    Existe uma relação clara entre:

    marca → serviço → especialidade → público.

    É muito diferente de espalhar palavras-chave pelo texto sem contexto.

    Uma ideia por frase

    Outra orientação das minhas anotações é extremamente simples:

    escreva de maneira declarativa.

    Uma ideia por frase.

    Sujeito, verbo e objeto sempre que isso tornar a informação mais clara.

    Se precisamos ler uma frase duas ou três vezes para entender o que ela quer dizer, talvez seja melhor reescrevê-la.

    Isso não significa empobrecer o texto.

    Significa eliminar complexidade desnecessária.

    Ser mencionado e ser citado não são exatamente a mesma coisa

    Essa diferença é importante.

    Uma IA pode mencionar uma empresa dentro de uma resposta sem apresentar o site daquela empresa como fonte.

    Por outro lado, uma página pode aparecer entre as fontes utilizadas para sustentar determinada informação.

    Por isso, quando começamos a medir presença nas Inteligências Artificiais, precisamos observar diferentes indicadores.

    Entre eles:

    Menção: quando a marca aparece na resposta.

    Citação: quando uma página ou domínio aparece como fonte.

    Esse tipo de diferenciação já aparece nas metodologias atuais de análise de visibilidade em IA, inclusive em ferramentas voltadas a acompanhar menções, citações e participação das marcas nas respostas.

    O seu próprio site não é suficiente

    Aqui está uma das partes que considero mais importantes.

    Grande parte do trabalho relacionado ao AEO não acontece somente dentro do próprio site.

    Também envolve aquilo que outras fontes dizem sobre a marca.

    Nas minhas anotações, dividi essas oportunidades em diferentes grupos.

    Editoriais de terceiros

    Podem incluir:

    • publicações do setor;
    • sites de avaliação;
    • listas;
    • comparativos;
    • blogs de autoridade.

    Imagine duas empresas.

    A primeira possui um site excelente, mas praticamente ninguém fala sobre ela fora daquele domínio.

    A segunda possui um bom site e também aparece em entrevistas, avaliações, artigos, comparativos e outros conteúdos relacionados ao seu mercado.

    A segunda empresa possui um conjunto maior de referências externas sobre sua existência e atuação.

    Comunidades também fazem parte desse ecossistema

    Nas anotações também aparecem:

    • comunidades;
    • Reddit;
    • Quora;
    • fóruns de nicho.

    Mas existe um detalhe fundamental:

    a ideia não é manipular essas plataformas.

    Não estou falando em entrar em comunidades e começar a espalhar links da empresa.

    Isso provavelmente faria mais mal do que bem.

    Estou falando de participação legítima.

    Responder perguntas.

    Compartilhar conhecimento.

    Participar de conversas.

    Ajudar pessoas.

    Construir presença.

    Essa orientação de participação autêntica também faz parte das anotações originais da série.

    E as propriedades da própria marca?

    Além do site, uma empresa pode construir outras fontes de informação.

    Entre elas:

    • canal no YouTube;
    • podcast;
    • LinkedIn;
    • blog;
    • site institucional.

    Eu gosto de pensar nisso como um ecossistema.

    Um artigo pode gerar um vídeo.

    O vídeo pode gerar uma publicação no LinkedIn.

    Uma pergunta recebida no LinkedIn pode gerar um novo artigo.

    O artigo pode responder a uma pergunta que depois aparece no Google.

    Em vez de produzir conteúdos isolados, começamos a construir tópicos associados à marca.

    O consenso também importa

    Existe uma ideia central nas minhas anotações:

    quanto mais lugares relevantes apresentarem informações consistentes sobre uma marca, mais referências existem para que os sistemas consigam reconhecê-la.

    Isso ajuda a explicar por que presença digital é muito maior do que possuir Instagram ou site.

    Sua empresa existe em quantos lugares?

    E, principalmente:

    esses lugares dizem coisas consistentes sobre ela?

    Se o site diz uma coisa, o Perfil da Empresa no Google (Google Meu Negócio) apresenta outra, o LinkedIn possui informações antigas e outros diretórios apresentam dados diferentes, temos um problema de consistência.

    Não ignore o YouTube

    O YouTube recebeu uma seção própria nas minhas anotações.

    A razão é simples: vídeo também é informação.

    Tutoriais, análises, demonstrações, entrevistas, perguntas e respostas podem ampliar muito a quantidade de conteúdo associado a uma empresa e aos assuntos sobre os quais ela trabalha.

    Para uma estratégia de Marketing Digital, isso significa que o YouTube não precisa ser tratado apenas como uma rede para conseguir visualizações.

    Ele pode funcionar como parte da biblioteca de conhecimento da marca.

    E um ponto importante: minhas anotações originais traziam estatísticas específicas sobre citações do YouTube e treinamento de modelos. Como as próprias regras que defini para esta série determinam que números só sejam publicados depois de conferir fonte, data e contexto, prefiro não transformar essas duas anotações em estatísticas neste artigo sem a comprovação adequada.

    E se a Inteligência Artificial não conseguir acessar meu site?

    Agora entramos em uma questão técnica.

    Um site pode possuir regras relacionadas ao acesso de diferentes rastreadores.

    Um dos lugares que podemos verificar é:

    seudominio.com/robots.txt

    O Google explica oficialmente que o arquivo robots.txt é utilizado principalmente para gerenciar o tráfego de rastreadores e indicar quais partes de um site podem ou não ser rastreadas.

    Nas minhas anotações, registrei quatro nomes que merecem atenção:

    • GPTBot;
    • OAI-SearchBot;
    • ClaudeBot;
    • Google-Extended.

    Mas existe uma diferença importante entre eles.

    Por exemplo, a documentação oficial da OpenAI explica que o OAI-SearchBot está relacionado à descoberta de conteúdo para os resultados de busca do ChatGPT, enquanto o GPTBot possui outra finalidade. Para publishers que desejam que seu conteúdo possa aparecer nos resultados de busca do ChatGPT, a configuração do OAI-SearchBot é particularmente relevante.

    Isso mostra por que não devemos simplesmente copiar regras de robots.txt encontradas na internet.

    Encontrou o nome do bot? Não altere imediatamente

    Esse cuidado já estava registrado nas minhas próprias anotações.

    A simples presença de GPTBot, OAI-SearchBot, ClaudeBot ou Google-Extended no robots.txt não significa automaticamente que existe um bloqueio problemático.

    Precisamos analisar a regra completa.

    Portanto, o processo seria:

    1. acessar o robots.txt;
    2. procurar regras relacionadas aos rastreadores;
    3. entender o que aquelas regras determinam;
    4. somente depois decidir se alguma alteração é necessária.

    Em configuração técnica, adivinhar costuma ser uma péssima estratégia.

    As quatro frentes para construir presença nas IAs

    Depois de todo esse estudo, consegui organizar essa etapa em quatro grandes frentes.

    1. Conteúdo

    Produzir informações úteis, claras, focadas e atualizadas.

    2. Menções externas

    Construir presença legítima em outras fontes relacionadas ao mercado.

    3. YouTube e propriedades da marca

    Transformar conhecimento em diferentes formatos e ampliar os lugares onde aquela informação existe.

    4. Configuração técnica

    Garantir que decisões técnicas do site estejam alinhadas à estratégia de rastreamento e presença desejada.

    Essas são exatamente as quatro frentes que registrei no planejamento original desta série.

    Perguntas frequentes

    Posso garantir que o ChatGPT citará minha empresa?

    Não.

    Nenhuma estratégia séria pode garantir que uma empresa será citada em uma resposta específica.

    Podemos trabalhar para aumentar sua presença, autoridade, clareza e relevância.

    Preciso criar artigos enormes?

    Não.

    O conteúdo deve ter o tamanho necessário para responder bem ao assunto.

    Quantidade de palavras não substitui qualidade da informação.

    Devo atualizar artigos antigos?

    Sim, principalmente quando informações, ferramentas, exemplos, links ou recomendações ficaram desatualizados.

    Mas atualizar significa melhorar a informação, e não simplesmente trocar a data.

    Preciso estar em outros sites?

    Construir menções externas relevantes faz parte de uma presença digital mais ampla.

    Entrevistas, publicações, avaliações, comparativos, comunidades e outros ambientes podem fazer parte dessa construção.

    Preciso criar um canal no YouTube?

    Não é obrigatório.

    Mas o vídeo pode ampliar a presença de uma empresa e permitir que o conhecimento da marca exista em outros formatos.

    Preciso liberar todos os bots no robots.txt?

    Não existe uma resposta única.

    Cada rastreador possui uma finalidade e cada empresa precisa decidir qual acesso deseja permitir. Por isso, é necessário entender a configuração antes de alterá-la.

    SEO ainda importa com o crescimento das Inteligências Artificiais?

    Sim.

    E esse talvez seja um dos principais aprendizados desta série.

    SEO continua sendo a base.

    A busca por IA amplia os ambientes nos quais essa autoridade e esse conteúdo podem aparecer.

    Conclusão

    Como ser citado pelas Inteligências Artificiais?

    Depois de estudar esse assunto, percebo que a resposta é muito menos misteriosa do que parece.

    Não existe um truque.

    Existe construção.

    Conteúdo.

    SEO.

    Atualização.

    Clareza.

    Entidades.

    Menções externas.

    YouTube.

    Consistência.

    Configuração técnica.

    E autoridade construída ao longo do tempo.

    Para pequenas empresas, profissionais autônomos, prestadores de serviços e negócios locais, isso significa que não precisamos tentar dominar toda a internet.

    Precisamos construir presença nos lugares certos.

    E deixar cada vez mais clara uma relação:

    quem é a sua marca + o que ela faz + para quem ela faz + sobre quais assuntos possui autoridade.

    É assim que SEO, Marketing Digital, mídia digital e Inteligência Artificial começam a trabalhar juntos dentro de uma estratégia maior de posicionamento.

    E depois de construir essa presença, surge a última pergunta da série:

    Como saber se tudo isso está realmente funcionando?

    É isso que veremos no próximo artigo:

    SEO com IA: como medir o que está funcionando?


    Referências e fontes consultadas

    Ahrefs — fonte principal utilizada nas anotações que deram origem à série SEO com IA. O material-base da série foi organizado a partir do vídeo da Ahrefs indicado nas anotações originais.

    Google Search Central — documentação oficial sobre rastreamento, indexação e funcionamento do arquivo robots.txt.

    OpenAI — documentação oficial para publishers e desenvolvedores sobre OAI-SearchBot, GPTBot, descoberta de conteúdo e busca no ChatGPT.

    Semrush — estudos e materiais sobre AI Search, presença de marca, menções, citações e otimização de conteúdo para ambientes de Inteligência Artificial.

    Ahrefs — pesquisas e materiais complementares sobre SEO, conteúdo atualizado, AI Overviews, visibilidade e citações em mecanismos de busca com IA.



    Michelle Karen, 09 de Agosto de 2026

  • Pesquisa de palavras-chave e prompts: como descobrir o que as pessoas realmente perguntam às Inteligências Artificiais ?

    Pesquisa de palavras-chave e prompts: como descobrir o que as pessoas realmente perguntam às Inteligências Artificiais ?

    Terceiro artigo da Série: SEO com IA — o que significa essa fusão?

    Tempo estimado de leitura: 7 minutos

    Nos dois primeiros artigos desta série, eu percorri duas etapas importantes.

    Primeiro, mostrei como uma pergunta feita a uma Inteligência Artificial pode se desdobrar em diversas pesquisas menores antes que uma resposta seja construída.

    Depois, falei sobre a análise de lacunas da marca: descobrir onde os concorrentes aparecem, quais assuntos estão ocupando e onde a nossa marca ainda está ausente.

    Agora chegamos à terceira etapa:

    O que as pessoas realmente pesquisam — e perguntam — quando usam Inteligência Artificial?

    Essa mudança é importante porque pesquisar no Google e conversar com uma IA não são exatamente a mesma coisa.

    No Google, alguém pode digitar:

    SEO pequenas empresas

    Em uma Inteligência Artificial, a mesma pessoa pode perguntar:

    Como uma pequena empresa pode começar a fazer SEO sem investir muito?

    Ou:

    Tenho uma pequena empresa em Goiânia e meu site não aparece no Google. O que devo melhorar primeiro?

    Ou ainda:

    Quais são as melhores estratégias para uma empresa local aparecer no Google e nas respostas de Inteligência Artificial?

    A intenção pode ser parecida.

    A forma de pesquisar mudou.

    E é justamente por isso que a pesquisa de palavras-chave continua importante, mas precisa conversar com a pesquisa de perguntas e prompts.

    As palavras-chave acabaram por causa da IA?

    Não.

    Esse é um ponto que considero importante deixar claro.

    SEO com IA não significa abandonar palavras-chave.

    Elas continuam ajudando a compreender os assuntos que as pessoas pesquisam, a intenção por trás dessas pesquisas e os tópicos que um site precisa desenvolver.

    O que mudou é que agora podemos partir de uma palavra-chave e expandi-la para perguntas muito mais específicas.

    Por exemplo:

    SEO

    pode se transformar em:

    • O que é SEO?
    • Como fazer SEO?
    • SEO funciona para pequenas empresas?
    • Quanto tempo demora para SEO dar resultado?
    • Quais são as melhores ferramentas de SEO?
    • Como fazer SEO para uma empresa local?
    • Vale a pena investir em SEO?
    • SEO ajuda a aparecer nas respostas de IA?

    Observe que não estamos falando de oito assuntos completamente diferentes.

    Estamos ampliando um tópico.

    Isso é especialmente importante quando lembramos do conceito de query fan-out, abordado no primeiro artigo desta série.

    Uma pergunta pode levar um sistema de IA a buscar diferentes informações relacionadas antes de construir sua resposta.

    Portanto:

    quanto melhor eu compreendo o tópico e as perguntas que existem ao redor dele, melhor consigo planejar meu conteúdo.

    O que são modificadores de palavras-chave?

    Uma maneira simples de expandir uma pesquisa é trabalhar com modificadores.

    São palavras ou expressões que transformam um assunto amplo em uma pesquisa mais específica.

    Alguns exemplos:

    • como fazer;
    • o que é;
    • vantagens;
    • benefícios;
    • passo a passo;
    • vale a pena;
    • quanto custa;
    • melhores;
    • principais;
    • avaliações;
    • para iniciantes;
    • para pequenas empresas.

    Vamos pegar uma palavra-chave como:

    Perfil da Empresa no Google

    Agora acrescentamos modificadores:

    Como criar um Perfil da Empresa no Google?

    Quais são os benefícios do Perfil da Empresa no Google?

    Perfil da Empresa no Google vale a pena para pequenas empresas?

    Quais são as melhores estratégias para otimizar um Perfil da Empresa no Google?

    Quanto custa criar um Perfil da Empresa no Google?

    Perceba o que aconteceu.

    Uma única palavra-chave começou a revelar diferentes intenções e possibilidades de conteúdo.

    E onde entram os prompts?

    Um prompt pode trazer muito mais contexto do que uma busca tradicional.

    Imagine uma pessoa pesquisando:

    site para empresa

    Agora compare com:

    Tenho uma pequena empresa de serviços e consigo clientes principalmente pelo Instagram. Vale a pena criar um site para aparecer no Google?

    A segunda pesquisa fornece muito mais informações.

    Sabemos que:

    • é uma pequena empresa;
    • trabalha com serviços;
    • utiliza Instagram;
    • quer conquistar clientes;
    • está considerando criar um site;
    • deseja aparecer no Google.

    Para uma estratégia de Marketing Digital, isso é extremamente valioso.

    Os prompts ajudam a revelar não apenas o que a pessoa procura, mas o problema, o contexto e muitas vezes a etapa da decisão em que ela se encontra.

    Como eu posso pesquisar palavras-chave e prompts?

    Eu começaria com as palavras centrais do negócio.

    No caso da Karen Mídia Digital, por exemplo:

    • SEO;
    • Marketing Digital;
    • posicionamento digital;
    • Inteligência Artificial;
    • criação de sites;
    • Perfil da Empresa no Google;
    • palavras-chave;
    • presença digital;
    • negócios locais;
    • mídia digital.

    Depois, começaria a expandir cada tópico.

    Uma estrutura simples seria:

    Palavra-chave + problema + público + intenção

    Por exemplo:

    SEO + aparecer no Google + pequenas empresas + como fazer

    Isso pode gerar:

    Como fazer SEO para uma pequena empresa aparecer no Google?

    Outro exemplo:

    Perfil da Empresa no Google + negócio local + vantagem

    Pode gerar:

    Quais são as vantagens do Perfil da Empresa no Google para um negócio local?

    E podemos continuar.

    Inteligência Artificial + Marketing Digital + pequena empresa:

    Como uma pequena empresa pode usar Inteligência Artificial no Marketing Digital?

    Site + negócio local + clientes:

    Um negócio local precisa de site para conseguir mais clientes?

    Agora começamos a construir não apenas uma lista de palavras-chave, mas um mapa de perguntas reais que podem se transformar em conteúdo.

    A intenção da pesquisa continua importante

    Nem toda pessoa que pesquisa está procurando a mesma coisa.

    Por isso, eu também separaria as ideias por intenção.

    Intenção informacional

    A pessoa quer aprender.

    Exemplos:

    O que é SEO?

    Como funciona o Perfil da Empresa no Google?

    O que é posicionamento digital?

    Intenção comercial

    A pessoa já está avaliando soluções.

    Exemplos:

    Melhores ferramentas de SEO para pequenas empresas

    Vale a pena contratar uma empresa de Marketing Digital?

    SEO ou Google Ads: qual escolher?

    Intenção local

    Existe uma localização envolvida na necessidade.

    Exemplos:

    Empresa de SEO em Goiânia

    Marketing Digital em Aparecida de Goiânia

    Como aparecer nas pesquisas locais do Google?

    Intenção transacional

    A pessoa está mais próxima de realizar uma ação ou contratar.

    Exemplos:

    Quanto custa criar um site para pequena empresa?

    Quanto custa contratar SEO?

    Empresa para otimizar Perfil da Empresa no Google

    Essa separação é importante porque nem todo conteúdo precisa cumprir a mesma função dentro da jornada do cliente.

    A IA consegue responder completamente à pergunta?

    Essa é outra pergunta que eu faria durante a pesquisa.

    Imagine alguém procurando:

    O que é SEO?

    Uma Inteligência Artificial consegue fornecer uma explicação bastante completa sem que a pessoa necessariamente precise visitar um site.

    Agora pense em:

    Qual empresa pode analisar por que meu negócio não aparece no Google?

    A situação muda.

    Existe uma necessidade mais específica e potencialmente comercial.

    Por isso, ao escolher um assunto, eu perguntaria:

    A IA consegue satisfazer plenamente essa intenção dentro da própria resposta?

    Se a resposta for sim, isso não significa que devemos abandonar aquele conteúdo.

    Significa que talvez o objetivo precise mudar.

    Em determinadas pesquisas, além de tentar conquistar o clique, precisamos trabalhar para que nossa marca seja uma das fontes, entidades ou referências utilizadas na construção da resposta.

    Então não devemos mais pensar apenas em cliques?

    Exatamente.

    O clique continua sendo extremamente importante.

    Tráfego orgânico continua importando.

    Conversões continuam importando.

    Posicionamento no Google continua importando.

    Porém, existe uma nova camada.

    Ser mencionado também pode ter valor.

    Imagine alguém perguntando repetidamente a diferentes ferramentas:

    Quais são as melhores estratégias de Marketing Digital para pequenas empresas?

    Se determinada marca começa a aparecer associada a esse assunto, existe construção de presença e reconhecimento.

    É por isso que SEO, AEO e estratégias voltadas à busca por IA precisam trabalhar em conjunto.

    Como transformar essa pesquisa em um calendário de conteúdo?

    Depois de levantar palavras-chave, modificadores, perguntas e prompts, eu organizaria tudo.

    Por exemplo:

    Tema principal: SEO

    Perguntas:

    • O que é SEO?
    • Como fazer SEO?
    • SEO funciona para pequenas empresas?
    • Como fazer SEO local?
    • Quanto custa SEO?
    • Quanto tempo SEO demora para funcionar?
    • Como SEO ajuda nas respostas de IA?

    Formatos possíveis:

    • artigo;
    • guia;
    • tutorial;
    • perguntas frequentes;
    • comparativo;
    • vídeo;
    • carrossel;
    • estudo de caso.

    Depois repetiria o processo para outros pilares.

    Dessa maneira, uma pesquisa de palavras-chave deixa de produzir apenas uma lista de termos.

    Ela começa a construir uma estratégia editorial.

    E isso também evita outro problema comum no Marketing Digital:

    produzir conteúdo simplesmente porque surgiu uma ideia naquele dia.

    Um prompt para começar sua própria pesquisa

    Uma pequena empresa pode utilizar a própria Inteligência Artificial para ajudar a organizar essa etapa.

    Um exemplo:

    Estou fazendo uma pesquisa de palavras-chave para uma empresa especializada em [SERVIÇO].

    Meu público é formado por [PÚBLICO].

    Liste palavras-chave principais relacionadas ao negócio e combine essas palavras com modificadores como: como fazer, o que é, vantagens, benefícios, passo a passo, vale a pena, quanto custa, melhores, principais, avaliações, para iniciantes e para pequenas empresas.

    Depois, transforme essas combinações em perguntas e prompts que uma pessoa poderia fazer no Google ou em uma Inteligência Artificial.

    Separe os resultados por intenção informacional, comercial, local e transacional.

    Por fim, sugira formatos de conteúdo adequados para cada intenção.

    Esse resultado não deve ser tratado como uma pesquisa pronta.

    Ele é um ponto de partida.

    Depois, as ideias precisam ser analisadas, comparadas com dados reais, concorrentes, resultados do Google e com as necessidades do público.

    Perguntas frequentes

    As palavras-chave ainda são importantes no SEO com IA?

    Sim. Elas continuam sendo fundamentais para compreender tópicos, intenção de busca e demanda. A diferença é que agora também precisamos observar perguntas mais longas, linguagem conversacional e prompts contextualizados.

    O que é um prompt na pesquisa por IA?

    É uma instrução ou pergunta enviada a uma Inteligência Artificial. Um prompt pode conter contexto, objetivo, restrições e detalhes que normalmente não aparecem em uma pesquisa curta tradicional.

    Devo criar um artigo para cada palavra-chave?

    Não necessariamente.

    Palavras diferentes podem fazer parte da mesma intenção e do mesmo tópico. Criar vários conteúdos quase idênticos pode fragmentar a estratégia.

    O objetivo é compreender o assunto como um todo.

    Posso usar Inteligência Artificial para fazer pesquisa de palavras-chave?

    Sim, principalmente para gerar ideias, modificadores, perguntas, agrupamentos e possibilidades de conteúdo.

    Entretanto, a IA não deve ser a única fonte da pesquisa. Dados de ferramentas de SEO, resultados do Google, concorrentes e comportamento real do público continuam importantes.

    É melhor escrever para o Google ou para a Inteligência Artificial?

    Essa separação pode levar a uma estratégia ruim.

    O conteúdo precisa ser útil para pessoas, compreensível para mecanismos de busca e estruturado de maneira que sistemas de IA também consigam interpretar suas informações.

    SEO continua sendo a base. A busca por IA amplia o ambiente em que esse conteúdo pode ser encontrado e utilizado.

    Conclusão

    A pesquisa de palavras-chave não morreu.

    Ela evoluiu.

    Agora, além de descobrir o que as pessoas pesquisam, precisamos compreender como elas perguntam, qual contexto fornecem e o que realmente querem resolver.

    Palavras-chave nos mostram os tópicos.

    Modificadores revelam novas intenções.

    Perguntas mostram dúvidas.

    Prompts acrescentam contexto.

    E, juntos, esses elementos ajudam a construir uma estratégia de conteúdo muito mais ampla para Google, Marketing Digital e mecanismos de busca baseados em Inteligência Artificial.

    Depois de compreender como a busca por IA funciona, analisar as lacunas da marca e descobrir quais palavras-chave, perguntas e prompts precisamos trabalhar, chegamos à próxima etapa:

    Como fazer para que a Inteligência Artificial encontre, compreenda e cite nosso conteúdo?

    Esse será o tema do próximo artigo da série:

    Como ser citado pelas Inteligências Artificiais?


    Michelle Karen, fundadora da Karen Mídia Digital.
    08 de agosto de 2026

  • Análise de lacunas da marca: onde seus concorrentes aparecem e você não?

    Análise de lacunas da marca: onde seus concorrentes aparecem e você não?

    Série: SEO com IA — o que significa essa fusão?

    Artigo 2 da Série

    No primeiro artigo desta série, eu expliquei como funciona a busca por Inteligência Artificial e por que uma única pergunta pode se transformar em diversas consultas antes de uma resposta ser construída.

    Agora surge uma pergunta ainda mais importante:

    Quando alguém pesquisa sobre aquilo que sua empresa oferece, quem aparece: você ou seus concorrentes?

    Essa pergunta está no centro da análise de lacunas da marca, ou Brand Gap Analysis.

    Durante muito tempo, no SEO, analisamos principalmente palavras-chave, posições no Google, backlinks e tráfego orgânico. Esses indicadores continuam importantes. Porém, com a expansão da busca por IA, precisamos ampliar a análise.

    Hoje, eu não quero saber apenas se uma empresa está aparecendo no Google.

    Quero descobrir:

    • Ela aparece nas respostas das Inteligências Artificiais?
    • É mencionada quando alguém pede recomendações?
    • O site é utilizado como fonte?
    • Concorrentes aparecem em perguntas nas quais essa empresa não aparece?
    • Outros sites mencionam a marca?
    • O Perfil da Empresa no Google está completo?
    • A empresa está presente em vídeos, redes sociais e outras fontes que ajudam a construir sua autoridade digital?

    É justamente aqui que começa a análise de lacunas da marca.

    O que é uma análise de lacunas da marca?

    De maneira simples, uma lacuna é a distância entre a presença digital que uma marca possui hoje e a presença que poderia ou deveria possuir.

    Imagine uma pequena empresa que presta determinado serviço.

    Ela tem site, Instagram e um Perfil da Empresa no Google. À primeira vista, parece possuir uma boa presença digital.

    Mas então começamos a pesquisar.

    No Google, três concorrentes aparecem repetidamente para pesquisas importantes do setor.

    Quando fazemos perguntas relacionadas ao serviço no ChatGPT, Gemini ou outras ferramentas de IA, esses mesmos concorrentes são mencionados.

    Em artigos comparativos publicados por terceiros, novamente encontramos os concorrentes.

    No YouTube, existem vídeos relacionados ao assunto, mas nenhum conteúdo da empresa.

    Então encontramos uma lacuna.

    Ter presença digital não significa necessariamente ocupar os espaços digitais onde as decisões estão acontecendo.

    A análise não começa olhando apenas para sua marca

    Um dos erros que percebo no Marketing Digital é analisar uma empresa isoladamente.

    Quantos acessos meu site recebeu?

    Quantas palavras-chave estão posicionadas?

    Quantas pessoas visualizaram meu Perfil da Empresa no Google?

    Quantos seguidores tenho?

    Essas informações são importantes, mas existe outra pergunta:

    Como esses resultados se comparam aos concorrentes?

    A Ahrefs trata justamente dessa questão em sua metodologia de Brand Gap Analysis.

    Entre as dimensões que podem ser analisadas estão lacunas de visibilidade, narrativa, tópicos, formatos, menções na web e demanda.

    Isso muda bastante a maneira de olhar para o SEO.

    O problema pode não ser simplesmente não aparecer.

    Pode ser não aparecer em um assunto específico no qual seus concorrentes já conquistaram espaço.

    Onde devo procurar essas lacunas?

    Eu começaria analisando diferentes pontos da presença digital da empresa.

    1. Resultados tradicionais do Google

    O SEO continua sendo uma das bases dessa análise.

    Pesquise os principais serviços, problemas e dúvidas relacionados ao negócio.

    Por exemplo, em vez de pesquisar apenas:

    marketing digital

    eu também analisaria:

    marketing digital para pequenas empresas

    como divulgar uma pequena empresa no Google

    como melhorar a presença digital da minha empresa

    empresa de SEO para negócio local

    como aparecer no Google

    A pergunta é:

    Quais concorrentes aparecem repetidamente e minha marca não?

    Essa diferença já revela oportunidades de conteúdo e posicionamento.

    2. Respostas produzidas por Inteligência Artificial

    Agora eu faria algo semelhante nos mecanismos e assistentes de IA.

    Em vez de testar somente o nome da empresa, faria perguntas relacionadas ao mercado.

    Por exemplo:

    Quais são as melhores estratégias de SEO para pequenas empresas?

    Como uma empresa local pode melhorar sua presença no Google?

    O que uma pequena empresa deve fazer para aparecer nas buscas por IA?

    Quais estratégias de Marketing Digital funcionam para negócios locais?

    Então observaria:

    Quais empresas, sites e fontes aparecem nessas respostas?

    E principalmente:

    Por que elas aparecem e minha marca não?

    Essa é uma mudança importante.

    Não estamos analisando somente ranking.

    Estamos analisando visibilidade da marca dentro da resposta.

    3. Menções e citações são coisas diferentes

    Essa distinção merece atenção.

    Uma IA pode mencionar determinada empresa sem fornecer um link para o site dela.

    Também pode utilizar uma página como fonte e citá-la.

    Por isso, ferramentas atuais de análise de visibilidade em IA passaram a observar diferentes indicadores.

    O Ahrefs Brand Radar, por exemplo, trabalha com métricas como:

    • menções;
    • citações;
    • impressões;
    • AI Share of Voice.

    A menção mostra quando uma marca aparece dentro de uma resposta gerada por IA.

    A citação indica quando o site aparece como fonte.

    Já o AI Share of Voice ajuda a observar a presença da marca em comparação com outras marcas.

    Isso nos leva a uma pergunta muito interessante:

    Seu concorrente está participando de uma conversa digital da qual sua empresa ainda está ausente?

    4. Sites de terceiros também fazem parte da análise

    Outro ponto que considero fundamental é olhar além do próprio site.

    Pesquise o nome dos concorrentes.

    Onde eles são mencionados?

    Existem:

    • artigos;
    • entrevistas;
    • diretórios;
    • avaliações;
    • listas;
    • comparativos;
    • portais;
    • blogs;
    • vídeos;
    • comunidades?

    Agora faça a mesma pesquisa com sua marca.

    A diferença entre esses resultados pode revelar uma lacuna de menções externas.

    Isso é especialmente importante porque construir autoridade digital não significa apenas publicar cada vez mais dentro do próprio domínio.

    A internet também precisa encontrar referências sobre sua marca fora da sua própria casa digital.

    5. Existe uma lacuna de conteúdo?

    Essa é uma das análises que considero mais úteis para pequenas empresas.

    Talvez seu concorrente tenha 30 artigos e sua empresa tenha 50.

    Isso, sozinho, não significa que você esteja melhor posicionada.

    Precisamos descobrir quais assuntos cada site cobre.

    Imagine que uma empresa produza dezenas de conteúdos sobre SEO, mas praticamente nada sobre SEO local.

    Enquanto isso, um concorrente possui guias, perguntas frequentes, vídeos e estudos sobre SEO local.

    Existe uma lacuna temática.

    Por isso, uma das perguntas que utilizo nessa análise é:

    Meu site aparece para o tópico inteiro ou apenas para algumas palavras-chave?

    Esse raciocínio será ainda mais importante no próximo artigo da série, quando entraremos na pesquisa de palavras-chave e prompts.

    6. E o Perfil da Empresa no Google?

    Para negócios locais, eu também incluiria o Perfil da Empresa no Google (Google Meu Negócio) nessa auditoria.

    Compare sua presença com empresas concorrentes.

    Observe se as informações estão completas e atualizadas, além da presença de fotos, avaliações, serviços e demais informações relevantes para o negócio.

    Depois, faça uma pergunta simples:

    Quando alguém encontra minha empresa e meus concorrentes no Google, qual deles transmite mais informações e confiança?

    Às vezes, a lacuna não está escondida em uma estratégia extremamente técnica.

    Ela está em informações incompletas, conteúdos desatualizados ou oportunidades básicas que nunca foram trabalhadas.

    Como ferramentas podem ajudar nessa análise?

    Não é necessário fazer toda a auditoria manualmente.

    A Ahrefs possui o Brand Radar, voltado justamente para acompanhar visibilidade de marcas em ambientes de IA e comparar a presença de uma empresa com concorrentes.

    A Semrush também possui ferramentas de visibilidade em IA capazes de comparar marcas e identificar tópicos e prompts nos quais concorrentes aparecem e determinada empresa não.

    Além disso, podemos utilizar ferramentas gratuitas do próprio Google para analisar parte desse cenário, principalmente o desempenho orgânico do site.

    E a própria Inteligência Artificial pode ajudar a organizar dados, criar tabelas comparativas, agrupar perguntas e encontrar padrões.

    Ferramentas de coleta de dados, como o Apify, também podem fazer parte de processos específicos de levantamento e comparação quando houver necessidade.

    Mas existe um ponto importante:

    A ferramenta coleta ou organiza dados. A estratégia começa quando conseguimos interpretar o que esses dados significam para a marca.

    Uma auditoria simples para pequenas empresas

    Se eu estivesse começando hoje a analisar uma pequena empresa, criaria uma tabela com quatro colunas:

    Consulta ou tópico | Minha marca aparece? | Qual concorrente aparece? | O que está faltando?

    Depois pesquisaria pelo menos:

    • principais serviços da empresa;
    • problemas que esses serviços resolvem;
    • perguntas frequentes dos clientes;
    • pesquisas locais;
    • comparações;
    • melhores opções;
    • avaliações;
    • dúvidas antes da contratação.

    Faria essa análise no Google e também em diferentes ambientes de IA.

    Aos poucos, começa a surgir um mapa.

    Talvez a empresa esteja forte no Google, mas praticamente invisível nas respostas de IA.

    Talvez apareça nas IAs, mas poucas vezes seja citada como fonte.

    Talvez tenha um ótimo site, mas quase nenhuma menção externa.

    Ou talvez tenha presença em vários canais, mas as informações sobre a marca sejam inconsistentes.

    É exatamente esse mapa que transforma uma percepção vaga de presença digital em uma estratégia.

    Perguntas frequentes

    O que é uma lacuna de marca?

    É uma diferença entre a presença que uma marca possui atualmente e os espaços, tópicos, formatos ou fontes nos quais ela poderia estar presente. A comparação com concorrentes ajuda a identificar essas oportunidades.

    Posso descobrir se minha empresa aparece nas respostas de IA?

    Sim. É possível realizar testes manualmente e utilizar ferramentas especializadas de monitoramento de visibilidade em IA. O importante é não testar apenas o nome da empresa, mas também perguntas e tópicos relacionados ao mercado em que ela atua.

    Preciso abandonar o SEO tradicional para fazer essa análise?

    Não.

    SEO com IA não elimina o SEO tradicional.

    A análise de palavras-chave, conteúdo, autoridade, estrutura técnica e presença nos resultados do Google continua sendo fundamental. O que estamos fazendo é ampliar a análise para novos ambientes de descoberta.

    Uma pequena empresa também precisa analisar concorrentes nas IAs?

    Sim.

    Aliás, essa análise pode revelar oportunidades interessantes justamente para empresas menores.

    Se grandes concorrentes ainda não estão presentes em determinados tópicos ou perguntas, existe espaço para construir conteúdo e autoridade antes que aquele ambiente fique ainda mais competitivo.

    Preciso pagar ferramentas para começar?

    Não necessariamente.

    É possível iniciar com pesquisas no Google, ferramentas gratuitas do Google, consultas em assistentes de IA e uma planilha.

    Ferramentas profissionais tornam a análise mais ampla e sistemática, mas o primeiro passo é entender o que procurar.

    Conclusão

    No primeiro artigo desta série, vimos que uma pergunta feita a uma Inteligência Artificial pode gerar diversas buscas e consultas antes da construção da resposta.

    Agora demos o segundo passo.

    Descobrimos onde nossa marca está presente e, principalmente, onde ela está ausente.

    A análise de lacunas mostra quais concorrentes estão conquistando espaço, quais tópicos ainda precisamos desenvolver, onde faltam menções externas e em quais ambientes nossa presença digital precisa ser fortalecida.

    Para pequenas empresas, profissionais autônomos, prestadores de serviços e negócios locais, isso significa deixar de produzir Marketing Digital apenas com base em intuição.

    Passamos a construir uma estratégia baseada em oportunidades reais.

    E agora surge a próxima pergunta:

    Se eu já descobri onde minha marca não aparece, quais palavras-chave, perguntas e prompts devo trabalhar para ocupar esses espaços?

    É exatamente isso que veremos no terceiro artigo da série:

    Pesquisa de palavras-chave e prompts: como descobrir o que as pessoas realmente perguntam às Inteligências Artificiais.

  • Série SEO com IA – Artigo 1

    Série SEO com IA – Artigo 1

    O que significa essa fusão?

    Artigo 1 — Como funciona a busca por IA?

    A busca por IA não procura apenas as palavras exatas digitadas pelo usuário. Ela interpreta a intenção, divide perguntas complexas em buscas menores, consulta diferentes fontes e reúne as informações em uma resposta sintetizada.

    Neste primeiro artigo da série, quero explicar como esse processo funciona e por que passei a considerar a busca por IA uma parte essencial das estratégias de SEO e Marketing Digital.

    Essa mudança ajuda a explicar por que aparecer bem para uma única palavra-chave já não é suficiente. Afinal, quando alguém faz uma pergunta ao ChatGPT, Gemini, Perplexity ou Modo IA do Google, o sistema pode investigar diferentes partes do assunto antes de produzir a resposta.

    Ao estudar esse tema, percebi que entender esse processo é essencial para pequenas empresas, profissionais autônomos, prestadores de serviços e negócios locais. A busca por Inteligência Artificial está transformando o SEO, o Marketing Digital e a maneira como construímos uma presença na mídia digital.

    Mas isso significa que o SEO tradicional deixou de funcionar? Não.

    O SEO continua sendo a base. O que mudou foi a amplitude da pesquisa e a forma como as informações podem ser selecionadas, combinadas e apresentadas ao usuário.

    O que é busca por IA?

    A busca por IA é um processo no qual sistemas de Inteligência Artificial interpretam uma pergunta, procuram informações relacionadas e produzem uma resposta organizada em linguagem natural.

    Em uma busca tradicional, o usuário geralmente digita uma palavra-chave e recebe uma página com links. Na busca com IA, ele pode apresentar uma necessidade completa, acrescentar detalhes, pedir comparações, solicitar avaliações ou continuar a conversa com novas perguntas.

    Para mostrar essa diferença, organizei alguns exemplos:

    Busca tradicional

    • Melhor agência de SEO em Goiânia.
    • Marketing Digital para pequenas empresas.
    • Como aparecer no Google.
    • Perfil da Empresa no Google.

    Busca por IA

    • Qual é a melhor estratégia de SEO para uma pequena empresa de Goiânia que ainda não aparece no Google?
    • Quais são as principais ações de Marketing Digital para um profissional autônomo atrair clientes locais?
    • Avalie minha presença digital e diga o que devo melhorar primeiro.
    • Como configurar o Perfil da Empresa no Google e integrá-lo ao site e às redes sociais?

    Eu percebo que as perguntas feitas à IA costumam trazer mais contexto. Consequentemente, a resposta também precisa considerar diferentes aspectos do problema.

    Neil Patel explica que a otimização para mecanismos generativos, conhecida como GEO, trabalha ao lado do SEO para tornar um conteúdo mais fácil de encontrar, compreender e citar. Portanto, não se trata de abandonar as palavras-chave. Trata-se de conectá-las a perguntas, necessidades, entidades e situações reais.

    O que é query fan-out?

    Query fan-out é a técnica pela qual uma pergunta principal é desdobrada em várias pesquisas menores e relacionadas.

    O próprio Google informa que o Modo IA e as Visões Gerais Criadas por IA podem realizar diversas buscas relacionadas, abrangendo subtópicos e diferentes fontes de dados. Dessa maneira, o sistema encontra páginas de apoio e desenvolve uma resposta mais completa. Google Search Central /Recursos de IA e seu site

    Quando assisti ao vídeo da Ahrefs que inspirou esta série, anotei um exemplo bastante claro:

    Uma pessoa pede que a IA planeje uma viagem de cinco dias ao Japão em novembro.

    Em vez de pesquisar somente essa frase, o sistema pode investigar:

    1. Melhores bairros para se hospedar em Tóquio.
    2. Principais atrações para uma viagem de cinco dias.
    3. Como é o clima no Japão em novembro.
    4. Quais roupas levar durante esse período.
    5. Melhores formas de transporte entre os pontos turísticos.
    6. Avaliações de hotéis e experiências locais.
    7. Custos médios de alimentação, hospedagem e deslocamento.

    Em seguida, a IA compara, organiza e sintetiza as informações encontradas.

    No mesmo vídeo, anotei um caso apresentado pela Ahrefs em que uma pesquisa avançada sobre a compra de uma capa de celular gerou 420 buscas. Para mim, esse exemplo mostra a dimensão que uma pergunta aparentemente simples pode alcançar nos bastidores.

    A principal consequência é direta: estar bem posicionado apenas para a palavra-chave principal pode não colocar sua marca diante de todas as consultas secundárias realizadas pela IA.

    Por que uma única palavra-chave pode não ser suficiente?

    Para explicar esse ponto, imaginei uma empresa que publicou somente um artigo com o título Marketing Digital para pequenas empresas.

    O texto pode ser bom e até conquistar uma posição relevante no Google. Entretanto, uma ferramenta de IA pode desdobrar esse tema em diversas perguntas:

    • Quanto custa o Marketing Digital para pequenas empresas?
    • Quais são as melhores estratégias para negócios locais?
    • Como integrar site, redes sociais e Perfil da Empresa no Google?
    • SEO funciona para profissionais autônomos?
    • Quais avaliações demonstram que uma agência é confiável?
    • Como medir os resultados de uma estratégia digital?
    • Vale a pena contratar uma consultoria de posicionamento digital?

    Se o site não desenvolve esses subtópicos, a Inteligência Artificial pode encontrar respostas melhores em outras fontes.

    Por isso, o trabalho de SEO com IA exige cobertura temática. A marca precisa demonstrar conhecimento sobre o assunto de maneira ampla, coerente e útil.

    A Semrush recomenda trabalhar perguntas claras, títulos organizados, respostas diretas e listas estruturadas. Esses formatos facilitam a leitura humana e ajudam os sistemas a identificar partes relevantes do conteúdo.

    Quais são os três principais fatores observados nas citações da IA?

    Ao acompanhar a análise apresentada pela Ahrefs, identifiquei e anotei três padrões principais: consenso, atualização e autoridade.

    1. Consenso

    Consenso significa que diferentes fontes apresentam informações compatíveis sobre a mesma empresa, pessoa, produto ou assunto.

    Por exemplo, se o site, o Perfil da Empresa no Google (Google Meu Negócio), o LinkedIn, as avaliações dos clientes e sites externos apresentam dados consistentes sobre uma empresa, a marca se torna mais fácil de reconhecer.

    Entretanto, consenso não significa repetir a mesma frase artificialmente em vários lugares. O objetivo é construir uma presença digital coerente, verdadeira e verificável.

    Para fortalecer esse sinal:

    • Mantenha nome, serviços e localização atualizados.
    • Publique conteúdos relacionados à sua área de atuação.
    • Conquiste avaliações reais de clientes.
    • Busque menções em fontes relevantes.
    • Apresente autoria, experiência e informações de contato.

    2. Atualização

    Conteúdos antigos não são automaticamente ruins. Porém, quando o assunto muda com rapidez, informações recentes podem ser mais úteis.

    A Ahrefs analisou 17 milhões de citações em sete plataformas de busca por IA e encontrou conteúdos citados 25,7% mais recentes do que aqueles presentes nos resultados orgânicos avaliados. O estudo também identificou uma preferência de 13,1% por materiais atualizados mais recentemente.

    Na Karen Mídia Digital, sigo uma prática que considero importante: revisar artigos, corrigir dados, atualizar ferramentas, acrescentar exemplos e verificar se as orientações ainda correspondem ao funcionamento atual do Google e das inteligências artificiais.

    Atualizar um conteúdo não é somente trocar a data. É melhorar a informação oferecida ao leitor.

    3. Autoridade

    Autoridade está relacionada à confiança construída por uma página, um site, um autor e uma marca ao longo do tempo.

    Quando assisti ao vídeo, anotei que aproximadamente 75% das citações de resumos de IA vinham de páginas posicionadas entre os dez primeiros resultados do Google. Esse número correspondia ao estudo da Ahrefs disponível naquele momento.

    No entanto, a Ahrefs publicou uma atualização em março de 2026. Após analisar 863 mil páginas de resultados e quatro milhões de URLs citadas, encontrou 37,9% das citações das Visões Gerais Criadas por IA entre os dez primeiros blocos da busca. Em julho de 2025, o estudo anterior apontava aproximadamente 76%.

    Essa mudança não demonstra que o SEO perdeu importância. Pelo contrário, ela mostra que a IA passou a buscar fontes em um conjunto mais amplo de consultas relacionadas.

    Algumas páginas citadas podem aparecer nas buscas secundárias criadas pelo query fan-out, mesmo quando não estão no Top 10 da pergunta original.

    SEO tradicional e SEO com IA são concorrentes?

    Não. Eles trabalham juntos.

    O Google afirma que as práticas fundamentais de SEO continuam válidas para seus recursos de IA. A página precisa estar indexada, apta a aparecer na busca e oferecer conteúdo útil, confiável e criado para pessoas.

    O Google também recomenda permitir o rastreamento, utilizar links internos, oferecer boa experiência de página e manter informações comerciais atualizadas.

    Depois de analisar essas fontes, compreendo essa fusão da seguinte maneira:

    1. SEO cria a base: rastreamento, indexação, conteúdo, palavras-chave, links internos e autoridade.
    2. AEO organiza respostas: perguntas objetivas, explicações diretas, listas e seções independentes.
    3. GEO amplia a possibilidade de citação: contexto, entidades, presença de marca, fontes e cobertura temática.
    4. Marketing distribui a mensagem: site, blog, YouTube, LinkedIn, Perfil da Empresa no Google e outros canais.
    5. A mídia digital fortalece a consistência: a empresa passa a ser encontrada e reconhecida em diferentes ambientes.

    Como uma pequena empresa pode se preparar?

    Na minha visão, uma pequena empresa não precisa produzir centenas de páginas sem planejamento. O melhor caminho é construir uma estrutura de conteúdos relacionados às dúvidas reais dos clientes.

    Eu recomendo começar com estas ações:

    • Defina os principais serviços e temas da empresa.
    • Pesquise palavras-chave e perguntas completas.
    • Identifique os melhores subtópicos de cada tema.
    • Produza um artigo para cada pergunta importante.
    • Use listas, comparativos, avaliações e passo a passo quando forem úteis.
    • Responda à pergunta principal logo no início de cada seção.
    • Atualize os conteúdos periodicamente.
    • Conecte os artigos por meio de links internos.
    • Mantenha o site e o Perfil da Empresa no Google atualizados.
    • Acompanhe como concorrentes e fontes do setor aparecem nas respostas de IA.

    Meu objetivo não é escrever para enganar um algoritmo. É criar a melhor resposta possível e deixá-la clara para pessoas, buscadores e sistemas de Inteligência Artificial.

    Perguntas frequentes sobre busca por IA

    A busca por IA substitui o Google?

    Não necessariamente. O próprio Google incorporou recursos de IA à pesquisa. Além disso, diferentes ferramentas continuam usando índices, páginas da web e fontes externas para elaborar respostas.

    O comportamento do usuário está mudando, mas a busca tradicional e a busca por IA ainda coexistem.

    O SEO morreu com a chegada da Inteligência Artificial?

    Não. O SEO continua sendo a base técnica e editorial que permite o rastreamento, a indexação e a compreensão do conteúdo.

    O SEO com IA acrescenta novas preocupações, como citações, cobertura temática, estrutura das respostas e presença da marca.

    Preciso abandonar as palavras-chave e escrever apenas prompts?

    Não. Palavras-chave continuam importantes para compreender assuntos e intenções. Entretanto, também é necessário pesquisar perguntas completas, modificadores, comparações e prompts usados pelo público.

    Listas e perguntas aumentam as chances de citação?

    Elas não garantem uma citação. Contudo, listas estruturadas, perguntas claras e respostas diretas facilitam a leitura, a compreensão e a extração de informações.

    Por isso, são formatos recomendados dentro de uma estratégia de conteúdo bem construída.

    Minha empresa pode aparecer nas respostas de IA mesmo sendo pequena?

    Sim. Uma pequena empresa pode construir relevância em temas específicos, sobretudo em seu nicho e em sua região.

    Conteúdo útil, informações consistentes, avaliações reais e presença local bem organizada ajudam a fortalecer sua autoridade digital.

    Conclusão

    Depois de estudar o funcionamento da busca por IA, compreendo que ela atua de maneira mais ampla do que uma pesquisa baseada apenas em palavras-chave. Ela interpreta a intenção do usuário, pode desdobrar a pergunta em diversas consultas, busca fontes relacionadas e sintetiza as informações em uma resposta.

    Por isso, empresas que desejam ser encontradas precisam pensar além de uma única página ou expressão. É necessário desenvolver temas, responder perguntas, manter informações atualizadas e construir autoridade em diferentes canais.

    SEO com IA é a união entre a estrutura que ajuda uma página a ser encontrada e a clareza que ajuda seu conteúdo a ser compreendido, selecionado e citado.

    No próximo artigo da série, vou abordar a análise de lacunas da marca: como descobrir onde sua empresa deveria aparecer e comparar essa expectativa com sua presença real no Google, nas respostas de IA e na web.

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    Referências

    SEO do artigo

    Palavra-chave principal: como funciona a busca por IA

    Palavras-chave secundárias: SEO com IA, busca por Inteligência Artificial, query fan-out, AEO, GEO, posicionamento digital, Marketing Digital, conteúdo para IA, como ser citado pela IA

    Publicado em 3 de agosto de 2026.

    Michelle Karen
    Fundadora da Karen Mídia Digital